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Jornal Maio

voz dos sindicatos

Gorete Pimentel
Foram recentemente denunciadas situações na ULS Braga, com especial incidência sobre enfermeiros do bloco operatório, e na Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde, em que terão ocorrido pressões explícitas para condicionar a adesão à greve, com a ameaça e até concretização de atribuir faltas injustificadas em dias de greve regularmente declarada. A coação sobre grevistas, alegadamente praticada em instituições privadas, instituições públicas, instituições de solidariedade social e instituições das Santas Casas da Misericórdia, é um claro desrespeito pelo direito à greve e pela Constituição. Quando os enfermeiros fazem greve, não estão apenas a defender melhores condições laborais e remuneratórias, mas também a qualidade e a sustentabilidade do sistema de saúde.
SIMM, SNMOT, SIMMPER e STRUN
O Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social decidiu que a ANTRAM e a ANTP não apresentaram fundamentos suficientes para denunciar o contrato colectivo de trabalho celebrado em 2023 com quatro sindicatos de motoristas, SIMM, SNMOT, SIMMPER e STRUN. Isto significa que o CCTV de 2023 se mantém em vigor e que a tentativa de fazer cessar a convenção colectiva não foi aceite. Esta é uma vitória dos quatro sindicatos que souberam unir esforços na defesa dos direitos dos motoristas de mercadorias.
S.TO.P.
Reunidos em plenário no dia 10 de junho, os sócios do S.TO.P. decidiram convocar uma greve nacional da educação para o dia 18 de junho de 2026, quinta-feira.
Bruno Oliveira, STMEFE
Volta a ganhar força a ideia das subconcessões na CP. Mais uma vez surgem discursos sobre “modernização”, “eficiência”, “competitividade” e “melhoria do serviço”. A narrativa repete-se com entusiasmo. O problema é que a experiência europeia também se repete. E raramente confirma as promessas feitas no início destes processos.
Gorete Pimentel
A ULS Braga enfrenta problemas internos, instabilidade organizacional e uma pressão crescente para regresso a um modelo contestado pelos profissionais. Ora os dados científicos internacionais demonstram que os processos de privatização no setor da saúde raramente surgem em sistemas estáveis e bem financiados. Pelo contrário, desenvolvem-se em contextos de fragilidade organizacional, pressão sobre os profissionais e degradação progressiva das condições de funcionamento, criando o ambiente necessário para legitimar soluções alternativas como as PPP.
Jornal Maio
Na tarde de 16 de maio, milhares de professores desfilaram entre o Cais do Sodré e os Restauradores, em Lisboa, para defenderem a sua profissão. O Maio esteve lá e ouviu sindicalistas, da FENPROF e do STOP, e professores que tinham uma palavra a dizer. Como estas afirmações de uma professora: “Está em causa a questão da segurança, de termos carreiras sólidas, de podermos ter condições de trabalho, de termos uma vida digna, de sermos respeitados (…) Temos um Governo que coloca a sociedade contra os professores, e está na altura de mudarmos isso e de conseguirmos lutar pelos nossos direitos.”
Gorete Pimentel
O S.TO.P. na Conferência “Valorização da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”.
STOP
O S.TO.P. na Conferência “Valorização da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”.
Francisco São Bento
Os sindicatos deram um passo firme na defesa dos motoristas: o conflito com as associações patronais foi oficialmente levado para conciliação. Depois da denúncia do contrato colectivo por parte da ANTRAM e ANTP, os sindicatos responderam com uma proposta concreta. A resposta das entidades patronais? Rejeição global e ausência de negociação séria. Não houve diálogo real. Houve bloqueio. Perante este desrespeito pelos trabalhadores do sector, os sindicatos avançaram com os mecanismos legais para obrigar à retoma das negociações.
STOP
O S.TO.P., em conjunto com outros sindicatos, foi ouvido no parlamento pelo Grupo de Trabalho dos deputados da 8ª Comissão da Educação e Ciência para acompanhamento da Revisão do Estatuto da Carreira Docente. Nesta segunda parte, referimos passos imediatos que os deputados podem tomar e outros que não vislumbramos que o governo e o Ministério da Educação possam vir a tomar. Por fim, o S.TO.P. continuará a participar ativamente, juntamente com os profissionais da educação e as suas lutas, na vida democrática do país para defender a escola pública e a democracia.
