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Jornal Maio

conversa com…

Dermeval Saviani
Este texto foi apresentado pelo autor como introdução a um debate sobre este tema no 1.º Congresso do Maio (Lisboa, 9 e 10 de Maio de 2026). Como diz o autor, “a noção de saúde mental é uma noção recente na história da psiquiatria e da psicopatologia
Dermeval Saviani
Entrevista com Dermeval Saviani, professor, filósofo e pedagogo brasileiro, cuja teoria pedagógica, que denominou pedagogia histórico-crítica, defende o acesso ao conhecimento sistematizado e a sua compreensão por parte dos estudantes como instrumento de reflexão e transformação da sociedade. A entrevista foi conduzida por Alice Faro Santos, Denise Estrócio, Raquel Varela e Roberto della Santa em 18 de maio passado.
Aldo Cordeiro Sauda
Em 18 de junho de 2026, a Assembleia Nacional do Poder Popular aprovou, em sessão extraordinária, o maior pacote de reformas económicas da história de Cuba depois da Revolução: 176 medidas que abrem espaço à banca privada, convertem empresas estatais em sociedades por ações, eliminam o teto de trabalhadores das pequenas e médias empresas, autorizam o investimento de cubanos residentes no exterior — com usufruto de terras por até 99 anos — e suprimem o cabaz alimentar universal vigente desde 1962. Anunciado como Programa Económico y Social 2026 e justificado pelo próprio Governo como resposta à asfixia provocada pelo bloqueio, o pacote inscreve em lei a viragem pró-mercado mais profunda desde 1959. A entrevista que aqui publicamos, realizada em Havana e Cienfuegos com Aldo Cordeiro Sauda e originalmente publicada no site brasileiro Quilombo Invisível em maio de 2026, antecedeu em poucas semanas a institucionalização desse programa.
Jonas Van Vossole e Amit Singh
Quando a Índia incorporou Goa em 1961, muitos goeses com cidadania portuguesa ou ligações a Portugal emigraram nos anos seguintes. A maior vaga histórica chegou após a independência das colónias africanas de Portugal, nomeadamente Moçambique e Angola. Durante gerações, muitos sul-asiáticos, sobretudo hindus gujaratis, muçulmanos, ismaelitas e goeses, tinham vivido na África Oriental sob domínio colonial português. Com a descolonização, milhares relocalizaram-se em Portugal. Mais recentemente, desde a década de 1990, Portugal tem atraído novos migrantes diretamente do Sul da Ásia, em particular da Índia, Paquistão, Bangladesh e Nepal. A maioria provém de famílias de classe média baixa. Muitos trabalham na agricultura, construção, hotelaria, restauração, entregas e pequenos negócios. O desconhecimento em relação à comunidade sul-asiática em Portugal é grande, o que acentua fenómenos de racismo e promove a sua invisibilidade política. Jonas Van Vossole entrevistou para o Maio Amit Singh, investigador na Universidade de Coimbra.
Raquel Varela e Yassamine Mather
Yassamine Mather é uma académica iraniana, editora da revista Critique, Journal of Socialist Theory e investigadora na Universidade de Oxford. Ela tem analisado a situação no Médio Oriente e no Irão e é também uma intelectual pública no Reino Unido, militante empenhada na luta contra o genocídio e na reflexão sobre os regimes no Médio Oriente no contexto do sistema capitalista actual. Raquel Varela entrevistou-a para o Maio sobre a situação da guerra contra o Irão e no Médio Oriente.
Raquel Varela e Pietro Basso
Se a união faz a força, o que faz a desunião? Enfraquece-nos. Emigrantes e imigrantes são hoje uma parte substancial da classe trabalhadora, em Portugal como na Europa ou nos Estados Unidos. A direita, extrema ou “democrática”, promove a desunião entre trabalhadores “nacionais” e “estrangeiros”. À classe trabalhadora compete, no seu próprio interesse, lutar contra essa desunião promovida pelo capital e seus agentes. Eis o que defende Pietro Basso nesta entrevista ao Maio.
Raquel Varela e Pietro Basso
Se a união faz a força, o que faz a desunião? Enfraquece-nos. Emigrantes e imigrantes são hoje uma parte substancial da classe trabalhadora, em Portugal como na Europa ou nos Estados Unidos. A direita, extrema ou “democrática”, promove a desunião entre trabalhadores “nacionais” e “estrangeiros”. À classe trabalhadora compete, no seu próprio interesse, lutar contra essa desunião promovida pelo capital e seus agentes. Eis o que defende Pietro Basso nesta entrevista ao Maio.
Adriano Zilhão e Onésio Soda
Como dizia Amílcar Cabral, uma pessoa só avança quando tem consciência de onde está inserida, e quando tem a consciência propriamente do mundo.
Raquel Varela e Pietro Basso
Se a união faz a força, o que faz a desunião? Enfraquece-nos. Emigrantes e imigrantes são hoje uma parte substancial da classe trabalhadora, em Portugal como na Europa ou nos Estados Unidos. A direita, extrema ou “democrática”, promove a desunião entre trabalhadores “nacionais” e “estrangeiros”. À classe trabalhadora compete, no seu próprio interesse, lutar contra essa desunião promovida pelo capital e seus agentes. Eis o que defende Pietro Basso nesta entrevista ao Maio.
Raquel Varela e Patrício Nusshold
Raquel Varela entrevista Patrício Nusshold, psicólogo, dramaturgo e ator de “Dar o Couro / D’arrache corps”, peça que vai estar em palco em Lisboa e Porto. Esta é a primeira peça de teatro em que o Maio se envolve em parceria, através de um sonho dos seus associados, a criação de uma Escola de Trabalho e Cultura para todos, a Escola Internacionalista José Fontana.
