Entrevista de Nuno Geraldes à Comissão de Trabalhadores da Randstad
Entrevista de Nuno Geraldes à Comissão de Trabalhadores da Randstad
dicionário da novilíngua
Rural
Segundo o dicionário da Porto Editora, adjetivo de 2 géneros 1) relativo, próprio ou pertencente ao campo ou à vida agrícola; rústico; campesino; 2) diz-se da freguesia situada fora da vila ou da cidade. Tem origem no latim Rus, ruris, que é um substantivo neutro que significa campo, quinta, lavoura ou casa de campo.
EM NOVILÍNGUA:
Para além da particularidade de Marcelo Rebelo de Sousa ter qualificado como “rural” o primeiro-ministro Luís Montenegro (presume-se que por oposição a “urbano”), o que nos conduz à utilização novilinguística do adjetivo rural é a aproximação do verão e da “época dos incêndios”. Ora, de há alguns anos para cá, os incêndios, que têm como território predominante a floresta (em latim, silva), passaram a ser designados de “incêndios rurais”. Isso deve dar jeito às celuloses, grandes plantadores de eucaliptos, mas confunde e mascara a natureza da grande maioria dos incêndios. O espaço rural, o campo cultivado e habitado, é barreira natural aos incêndios e à sua progressão, não seu causador. ASP
O Governo enfrentou ontem, 3 de junho, a segunda greve geral contra o seu pacote laboral. Confirma-se que, por muita propaganda que o Governo faça, a rejeição do pacote laboral atinge os 80% da população, como demonstrado pelas greves, pela eleição presidencial (a entretanto ocorrida, onde o seu candidato foi cilindrado) e até por uma sondagem. Mas enquanto não for enterrado, o pacote é uma ameaça para as nossas vidas.
Foram as greves gerais dos séculos XIX e XX que transformaram a democracia restrita aos proprietários naquilo que hoje conhecemos. Um pouco por toda a Europa, o sufrágio universal e a representação dos trabalhadores figuravam entre as principais reivindicações — e conquistas — dessas lutas, que em todo o lado envolveram confrontos violentos com o Estado e dezenas de mortos.
Na educação especial, entre a lei e a realidade das escolas existe um desfasamento preocupante e corre-se o risco de construir uma inclusão só formal, estatística e burocrática, distante das reais necessidades dos alunos e dos profissionais que diariamente sustentam a escola.
Passados cerca de cinco meses, é hoje já impossível negar ou ocultar os principais pontos negativos dessa mesma barbaridade, que a cada dia que passa menos esconde o seu propósito de extinguir a carreira própria dos docentes, diluindo o regime laboral destes no regime geral e negando-lhe as especificidades próprias de habilitações, selecção, recrutamento, critérios e meios de vinculação permanente e de graduação que deveriam ser-lhes garantidas.
O sonho molhado de pós-humanistas, tecnofascistas e multimilionários seria substituir toda a força de trabalho humana por IA. Só que esta hipótese gera um resultado coletivo absolutamente irracional, mesmo na óptica do capital. Afinal de contas, sem trabalhadores humanos, quem vai consumir aquilo que se produz?
Volta a ganhar força a ideia das subconcessões na CP. Mais uma vez surgem discursos sobre “modernização”, “eficiência”, “competitividade” e “melhoria do serviço”. A narrativa repete-se com entusiasmo. O problema é que a experiência europeia também se repete. E raramente confirma as promessas feitas no início destes processos.
A ULS Braga enfrenta problemas internos, instabilidade organizacional e uma pressão crescente para regresso a um modelo contestado pelos profissionais. Ora os dados científicos internacionais demonstram que os processos de privatização no setor da saúde raramente surgem em sistemas estáveis e bem financiados. Pelo contrário, desenvolvem-se em contextos de fragilidade organizacional, pressão sobre os profissionais e degradação progressiva das condições de funcionamento, criando o ambiente necessário para legitimar soluções alternativas como as PPP.