Gorete Pimentel
Foram recentemente denunciadas situações na ULS Braga, com especial incidência sobre enfermeiros do bloco operatório, e na Santa Casa da Misericórdia de Vila Verde, em que terão ocorrido pressões explícitas para condicionar a adesão à greve, com a ameaça e até concretização de atribuir faltas injustificadas em dias de greve regularmente declarada. A coação sobre grevistas, alegadamente praticada em instituições privadas, instituições públicas, instituições de solidariedade social e instituições das Santas Casas da Misericórdia, é um claro desrespeito pelo direito à greve e pela Constituição. Quando os enfermeiros fazem greve, não estão apenas a defender melhores condições laborais e remuneratórias, mas também a qualidade e a sustentabilidade do sistema de saúde.
SIMM, SNMOT, SIMMPER e STRUN
O Tribunal Arbitral do Conselho Económico e Social decidiu que a ANTRAM e a ANTP não apresentaram fundamentos suficientes para denunciar o contrato colectivo de trabalho celebrado em 2023 com quatro sindicatos de motoristas, SIMM, SNMOT, SIMMPER e STRUN. Isto significa que o CCTV de 2023 se mantém em vigor e que a tentativa de fazer cessar a convenção colectiva não foi aceite. Esta é uma vitória dos quatro sindicatos que souberam unir esforços na defesa dos direitos dos motoristas de mercadorias.
S.TO.P.
Reunidos em plenário no dia 10 de junho, os sócios do S.TO.P. decidiram convocar uma greve nacional da educação para o dia 18 de junho de 2026, quinta-feira.
Bruno Oliveira, STMEFE
Volta a ganhar força a ideia das subconcessões na CP. Mais uma vez surgem discursos sobre “modernização”, “eficiência”, “competitividade” e “melhoria do serviço”. A narrativa repete-se com entusiasmo. O problema é que a experiência europeia também se repete. E raramente confirma as promessas feitas no início destes processos.
Gorete Pimentel
A ULS Braga enfrenta problemas internos, instabilidade organizacional e uma pressão crescente para regresso a um modelo contestado pelos profissionais. Ora os dados científicos internacionais demonstram que os processos de privatização no setor da saúde raramente surgem em sistemas estáveis e bem financiados. Pelo contrário, desenvolvem-se em contextos de fragilidade organizacional, pressão sobre os profissionais e degradação progressiva das condições de funcionamento, criando o ambiente necessário para legitimar soluções alternativas como as PPP.
Jornal Maio
Na tarde de 16 de maio, milhares de professores desfilaram entre o Cais do Sodré e os Restauradores, em Lisboa, para defenderem a sua profissão. O Maio esteve lá e ouviu sindicalistas, da FENPROF e do STOP, e professores que tinham uma palavra a dizer. Como estas afirmações de uma professora: “Está em causa a questão da segurança, de termos carreiras sólidas, de podermos ter condições de trabalho, de termos uma vida digna, de sermos respeitados (…) Temos um Governo que coloca a sociedade contra os professores, e está na altura de mudarmos isso e de conseguirmos lutar pelos nossos direitos.”
Gorete Pimentel
O S.TO.P. na Conferência “Valorização da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”.
STOP
O S.TO.P. na Conferência “Valorização da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”.
Francisco São Bento
Os sindicatos deram um passo firme na defesa dos motoristas: o conflito com as associações patronais foi oficialmente levado para conciliação. Depois da denúncia do contrato colectivo por parte da ANTRAM e ANTP, os sindicatos responderam com uma proposta concreta. A resposta das entidades patronais? Rejeição global e ausência de negociação séria. Não houve diálogo real. Houve bloqueio. Perante este desrespeito pelos trabalhadores do sector, os sindicatos avançaram com os mecanismos legais para obrigar à retoma das negociações.
STOP
O S.TO.P., em conjunto com outros sindicatos, foi ouvido no parlamento pelo Grupo de Trabalho dos deputados da 8ª Comissão da Educação e Ciência para acompanhamento da Revisão do Estatuto da Carreira Docente. Nesta segunda parte, referimos passos imediatos que os deputados podem tomar e outros que não vislumbramos que o governo e o Ministério da Educação possam vir a tomar. Por fim, o S.TO.P. continuará a participar ativamente, juntamente com os profissionais da educação e as suas lutas, na vida democrática do país para defender a escola pública e a democracia.