
DOSSIER:


Todas as medidas governamentais para “resolver” a crise da habitação têm redundado em mais especulação e aumento das rendas e dos preços. Que fazer para que haja efetivamente direito à habitação?

Jornal MaioColetivo Habitação Hoje
Jornal MaioAdriano Zilhão
O dossiê desta edição do Maio é dedicado às eleições presidenciais de 18 de janeiro próximo.

Na Redação discutimos como abordar este tema e acabámos por decidir (em vez de, por exemplo, entrevistar candidatos) convidar apoiantes de diversos candidatos que correspondem a opções dos nossos membros a explicarem sucintamente as razões que os levam a votar nessas pessoas. Mais fácil é perceber as razões para não haver aqui quem defenda outros candidatos: nem fascistas, nem “facilitadores de negócios”, nem defensores de “pacotes laborais” para piorar as condições de vida dos trabalhadores têm aqui tribuna.
Jornal MaioAntónio Simões do Paço
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioPaulo de Morais
Jornal MaioAntónio Pinho Vargas
Jornal MaioGorete Pimentel
Jornal MaioBernardo Maria Albuquerque Queirós da Fonseca
O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório

O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos - de debate e com divergências - sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório e um exemplo histórico de resistência em condições extremas: um jornal clandestino produzido e difundido entre as tropas alemãs durante a ocupação nazi de França que recordava aos soldados da Wehrmacht que por debaixo da farda que envergavam havia um trabalhador. Porque “mesmo na noite mais triste, em tempo de servidão, há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não”.
Jornal MaioViriato Soromenho-Marques
Jornal MaioAdriano Zilhão
Jornal MaioHans-Werner Schüster
Jornal MaioAnísio G. Homem
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioFilipe Alegria
Jornal MaioMarcela Uchôa
Dezenas ou centenas de milhares de trabalhadores, na esmagadora maioria imigrantes, trabalham de sol a sol nos campos portugueses, em condições indignas do século XIX, quanto mais do século XXI.
Já não os empregam tanto os velhos latifundiários de antes da revolução. Com a União Europeia e o comércio livre, entrou no país, principalmente nos campos do Alentejo, uma nova espécie invasora: os grandes investidores e fundos especializados em extorquir o máximo de fundos, o máximo de trabalho e o máximo de azeite e de frutos da terra do mínimo de investimento, de terra e de trabalhadores.
Alguns comandam e servem máfias que organizam um tráfico de seres humanos digno dos tempos da escravatura. Sugam a água e os recursos naturais, esgotam e destroem os solos, expulsam as populações e a cultura popular e escravizam quem os traficantes lhes trazem.
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioMaria Carolina Varela
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioAna Barbosa
Jornal MaioJorge Sanches da Cruz
Jornal MaioAntónio Garcia Pereira
Reportagem em Braga, Coimbra, Évora, Grande Lisboa, Grande Porto, Marinha Grande, Portimão, Viana do Castelo.
No dia 11 de Dezembro de 2025, milhões de trabalhadores entraram em greve geral em Portugal. O objectivo de todos era claro: obrigar o governo minoritário de Montenegro a retirar o seu “anteprojecto de pacote laboral”, que quer alterar cem artigos das leis laborais. O “pacote” de Montenegro retiraria à classe trabalhadora praticamente tudo o que obteve desde o 25 de Abril dxe 1974: não só no plano dos direitos económicos, mas também, e sobretudo, no das liberdades fundamentais. O direito à greve e a liberdade de associação sindical ficariam decisivamente comprometidos. A resposta foi tremenda. Provavelmente a greve mais poderosa dos últimos cinquenta anos, manifestações em todo o país, trabalhadores, jovens, imigrantes, unidos na rua pela liberdade e pela revolução.
Mas a luta vai ter de continuar…