Dermeval Saviani
Este texto foi apresentado pelo autor como introdução a um debate sobre este tema no 1.º Congresso do Maio (Lisboa, 9 e 10 de Maio de 2026). Como diz o autor, “a noção de saúde mental é uma noção recente na história da psiquiatria e da psicopatologia
Dermeval Saviani
Entrevista com Dermeval Saviani, professor, filósofo e pedagogo brasileiro, cuja teoria pedagógica, que denominou pedagogia histórico-crítica, defende o acesso ao conhecimento sistematizado e a sua compreensão por parte dos estudantes como instrumento de reflexão e transformação da sociedade. A entrevista foi conduzida por Alice Faro Santos, Denise Estrócio, Raquel Varela e Roberto della Santa em 18 de maio passado.
Aldo Cordeiro Sauda
Em 18 de junho de 2026, a Assembleia Nacional do Poder Popular aprovou, em sessão extraordinária, o maior pacote de reformas económicas da história de Cuba depois da Revolução: 176 medidas que abrem espaço à banca privada, convertem empresas estatais em sociedades por ações, eliminam o teto de trabalhadores das pequenas e médias empresas, autorizam o investimento de cubanos residentes no exterior — com usufruto de terras por até 99 anos — e suprimem o cabaz alimentar universal vigente desde 1962. Anunciado como Programa Económico y Social 2026 e justificado pelo próprio Governo como resposta à asfixia provocada pelo bloqueio, o pacote inscreve em lei a viragem pró-mercado mais profunda desde 1959. A entrevista que aqui publicamos, realizada em Havana e Cienfuegos com Aldo Cordeiro Sauda e originalmente publicada no site brasileiro Quilombo Invisível em maio de 2026, antecedeu em poucas semanas a institucionalização desse programa.
Jonas Van Vossole e Amit Singh
Quando a Índia incorporou Goa em 1961, muitos goeses com cidadania portuguesa ou ligações a Portugal emigraram nos anos seguintes. A maior vaga histórica chegou após a independência das colónias africanas de Portugal, nomeadamente Moçambique e Angola. Durante gerações, muitos sul-asiáticos, sobretudo hindus gujaratis, muçulmanos, ismaelitas e goeses, tinham vivido na África Oriental sob domínio colonial português. Com a descolonização, milhares relocalizaram-se em Portugal. Mais recentemente, desde a década de 1990, Portugal tem atraído novos migrantes diretamente do Sul da Ásia, em particular da Índia, Paquistão, Bangladesh e Nepal. A maioria provém de famílias de classe média baixa. Muitos trabalham na agricultura, construção, hotelaria, restauração, entregas e pequenos negócios. O desconhecimento em relação à comunidade sul-asiática em Portugal é grande, o que acentua fenómenos de racismo e promove a sua invisibilidade política. Jonas Van Vossole entrevistou para o Maio Amit Singh, investigador na Universidade de Coimbra.
Raquel Varela e Yassamine Mather
Yassamine Mather é uma académica iraniana, editora da revista Critique, Journal of Socialist Theory e investigadora na Universidade de Oxford. Ela tem analisado a situação no Médio Oriente e no Irão e é também uma intelectual pública no Reino Unido, militante empenhada na luta contra o genocídio e na reflexão sobre os regimes no Médio Oriente no contexto do sistema capitalista actual. Raquel Varela entrevistou-a para o Maio sobre a situação da guerra contra o Irão e no Médio Oriente.
Raquel Varela e Pietro Basso
Se a união faz a força, o que faz a desunião? Enfraquece-nos. Emigrantes e imigrantes são hoje uma parte substancial da classe trabalhadora, em Portugal como na Europa ou nos Estados Unidos. A direita, extrema ou “democrática”, promove a desunião entre trabalhadores “nacionais” e “estrangeiros”. À classe trabalhadora compete, no seu próprio interesse, lutar contra essa desunião promovida pelo capital e seus agentes. Eis o que defende Pietro Basso nesta entrevista ao Maio.
Raquel Varela e Pietro Basso
Se a união faz a força, o que faz a desunião? Enfraquece-nos. Emigrantes e imigrantes são hoje uma parte substancial da classe trabalhadora, em Portugal como na Europa ou nos Estados Unidos. A direita, extrema ou “democrática”, promove a desunião entre trabalhadores “nacionais” e “estrangeiros”. À classe trabalhadora compete, no seu próprio interesse, lutar contra essa desunião promovida pelo capital e seus agentes. Eis o que defende Pietro Basso nesta entrevista ao Maio.
Adriano Zilhão e Onésio Soda
Como dizia Amílcar Cabral, uma pessoa só avança quando tem consciência de onde está inserida, e quando tem a consciência propriamente do mundo.
Raquel Varela e Pietro Basso
Se a união faz a força, o que faz a desunião? Enfraquece-nos. Emigrantes e imigrantes são hoje uma parte substancial da classe trabalhadora, em Portugal como na Europa ou nos Estados Unidos. A direita, extrema ou “democrática”, promove a desunião entre trabalhadores “nacionais” e “estrangeiros”. À classe trabalhadora compete, no seu próprio interesse, lutar contra essa desunião promovida pelo capital e seus agentes. Eis o que defende Pietro Basso nesta entrevista ao Maio.
Raquel Varela e Patrício Nusshold
Raquel Varela entrevista Patrício Nusshold, psicólogo, dramaturgo e ator de “Dar o Couro / D’arrache corps”, peça que vai estar em palco em Lisboa e Porto. Esta é a primeira peça de teatro em que o Maio se envolve em parceria, através de um sonho dos seus associados, a criação de uma Escola de Trabalho e Cultura para todos, a Escola Internacionalista José Fontana.