A partir de 1890, o 1º de Maio passa a ser um dia de greves no mundo inteiro em defesa da redução da jornada de trabalho. Em Itália, o advogado anarquista Pietro Gori, preocupado com desenvolver alguma tática para convencer as famílias trabalhadoras a aderirem à greve, resolve escrever uma peça de teatro, “O Primeiro de Maio”. Em fundo, era entoada a canção, com a melodia da ária “Va, pensiero”, da ópera Nabucco, de Verdi, que representava o cativeiro do povo hebreu na Babilónia. Esse canto de libertação dos oprimidos passou a ter o significado de um apelo ao levantamento da classe trabalhadora contra a exploração capitalista.
De Daca a Catmandu, os jovens estão a pôr em evidência a crise do capitalismo, mas têm dificuldade em transformar a indignação em organização.
Pacotes laborais, com este ou outro nome, não são um exclusivo do Governo Montenegro. Por todo o mundo, da Argentina a Portugal, dos Estados Unidos à Bielorrússia, os direitos civis, à liberdade de expressão e de reunião, à greve, ao registo legal dos sindicatos, à contratação coletiva e outros têm vindo a ser cada vez mais atacados.
Lentamente, entre as altas ervas verdes de Abril, vestido com uma combinação branca de apicultor, inclinado para a frente, Eyad Yousef avança, olhar fixo no chão. Caminho atrás enquanto ele vai trabalhando, colhendo as ervilhas que plantou com o irmão no início de Março. “Se lavrar um dunam1 de terra custa hoje cerca de 100 shekels, quanto irá custar um bidão de azeite? Quem o comprará?”, exclama.
A 28 de Maio de 1926 a burguesia portuguesa, a maioria dela republicana (só uma pequena parte resistiu) opta pela ditadura para se afirmar como Estado-nação moderno (dos mais tardios de toda a Europa, na nossa análise) e controlar as greves e lutas do movimento dos trabalhadores, anarquista e comunista, e garantir a proletarização dos camponeses, agora transformados em trabalhadores, com salários baixos.
Raquel Varela e Roberto della Santa
A expressão “classe trabalhadora” apareceu nos escritos trabalhistas ingleses logo após 1815. Nem todos os cidadãos eram trabalhadores, mas todos os trabalhadores conscientes pertenciam a esse movimento, as consciências “jacobina” e proletária complementavam-se.
A deserção colectiva destes 10 oficiais tem dois aspectos que fazem dela um caso único da história da oposição à guerra colonial no seio das Forças Armadas. O primeiro é que nela estiveram envolvidos jovens oficiais que haviam sido alunos da Academia Militar (AM) durante mais de 8 anos. O segundo aspecto, talvez o mais importante, é que estes oficiais (tenentes milicianos) quiseram eles próprios transformar a sua deserção num acontecimento político de luta contra a guerra colonial e contra o fascismo.
O Tempo contra o Tempo é um podcast apresentado por Raquel Varela.
#54
Queremos ter uma Visão Zero, zero mortos nas estradas, temos 600
APOIA O MAIO!
Nunca os trabalhadores precisaram tanto de uma voz independente.
DRUMMOND DE ANDRADE,
Carlos. In: Sentimento do Mundo. Rio de Janeiro: José Olympio, 1940.
A origem das sopas de cavalo cansado parece remontar ao século XIX, quando as deslocações eram feitas em carruagens puxadas por cavalos através de estradas difíceis e em viagens demoradas. Segundo uma explicação amplamente difundida na tradição popular portuguesa e galega, quando não havia possibilidade de substituir os cavalos cansados por animais frescos, era-lhes dada uma mistura energética de pão embebido em vinho e açúcar.
Receita:
Sopas de cavalo cansado com aveia e pera muito bêbeda















TEMPO DAS CEREJAS
Acontecimentos relevantes do mundo
do trabalho
Greve dos professores
Fenprof marca manifestação para 16 de Maio e admite greves no 3.º período.
Conselho nacional considerou que “é da maior urgência” avançar para novas acções de luta e acusou o Governo de ultrapassar “linhas vermelhas”, como a habilitação profissional para a docência.