A Lightsource BP, subsidiária da petrolífera BP, pretende instalar uma enorme central fotovoltaica numa área vedada de aproximadamente 1737 ha, distribuída pelos concelhos do Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova. A população tem-se manifestado contra. O Maio analisa o processo e ouviu-a.
A Lightsource BP, subsidiária da petrolífera BP, pretende instalar uma enorme central fotovoltaica numa área vedada de aproximadamente 1737 ha, distribuída pelos concelhos do Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova. A população tem-se manifestado contra. O Maio analisa o processo e ouviu-a.
Jornal MaioFábio Oliveira
Jornal MaioBárbara Leite Cowan
Jornal MaioBárbara Leite Cowan
Jornal MaioJonas van Vossole

Jornal MaioColetivo Habitação Hoje
Jornal MaioAdriano Zilhão

Na Redação discutimos como abordar este tema e acabámos por decidir (em vez de, por exemplo, entrevistar candidatos) convidar apoiantes de diversos candidatos que correspondem a opções dos nossos membros a explicarem sucintamente as razões que os levam a votar nessas pessoas. Mais fácil é perceber as razões para não haver aqui quem defenda outros candidatos: nem fascistas, nem “facilitadores de negócios”, nem defensores de “pacotes laborais” para piorar as condições de vida dos trabalhadores têm aqui tribuna.
Jornal MaioAntónio Simões do Paço
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioPaulo de Morais
Jornal MaioAntónio Pinho Vargas
Jornal MaioGorete Pimentel
Jornal MaioBernardo Maria Albuquerque Queirós da Fonseca

O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos - de debate e com divergências - sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório e um exemplo histórico de resistência em condições extremas: um jornal clandestino produzido e difundido entre as tropas alemãs durante a ocupação nazi de França que recordava aos soldados da Wehrmacht que por debaixo da farda que envergavam havia um trabalhador. Porque “mesmo na noite mais triste, em tempo de servidão, há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não”.
Jornal MaioViriato Soromenho-Marques
Jornal MaioAdriano Zilhão
Jornal MaioHans-Werner Schüster
Jornal MaioAnísio G. Homem
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioFilipe Alegria
Jornal MaioMarcela Uchôa
Já não os empregam tanto os velhos latifundiários de antes da revolução. Com a União Europeia e o comércio livre, entrou no país, principalmente nos campos do Alentejo, uma nova espécie invasora: os grandes investidores e fundos especializados em extorquir o máximo de fundos, o máximo de trabalho e o máximo de azeite e de frutos da terra do mínimo de investimento, de terra e de trabalhadores.
Alguns comandam e servem máfias que organizam um tráfico de seres humanos digno dos tempos da escravatura. Sugam a água e os recursos naturais, esgotam e destroem os solos, expulsam as populações e a cultura popular e escravizam quem os traficantes lhes trazem.
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioMaria Carolina Varela
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioAna Barbosa
Jornal MaioJorge Sanches da Cruz
Jornal MaioAntónio Garcia Pereira
No dia 11 de Dezembro de 2025, milhões de trabalhadores entraram em greve geral em Portugal. O objectivo de todos era claro: obrigar o governo minoritário de Montenegro a retirar o seu “anteprojecto de pacote laboral”, que quer alterar cem artigos das leis laborais. O “pacote” de Montenegro retiraria à classe trabalhadora praticamente tudo o que obteve desde o 25 de Abril dxe 1974: não só no plano dos direitos económicos, mas também, e sobretudo, no das liberdades fundamentais. O direito à greve e a liberdade de associação sindical ficariam decisivamente comprometidos. A resposta foi tremenda. Provavelmente a greve mais poderosa dos últimos cinquenta anos, manifestações em todo o país, trabalhadores, jovens, imigrantes, unidos na rua pela liberdade e pela revolução.
Mas a luta vai ter de continuar…

A Lightsource BP, subsidiária da petrolífera BP, pretende instalar uma enorme central fotovoltaica numa área vedada de aproximadamente 1737 ha, distribuída pelos concelhos do Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova. A população tem-se manifestado contra. O Maio analisa o processo e ouviu-a.
Jornal MaioFábio Oliveira
Jornal MaioBárbara Leite Cowan
Jornal MaioBárbara Leite Cowan
Jornal MaioJonas van Vossole

