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Eleições Presidenciais: Porque vou votar em...
categoria-dossier edicao-2026-01-15 (11)

Eleições Presidenciais: Porque vou votar em...

O dossiê desta edição do Maio é dedicado às eleições presidenciais de 18 de janeiro próximo.

Jornal Maio
Guerra e resistência
categoria-dossier edicao-2026-01-08 (10)

Guerra e resistência

O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório

Jornal Maio
Alentejo: trabalho forçado e destruição ecológica
categoria-dossier edicao-2025-12-18 (09)

Alentejo: trabalho forçado e destruição ecológica

Dezenas ou centenas de milhares de trabalhadores, na esmagadora maioria imigrantes, trabalham de sol a sol nos campos portugueses, em condições indignas do século XIX, quanto mais do século XXI.

Jornal Maio
GREVE GERAL
categoria-dossier edicao-2025-12-12 (08)

GREVE GERAL

Reportagem em Braga, Coimbra, Évora, Grande Lisboa, Grande Porto, Marinha Grande, Portimão, Viana do Castelo.

Jornal Maio
categoria-dossier edicao-2026-01-15 (11)

Eleições Presidenciais: Porque vou votar em...

ilustração: Pedro Brito

Na Redação discutimos como abordar este tema e acabámos por decidir (em vez de, por exemplo, entrevistar candidatos) convidar apoiantes de diversos candidatos que correspondem a opções dos nossos membros a explicarem sucintamente as razões que os levam a votar nessas pessoas. Mais fácil é perceber as razões para não haver aqui quem defenda outros candidatos: nem fascistas, nem “facilitadores de negócios”, nem defensores de “pacotes laborais” para piorar as condições de vida dos trabalhadores têm aqui tribuna.

Por que votarei em André Pestana para PR
O mundo enfrenta já hoje e nos anos mais próximos o espectro da guerra. Não adianta olhar nem assobiar para o lado:
Para quem é útil o voto útil?
Quem conheça um pouco da história da moderna política revolucionária não ignora a fratura entre a participação ou não na chamada “frente institucional”.
Pela República, voto Seguro
Estávamos a 30 de abril de 2009. O Parlamento aprovava a revisão da lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais
Das razões da aceitação do convite de Catarina Martins
Vivemos um período em que a esquerda em geral está a ser alvo de um conjunto de ataques, de críticas e uma espécie de bullying mediático inaceitável.
Porque voto em Jorge Pinto
O voto para a Presidência da República é, acima de tudo, um voto na pessoa que se apresenta ao país.
Faz-te à vida e não votes em Manuel João Vieira
Não venho apelar ao voto em Manuel João Vieira. Aliás, nem ele quer nem precisa que o faça. Nem eu o faria, nem devo votar nele, mas confesso que o meu voto anda tremido. Vieira quer ser eleito à terceira volta e há que respeitar a sua vontade.
categoria-dossier edicao-2026-01-08 (10)

Guerra e resistência

ilustração: Pedro Páscoa

O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos - de debate e com divergências - sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório e um exemplo histórico de resistência em condições extremas: um jornal clandestino produzido e difundido entre as tropas alemãs durante a ocupação nazi de França que recordava aos soldados da Wehrmacht que por debaixo da farda que envergavam havia um trabalhador. Porque “mesmo na noite mais triste, em tempo de servidão, há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não”.

O inimigo dentro de portas
A EU, em conivência com Zelenski, faz campanha não só para continuar a guerra, mas para a intensificar e alargar com a entrada direta dos países europeus, e, pelo menos parcialmente, da NATO.
A nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana
Em Novembro de 2025, Trump anunciou a nova Estratégia de Segurança Nacional norte-americana. Modestamente, como é seu hábito proclamou: “Este documento é um roteiro para garantir que os Estados Unidos continuem a ser a nação mais grandiosa e bem-sucedida da história
Não alinhamos no vosso serviço militar
Em 5 de dezembro, em mais de 90 cidades alemãs, jovens manifestaram-se contra a lei que pretende reintroduzir o serviço militar obrigatório.
Sob cada uniforme de soldado há um operário
Durante a II Guerra Mundial, na França ocupada pelos nazis, militantes trotskistas no arsenal da Marinha alemã em Brest criaram uma célula comunista dentro do Exército Alemão para publicar um jornal clandestino chamado Arbeiter und Soldat (Operário e Soldado).
Venezuela: do neo-imperialismo à oratória “democrática”
Quase nada de novo existe na agressão contra a Venezuela. O intervencionismo norte-americano na América Latina vem de longe.
Porquê a classe trabalhadora deve apoiar a Ucrânia contra a invasão imperialista russa, apesar dos EUA e de Zelensky
Não estamos perante uma guerra “por procuração”, uma guerra (inter)imperialista em que os EUA e a UE agiriam contra a Rússia através da Ucrânia, defende Felipe Alegria.
Venezuela e o regresso do imperialismo: soberania, crise e lições a tirar
Nos últimos dias de 2025, Trump afirmou “queremos o nosso petróleo de volta” e deu início a uma agressiva escalada de pressão económica que, menos de um mês depois, culminaria na invasão brutal e no sequestro relâmpago do chefe de Estado venezuelano.
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Alentejo: trabalho forçado e destruição ecológica