Arte pela Palestina
5.ª edição (artes, cinema, música)
14 maio a 17 maio
vários horários
Dia Internacional do Enfermeiro com greve nacional e manifestação
12 de maio, 10h30
Concentração entre o Campo Pequeno (Lisboa) e o Ministério da Saúde
CGTP convoca manifestação do 1° de Maio em Lisboa
1º de Maio internacionalista no Porto
1º de Maio internacionalista no Porto, por iniciativa da Habitação Hoje e outros colectivos
Manifestação do 25 de Abril
Piquenique do Maio, seguido de ida para a manifestação (encontro às 13h no Jardim Amália Rodrigues, junto ao espelho de água)
Abaixo o Pacote Laboral
Manifestação Nacional CGTP “Abaixo o Pacote Laboral”, às 14h30 no Saldanha (Lisboa) até à Assembleia da República
Manifestação Casa para Viver
Lisboa: Marquês de Pombal, 15h; Porto: Praça da Batalha, 15h; Coimbra: Ponte de Santa Clara (junto ao Mosteiro), 15h; Leiria: Fonte Luminosa, 17h; Barreiro: Terminal Fluvial, 10h30; Covilhã: Praça do Município Pelourinho, 11h; Viseu: Rossio, 15h; Aveiro: Largo Dr. Jaime Magalhães Lima, 15h; Portalegre: Rossio, 10h; Braga: Avenida da República, 15h; Lagos: Rua Victor da Costa e Silva, 10h30; Funchal: Em frente à Assembleia Legislativa Regional da Madeira, 11h30;
Palestra ASITRAP - Porto
Acidentes de trabalho e o trabalhador precário
Manifestação contra o Pacote Laboral
Manifestação CGTP
Manifestação em defesa do Parque Natural do Tejo Internacional
O Interior Não Está à Venda — Não às Megacentrais Solares! Estação de Santa Apolónia
Concentração contra os atrasos nas bolsas de estudo
Os bolseiros de 2025 estão ainda a aguardar o início dos seus contratos, sem comunicação atempada e transparente com as Instituições.
MECI, Av. Infante Santo 2, Lisboa
Greve TVDE
Nas horas de ponta dos dias 17 a 24 de Janeiro, das 7 às 10 horas, os motoristas TVDE vão desligar, na segunda, quarta e sexta-feira, a plataforma UBER, e na terça, quinta e sábado, a Bolt.
Manifestação para exigir a retirada do pacote laboral
Largo de Camões até São Bento
Greve dos trabalhadores da saúde às horas extras e às cirurgias adicionais no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC)
De 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2026
2026
Manifestação de 13 de Dezembro das populações do Fundão
GREVE GERAL
Acordo entre CGTP e UGT para greve geral contra o anteprojecto de reforma laboral, com já vários sindicatos independentes a aderir ao apelo.
Manifestação “O nosso futuro não está à venda! Fim ao fóssil até 2030
Início dia 22/11 às 15 horas, Largo Camões, Lisboa.
Manifestação contra o pacote laboral
Perante o pacote de contra-reforma laboral anunciado pelo Governo, foi convocada uma nova manifestação pela CGTP, para o dia 8 de Novembro
Greve na Intelcia
Os trabalhadores da Intelcia cumprirão, no dia 6 de Novembro, uma greve de 24 horas em toda a empresa. Com a acção, os trabalhadores exigem, afirma o SINTTAV, que a empresa negoceie, «sem quaisquer preconceitos», com este sindicato, o caderno reivindicativo, que prevê, entre outros, aumentos salariais de 80 euros, subsídio de refeição de sete euros, folga no aniversário e 10 minutos de pausa por cada hora trabalhada.
Manifestantes protestam no Fundão contra instalação de central fotovoltaica
O Gardunha Sul é um movimento cívico de cidadãos residentes na União de Freguesias de Vale de Prazeres e Mata da Rainha (concelho do Fundão) que tem como objetivo uma maior envolvência, uma participação mais ativa e a construção de pontes entre o poder local e os cidadãos.