Jornal MaioColetivo Habitação Hoje
Jornal MaioAdriano Zilhão

Na Redação discutimos como abordar este tema e acabámos por decidir (em vez de, por exemplo, entrevistar candidatos) convidar apoiantes de diversos candidatos que correspondem a opções dos nossos membros a explicarem sucintamente as razões que os levam a votar nessas pessoas. Mais fácil é perceber as razões para não haver aqui quem defenda outros candidatos: nem fascistas, nem “facilitadores de negócios”, nem defensores de “pacotes laborais” para piorar as condições de vida dos trabalhadores têm aqui tribuna.
Jornal MaioAntónio Simões do Paço
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioPaulo de Morais
Jornal MaioAntónio Pinho Vargas
Jornal MaioGorete Pimentel
Jornal MaioBernardo Maria Albuquerque Queirós da Fonseca

O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos - de debate e com divergências - sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório e um exemplo histórico de resistência em condições extremas: um jornal clandestino produzido e difundido entre as tropas alemãs durante a ocupação nazi de França que recordava aos soldados da Wehrmacht que por debaixo da farda que envergavam havia um trabalhador. Porque “mesmo na noite mais triste, em tempo de servidão, há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não”.
Jornal MaioViriato Soromenho-Marques
Jornal MaioAdriano Zilhão
Jornal MaioHans-Werner Schüster
Jornal MaioAnísio G. Homem
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioFilipe Alegria
Jornal MaioMarcela Uchôa
Já não os empregam tanto os velhos latifundiários de antes da revolução. Com a União Europeia e o comércio livre, entrou no país, principalmente nos campos do Alentejo, uma nova espécie invasora: os grandes investidores e fundos especializados em extorquir o máximo de fundos, o máximo de trabalho e o máximo de azeite e de frutos da terra do mínimo de investimento, de terra e de trabalhadores.
Alguns comandam e servem máfias que organizam um tráfico de seres humanos digno dos tempos da escravatura. Sugam a água e os recursos naturais, esgotam e destroem os solos, expulsam as populações e a cultura popular e escravizam quem os traficantes lhes trazem.
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioMaria Carolina Varela
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioAna Barbosa
Jornal MaioJorge Sanches da Cruz
Jornal MaioAntónio Garcia Pereira
No dia 11 de Dezembro de 2025, milhões de trabalhadores entraram em greve geral em Portugal. O objectivo de todos era claro: obrigar o governo minoritário de Montenegro a retirar o seu “anteprojecto de pacote laboral”, que quer alterar cem artigos das leis laborais. O “pacote” de Montenegro retiraria à classe trabalhadora praticamente tudo o que obteve desde o 25 de Abril dxe 1974: não só no plano dos direitos económicos, mas também, e sobretudo, no das liberdades fundamentais. O direito à greve e a liberdade de associação sindical ficariam decisivamente comprometidos. A resposta foi tremenda. Provavelmente a greve mais poderosa dos últimos cinquenta anos, manifestações em todo o país, trabalhadores, jovens, imigrantes, unidos na rua pela liberdade e pela revolução.
Mas a luta vai ter de continuar…

A Lightsource BP, subsidiária da petrolífera BP, pretende instalar uma enorme central fotovoltaica numa área vedada de aproximadamente 1737 ha, distribuída pelos concelhos do Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova. A população tem-se manifestado contra. O Maio analisa o processo e ouviu-a.
Jornal MaioFábio Oliveira
Jornal MaioBárbara Leite Cowan
Jornal MaioBárbara Leite Cowan
Jornal MaioJonas van Vossole
Todas as medidas governamentais para “resolver” a crise da habitação têm redundado em mais especulação e aumento das rendas e dos preços. Que fazer para que haja efetivamente direito à habitação?

Jornal MaioColetivo Habitação Hoje
Jornal MaioAdriano Zilhão
O dossiê desta edição do Maio é dedicado às eleições presidenciais de 18 de janeiro próximo.

