Jornal Maio

voz dos sindicatos

Bruno Oliveira, STMEFE
Volta a ganhar força a ideia das subconcessões na CP. Mais uma vez surgem discursos sobre “modernização”, “eficiência”, “competitividade” e “melhoria do serviço”. A narrativa repete-se com entusiasmo. O problema é que a experiência europeia também se repete. E raramente confirma as promessas feitas no início destes processos.
Gorete Pimentel
A ULS Braga enfrenta problemas internos, instabilidade organizacional e uma pressão crescente para regresso a um modelo contestado pelos profissionais. Ora os dados científicos internacionais demonstram que os processos de privatização no setor da saúde raramente surgem em sistemas estáveis e bem financiados. Pelo contrário, desenvolvem-se em contextos de fragilidade organizacional, pressão sobre os profissionais e degradação progressiva das condições de funcionamento, criando o ambiente necessário para legitimar soluções alternativas como as PPP.
Jornal Maio
Na tarde de 16 de maio, milhares de professores desfilaram entre o Cais do Sodré e os Restauradores, em Lisboa, para defenderem a sua profissão. O Maio esteve lá e ouviu sindicalistas, da FENPROF e do STOP, e professores que tinham uma palavra a dizer. Como estas afirmações de uma professora: “Está em causa a questão da segurança, de termos carreiras sólidas, de podermos ter condições de trabalho, de termos uma vida digna, de sermos respeitados (…) Temos um Governo que coloca a sociedade contra os professores, e está na altura de mudarmos isso e de conseguirmos lutar pelos nossos direitos.”
Gorete Pimentel
O S.TO.P. na Conferência “Valorização da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”.
STOP
O S.TO.P. na Conferência “Valorização da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”.
Francisco São Bento
Os sindicatos deram um passo firme na defesa dos motoristas: o conflito com as associações patronais foi oficialmente levado para conciliação. Depois da denúncia do contrato colectivo por parte da ANTRAM e ANTP, os sindicatos responderam com uma proposta concreta. A resposta das entidades patronais? Rejeição global e ausência de negociação séria. Não houve diálogo real. Houve bloqueio. Perante este desrespeito pelos trabalhadores do sector, os sindicatos avançaram com os mecanismos legais para obrigar à retoma das negociações.
STOP
O S.TO.P., em conjunto com outros sindicatos, foi ouvido no parlamento pelo Grupo de Trabalho dos deputados da 8ª Comissão da Educação e Ciência para acompanhamento da Revisão do Estatuto da Carreira Docente. Nesta segunda parte, referimos passos imediatos que os deputados podem tomar e outros que não vislumbramos que o governo e o Ministério da Educação possam vir a tomar. Por fim, o S.TO.P. continuará a participar ativamente, juntamente com os profissionais da educação e as suas lutas, na vida democrática do país para defender a escola pública e a democracia.
STOP
Reproduzimos aqui a primeira parte da intervenção do dirigente do S.TO.P Daniel Martins na Audição na Assembleia da República sobre o Estatuto da Carreira Docente. Daniel Martins, citando a secretária de Estado da Administração Pública, que tem estado de forma permanente nas negociações e disse que “quem manda nas reuniões não é o Ministério da Educação, mas o Ministério das Finanças”, passou a demonstrar com números o ataque a que a escola pública está neste momento sujeita.
Luís Bravo
Apresentada como uma medida de justiça social e de incentivo à mobilidade sustentável, a proposta de gratuitidade dos transportes públicos nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto levanta, no entanto, um conjunto de questões relevantes.
SIMM (Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias) SNMOT (Sindicato Nacional dos Motoristas e Outros Trabalhadores) SIMMPER (Sindicato Independente de Motoristas de Matérias Perigosas) STRUN (Sindicato Transportes Rodoviários Urbanos Norte)
Quatro sindicatos do sector do transporte rodoviário de mercadorias contestam o acordo entre as entidades patronais ANTRAM e ANTP para o novo CCT do setor do transporte rodoviário de mercadorias com a FECTRANS/STRUP em que os limites máximos de carga horária de trabalho permitidos passariam a ser o período normal de trabalho dos motoristas e a normalização da prática abusiva em que “os motoristas são obrigados de forma reiterada a permanecer ao serviço por períodos diários que podem atingir as 15 horas”, colocando “em causa a respetiva integridade física e psíquica, dignidade profissional e a segurança rodoviária em geral”.