Greve dos revisores da CP nos serviços de longo curso
Arranca uma greve parcial convocada pelo Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante, que se estende até 13 de novembro. A paralisação pode afetar comboios de longo curso, Intercidades e Alfa Pendular, já que a ausência de revisores pode levar ao cancelamento de composições. Os trabalhadores lutam para que o Governo da AD e a Administração cumpram plenamente o Acordo de Empresa a que chegaram.
3º ENCONTRO NACIONAL DOS SOLIDÁRIOS
Para esclarecer e mobilizar para a luta! rejeitamos o caminho da servidão e da uberização! trabalhemos, todos, para a unidade e a mobilização para a greve geral!
Fins de semana
Greve Trabalhadores da RHMAIS/RANDSTAD
Os trabalhadores contestam política surda perante as reivindicações dos trabalhadores, anunciando uma greve para todo o mês de Outubro. Entre outras coisas, exigem firmemente o fim à precariedade contratual, aos baixos salários e à desregulação horária
Manifestação Não nos Atirem Burcas para os Olhos
Lisboa (Rossio), 15:30; Porto (Aliados), 15:30
Greve trabalhadores da Administração Pública
A Frente Comum apresentou ao governo 73 propostas para valorizar o trabalho e os Serviços Públicos!
Marcha pela Palestina
Plataforma Unitária de Solidariedade com a Palestina Fundação José Saramago Amnistia Internacional Portugal Greenpeace Portugal
1.500 MANIFESTAÇÕES ANTI-TRUMP JÁ CONVOCADAS PARA 18 DE OUTUBRO
Mil e quinhentas manifestações contra Trump e suas políticas estão sendo convocadas nos Estados Unidos. Embora convocadas por organizações às vezes distantes do movimento trabalhista, não há dúvida de que milhões de trabalhadores e jovens participarão
Greve Nacional Enfermeiros
Sindicato dos Enfermeiros Portugueses aponta o impedimento de progressão na carreira, a desconsideração do tempo da passagem de turno como tempo efetivo de trabalho, e a extensão do horário em mais 4 e 5 horas (não considerado trabalho extraordinário)
Milhares de pessoas protestam em Espanha durante greve geral pela Palestina
Docentes decidem greve por tempo indeterminado na Escola Portuguesa de Luanda
Os docentes da Escola Portuguesa de Luanda (EPL) reunidos hoje, dia 1 de outubro de 2025, em plenário realizado pelo Sindicato de Todos os Profissionais de Educação - S.TO.P. decidiram por unanimidade convocar uma greve por tempo indeterminado a partir de dia 9 de outubro de 2025.
Trabalhadores da Intelcia avançam para a greve
Perante um cenário de portas cada vez mais ‘fechadas’ para a negociação, os trabalhadores da Intelcia avançam com greves intermitentes durante Outubro e com uma greve geral para o mês de Novembro. Aumento do subsídio de refeição, tempos de pausa e aumentos salariais são três das exigências apresentadas no comunicado oficial
CESP
Conquista aumentos salariais no Contrato Colectivo com a ANAREC
Greve geral contra a jornada laboral de 13 horas paralisou Grécia
Greve no Terminal XXI
Greve dos trabalhadores do Porto de Sines afectou cerca de metade das operações da empresa
STRAMM
Trabalhadores do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários e Actividades Metalúrgicas da Região Autónoma da Madeira conseguem aumento salarial e outros complementos, no caminho da equiparação do sector privado ao sector público dos transportes
Greve Trabalhadores da Carris
Sem acordo alcançado com a empresa e o governo, trabalhadores da Carris avançaram para a greve, recusando todo o trabalho extraordinário na 2ª e 3ª semanas
Manifestação Direitos iguais
Manifestação reúne milhares de imigrantes em Lisboa, proclamando “Imigrantes contra a escravatura” e direitos iguais
Vigilia TSDT
Cerca de 200 Técnicos Superiores de Diagnóstico e Terapêutica da ULS do Amadora/Sintra trabalham mais 1 hora e recebem menos do que os seus colegas. Exigem integração destes em contrato colectivo e fim da aplicação do acordo da antiga gestão privada
2025
AGENDA
Festival
O Quintais Adentro está de regresso para a sua 4.ª edição, afirmando-se como um dos projetos culturais mais singulares do Alentejo Litoral. Entre os dias 3 e 6 de junho, o festival volta a ocupar quintais, escolas e espaços improváveis de quatro localidades do concelho de Odemira, mantendo a missão de aproximar a música das comunidades e de cruzar geografias, linguagens e públicos.