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Já não os empregam tanto os velhos latifundiários de antes da revolução. Com a União Europeia e o comércio livre, entrou no país, principalmente nos campos do Alentejo, uma nova espécie invasora: os grandes investidores e fundos especializados em extorquir o máximo de fundos, o máximo de trabalho e o máximo de azeite e de frutos da terra do mínimo de investimento, de terra e de trabalhadores.
Alguns comandam e servem máfias que organizam um tráfico de seres humanos digno dos tempos da escravatura. Sugam a água e os recursos naturais, esgotam e destroem os solos, expulsam as populações e a cultura popular e escravizam quem os traficantes lhes trazem.

No Alqueva, o rei vai nu, à vista de todos, à vista de ninguém
Hoje, são meia dúzia de grupos económicos, fundos financeiros americanos e espanhóis, essencialmente, que determinam o que se rega e onde, no Alqueva. Atuam como verdadeiras máfias, e a impunidade destas empresas mantém-se, inclusive no domínio ambiental, onde acontecem verdadeiros crimes. Com estas

Falta de água? Ou falta de uso sustentável da água?
Será a culpa da falta de água dos consumidores que não fecham as torneiras?

Excursão à Califórnia
Com o apoio do Pedro Manda-Chuva, conseguiram que umas herdades de sequeiro passassem a ter água para regar e que outras que já regavam ilegalmente fossem abençoadas pela boa vontade do Estado, que fez de tudo para que o Zé do Paquete passasse a Zé da Amêndoa e El Pedrito Azeiteiro, homem dos azeite

Juntos pelo Divor — Paisagem e Património
A plataforma cívica Juntos pelo Divor — Paisagem e Património apela contra os projectos de instalação de grandes centrais fotovoltaicas na bacia da albufeira do Divor, na proximidade da cidade de Évora.

Os modernos “missionários da cultura urbana”
Caminhamos para a completa desertificação quer do solo quer da cultura local, que se transforma numa paisagem lunar, apenas destinada a meia dúzia de espécies, não autóctones, que não permitem, e expulsam, tudo o que é vida. Justamente o contrário do que nos prometeram

Sangue, suor e lágrimas do trabalho escravo: eis do que é feita a agricultura intensiva das azeitonas, das nozes e das amêndoas
Quem são, afinal, os donos das herdades que exploram o trabalho escravo nos campos do Alentejo? Neste artigo de António Garcia Pereira são designados com nome e apelido.
categoria-dossier edicao-2025-12-12 (08)

GREVE GERAL

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA

No dia 11 de Dezembro de 2025, milhões de trabalhadores entraram em greve geral em Portugal. O objectivo de todos era claro: obrigar o governo minoritário de Montenegro a retirar o seu “anteprojecto de pacote laboral”, que quer alterar cem artigos das leis laborais. O “pacote” de Montenegro retiraria à classe trabalhadora praticamente tudo o que obteve desde o 25 de Abril dxe 1974: não só no plano dos direitos económicos, mas também, e sobretudo, no das liberdades fundamentais. O direito à greve e a liberdade de associação sindical ficariam decisivamente comprometidos. A resposta foi tremenda. Provavelmente a greve mais poderosa dos últimos cinquenta anos, manifestações em todo o país, trabalhadores, jovens, imigrantes, unidos na rua pela liberdade e pela revolução.
Mas a luta vai ter de continuar…

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Guerra e resistência
Alentejo: trabalho forçado e destruição ecológica
GREVE GERAL
Eleições Presidenciais: Porque vou votar em...
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Guerra e resistência
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Guerra e resistência

O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório

Jornal Maio
Alentejo: trabalho forçado e destruição ecológica
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Alentejo: trabalho forçado e destruição ecológica

Dezenas ou centenas de milhares de trabalhadores, na esmagadora maioria imigrantes, trabalham de sol a sol nos campos portugueses, em condições indignas do século XIX, quanto mais do século XXI.

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GREVE GERAL
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GREVE GERAL

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