Bruno Oliveira, STMEFE
Volta a ganhar força a ideia das subconcessões na CP. Mais uma vez surgem discursos sobre “modernização”, “eficiência”, “competitividade” e “melhoria do serviço”. A narrativa repete-se com entusiasmo. O problema é que a experiência europeia também se repete. E raramente confirma as promessas feitas no início destes processos.
Gorete Pimentel
A ULS Braga enfrenta problemas internos, instabilidade organizacional e uma pressão crescente para regresso a um modelo contestado pelos profissionais. Ora os dados científicos internacionais demonstram que os processos de privatização no setor da saúde raramente surgem em sistemas estáveis e bem financiados. Pelo contrário, desenvolvem-se em contextos de fragilidade organizacional, pressão sobre os profissionais e degradação progressiva das condições de funcionamento, criando o ambiente necessário para legitimar soluções alternativas como as PPP.
Jornal Maio
Na tarde de 16 de maio, milhares de professores desfilaram entre o Cais do Sodré e os Restauradores, em Lisboa, para defenderem a sua profissão. O Maio esteve lá e ouviu sindicalistas, da FENPROF e do STOP, e professores que tinham uma palavra a dizer. Como estas afirmações de uma professora: “Está em causa a questão da segurança, de termos carreiras sólidas, de podermos ter condições de trabalho, de termos uma vida digna, de sermos respeitados (…) Temos um Governo que coloca a sociedade contra os professores, e está na altura de mudarmos isso e de conseguirmos lutar pelos nossos direitos.”
Gorete Pimentel
O S.TO.P. na Conferência “Valorização da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”.
STOP
O S.TO.P. na Conferência “Valorização da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”.
Francisco São Bento
Os sindicatos deram um passo firme na defesa dos motoristas: o conflito com as associações patronais foi oficialmente levado para conciliação. Depois da denúncia do contrato colectivo por parte da ANTRAM e ANTP, os sindicatos responderam com uma proposta concreta. A resposta das entidades patronais? Rejeição global e ausência de negociação séria. Não houve diálogo real. Houve bloqueio. Perante este desrespeito pelos trabalhadores do sector, os sindicatos avançaram com os mecanismos legais para obrigar à retoma das negociações.
STOP
O S.TO.P., em conjunto com outros sindicatos, foi ouvido no parlamento pelo Grupo de Trabalho dos deputados da 8ª Comissão da Educação e Ciência para acompanhamento da Revisão do Estatuto da Carreira Docente. Nesta segunda parte, referimos passos imediatos que os deputados podem tomar e outros que não vislumbramos que o governo e o Ministério da Educação possam vir a tomar. Por fim, o S.TO.P. continuará a participar ativamente, juntamente com os profissionais da educação e as suas lutas, na vida democrática do país para defender a escola pública e a democracia.
STOP
Reproduzimos aqui a primeira parte da intervenção do dirigente do S.TO.P Daniel Martins na Audição na Assembleia da República sobre o Estatuto da Carreira Docente. Daniel Martins, citando a secretária de Estado da Administração Pública, que tem estado de forma permanente nas negociações e disse que “quem manda nas reuniões não é o Ministério da Educação, mas o Ministério das Finanças”, passou a demonstrar com números o ataque a que a escola pública está neste momento sujeita.
Luís Bravo
Apresentada como uma medida de justiça social e de incentivo à mobilidade sustentável, a proposta de gratuitidade dos transportes públicos nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto levanta, no entanto, um conjunto de questões relevantes.
SIMM (Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias) SNMOT (Sindicato Nacional dos Motoristas e Outros Trabalhadores) SIMMPER (Sindicato Independente de Motoristas de Matérias Perigosas) STRUN (Sindicato Transportes Rodoviários Urbanos Norte)
Quatro sindicatos do sector do transporte rodoviário de mercadorias contestam o acordo entre as entidades patronais ANTRAM e ANTP para o novo CCT do setor do transporte rodoviário de mercadorias com a FECTRANS/STRUP em que os limites máximos de carga horária de trabalho permitidos passariam a ser o período normal de trabalho dos motoristas e a normalização da prática abusiva em que “os motoristas são obrigados de forma reiterada a permanecer ao serviço por períodos diários que podem atingir as 15 horas”, colocando “em causa a respetiva integridade física e psíquica, dignidade profissional e a segurança rodoviária em geral”.