Penamacor
Teatro
O Teatro O Bando estreia a 8 de maio o espetáculo «1001 Noites – Irmã Santomense», uma criação ao ar livre que estará em cena até ao final do mês, em Palmela. A nova produção, com dramaturgia e encenação de Miguel Jesus, assume-se como o principal destaque da programação anunciada pela companhia para maio.
8 – 31 maio
Palmela
5 – 6 junho
Qta. do Anjo
Pinhal Novo
Encontro
Uma iniciativa que junta, pela segunda vez, equipamentos da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses e da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, para explorar e debater práticas convergentes e particularidades das duas redes, num ambiente de partilha e diálogo sobre novas formas de atuação nas artes visuais e performativas.
Teatro Aveirense e Museu de Aveiro/Santa Joana
Cinema
Coimbra
Cinema
Associação
A Acesso Cultura é uma associação cultural sem fins lucrativos que promove o acesso – físico, social e intelectual – aos espaços culturais e à oferta cultural. Tem como associados profissionais da cultura, entidades culturais e outras pessoas interessadas nas questões da acessibilidade.
Teatro
Inicia a 15 de abril, com Francisca Camelo, a 2ª edição de Calçar os Sapatos do Outro.
Um percurso poético e performativo onde, através da poesia e da performance, o público será guiado numa visita à Casa da Escrita.
15 abril, 20 maio, 17 junho – 21h30
Casa da Escrita, Coimbra
Festival
O Impulso volta em 2026 no seu já habitual formato “season”, uma programação anual a decorrer em vários espaços culturais de Caldas da Rainha, com apostas em talento alternativo, emergente e efervescente da música nacional e internacional.
março a dezembro
Caldas da Rainha
Exposição
O Centro Português de Fotografia (CPF), no Porto, vai inaugurar, em 27 de março, a exposição “Vivian Maier – Antologia”, com mais de 140 imagens da fotógrafa norte-americana que morreu em 2009. A mostra fica patente até 30 de agosto e “destaca a capacidade da fotógrafa para captar a beleza, o humor e a humanidade presentes no quotidiano, sobretudo nos encontros fortuitos com desconhecidos”
27 março – 30 agosto 2026
Centro Português de Fotografia, Porto
Teatro
‘A esta hora, na infância neva’ é a nova criação de Victor Hugo Pontes para a Companhia Maior, onde explora o potencial do corpo que já viveu muito tempo, em contraponto com a sua experiência prévia de trabalhar com adolescentes.
21 março
Teatro Gil Vicente, Barcelos
26 setembro
Teatro de Vila Real
9 outubro
Cineteatro Louletano, Loulé
13 novembro
Theatro Circo, Braga
Música
Inóspita, alter ego de Inês Matos, é a procura de um compromisso com o formato da canção e de uma abordagem própria ao seu instrumento, privilegiando a narrativa melódica apenas à guitarra.
Lançado a setembro 2024
Feira
Queres comprar, vender, ou trocar guitarras, baterias, baixos, teclados ou outros instrumentos? Queres comprar ou vender música nos diversos formatos, como, vinis, cd’s, cassetes ou cartuchos? Queres desfazer-te de gravadores ou gira-discos dos anos 60 ou 70? Queres vender as tuas colunas hi-fi? Queres vender amp que já não usas?
2º sábado de cada mês,
15h às 18h
CCSTOP
Rua do Heroísmo, 329-333 – R/C – Porto
Associação
A Formiga Atómica é uma companhia de teatro, fundada e dirigida por Miguel Fragata e Inês Barahona. As suas criações inscrevem-se em questões contemporâneas e destinam-se a todo o público. Os espetáculos da Formiga Atómica são habitualmente antecedidos por períodos de pesquisa motivados pela questão e/ou públicos que abordam.