Na Redação discutimos como abordar este tema e acabámos por decidir (em vez de, por exemplo, entrevistar candidatos) convidar apoiantes de diversos candidatos que correspondem a opções dos nossos membros a explicarem sucintamente as razões que os levam a votar nessas pessoas. Mais fácil é perceber as razões para não haver aqui quem defenda outros candidatos: nem fascistas, nem “facilitadores de negócios”, nem defensores de “pacotes laborais” para piorar as condições de vida dos trabalhadores têm aqui tribuna.
Jornal MaioAntónio Simões do Paço
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioPaulo de Morais
Jornal MaioAntónio Pinho Vargas
Jornal MaioGorete Pimentel
Jornal MaioBernardo Maria Albuquerque Queirós da Fonseca
O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório

O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos - de debate e com divergências - sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório e um exemplo histórico de resistência em condições extremas: um jornal clandestino produzido e difundido entre as tropas alemãs durante a ocupação nazi de França que recordava aos soldados da Wehrmacht que por debaixo da farda que envergavam havia um trabalhador. Porque “mesmo na noite mais triste, em tempo de servidão, há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não”.
Jornal MaioViriato Soromenho-Marques
Jornal MaioAdriano Zilhão
Jornal MaioHans-Werner Schüster
Jornal MaioAnísio G. Homem
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioFilipe Alegria
Jornal MaioMarcela Uchôa
Dezenas ou centenas de milhares de trabalhadores, na esmagadora maioria imigrantes, trabalham de sol a sol nos campos portugueses, em condições indignas do século XIX, quanto mais do século XXI.
Já não os empregam tanto os velhos latifundiários de antes da revolução. Com a União Europeia e o comércio livre, entrou no país, principalmente nos campos do Alentejo, uma nova espécie invasora: os grandes investidores e fundos especializados em extorquir o máximo de fundos, o máximo de trabalho e o máximo de azeite e de frutos da terra do mínimo de investimento, de terra e de trabalhadores.
Alguns comandam e servem máfias que organizam um tráfico de seres humanos digno dos tempos da escravatura. Sugam a água e os recursos naturais, esgotam e destroem os solos, expulsam as populações e a cultura popular e escravizam quem os traficantes lhes trazem.
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioMaria Carolina Varela
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioAna Barbosa
Jornal MaioJorge Sanches da Cruz
Jornal MaioAntónio Garcia Pereira
Reportagem em Braga, Coimbra, Évora, Grande Lisboa, Grande Porto, Marinha Grande, Portimão, Viana do Castelo.
No dia 11 de Dezembro de 2025, milhões de trabalhadores entraram em greve geral em Portugal. O objectivo de todos era claro: obrigar o governo minoritário de Montenegro a retirar o seu “anteprojecto de pacote laboral”, que quer alterar cem artigos das leis laborais. O “pacote” de Montenegro retiraria à classe trabalhadora praticamente tudo o que obteve desde o 25 de Abril dxe 1974: não só no plano dos direitos económicos, mas também, e sobretudo, no das liberdades fundamentais. O direito à greve e a liberdade de associação sindical ficariam decisivamente comprometidos. A resposta foi tremenda. Provavelmente a greve mais poderosa dos últimos cinquenta anos, manifestações em todo o país, trabalhadores, jovens, imigrantes, unidos na rua pela liberdade e pela revolução.
Mas a luta vai ter de continuar…

A Lightsource BP, subsidiária da petrolífera BP, pretende instalar uma enorme central fotovoltaica numa área vedada de aproximadamente 1737 ha, distribuída pelos concelhos do Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova. A população tem-se manifestado contra. O Maio analisa o processo e ouviu-a.
A Lightsource BP, subsidiária da petrolífera BP, pretende instalar uma enorme central fotovoltaica numa área vedada de aproximadamente 1737 ha, distribuída pelos concelhos do Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova. A população tem-se manifestado contra. O Maio analisa o processo e ouviu-a.
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