Jornal Maio

editorial

Jornal Maio
Os sindicatos são organizações de trabalhadores, independentes do patronato e do Estado. A sua missão é simples: lutar pelo melhoramento das condições de vida e de trabalho dos seus associados.
Jornal Maio
Portugal tem uma política externa? Ou é apenas um repetidor de sinal da NATO/EUA e da UE?
Jornal Maio
Apesar da derrota de Montenegro e de Ventura na greve geral e nas eleições presidenciais, a “concertação” em volta do pacote laboral recomeçou. E recomeçou porque Seguro veio em socorro do desacreditado Montenegro exortar centrais sindicais e patronato a regressarem à mesa das “conversações”. Se a resposta dos trabalhadores for fraca, Montenegro e Ventura negociarão umas modificações cosméticas para fazer de conta, e o pacote passará no Parlamento.
Jornal Maio
Quando Donald Trump anunciou o aumento drástico das suas pautas aduaneiras, no “dia da Libertação”, anunciou-se a alvorada de uma nova época de proteccionismo. Porém, quando os índices na Wall Street começaram a cair, Donald Trump, negociou deals variados e, sobretudo, criou excepções e alçapões para os “Sete Magníficos”, os gigantes da “tech” que representam uma enorme parcela da variação do índice bolsista: Nvidia, Apple, Tesla, Meta, Alphabet, Amazon e Microsoft.
Jornal Maio
“Vem por aqui”, dizem-me alguns com olhos doces, / Estendendo-me os braços, e seguros / De que seria bom que eu os ouvisse / Quando me dizem: “vem por aqui”! / Eu olho-os com olhos lassos, / (Há, nos meus olhos, ironias e cansaços) / E cruzo os braços (…)
Jornal Maio
Depois do “comboio de tempestades” que espalhou destruição no país há uma imensa tarefa de reconstrução pela frente. Porém, houve e há outras questões com efeitos devastadores que têm de ser enfrentadas e resolvidas: anos de privatizações, com grandes empresas privatizadas, como a EDP, comunicações e transportes, a subcontratarem a manutenção das redes a pequenas empresas, ficando com cada vez menos trabalhadores qualificados. Com as barragens a serem geridas por privados, focados na obtenção de lucro, que acontecerá na bacia do Mondego, por exemplo?
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Depois do “comboio de tempestades” que espalhou destruição no país há uma imensa tarefa de reconstrução pela frente. Porém, houve e há outras questões com efeitos devastadores que têm de ser enfrentadas e resolvidas: anos de privatizações, com grandes empresas privatizadas, como a EDP, comunicações e transportes, a subcontratarem a manutenção das redes a pequenas empresas, ficando com cada vez menos trabalhadores qualificados. Com as barragens a serem geridas por privados, focados na obtenção de lucro, que acontecerá na bacia do Mondego, por exemplo?
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Depois do “comboio de tempestades” que espalhou destruição no país há uma imensa tarefa de reconstrução pela frente. Porém, houve e há outras questões com efeitos devastadores que têm de ser enfrentadas e resolvidas: anos de privatizações, com grandes empresas privatizadas, como a EDP, comunicações e transportes, a subcontratarem a manutenção das redes a pequenas empresas, ficando com cada vez menos trabalhadores qualificados. Com as barragens a serem geridas por privados, focados na obtenção de lucro, que acontecerá na bacia do Mondego, por exemplo?
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António José Seguro venceu as eleições para Presidente da República com perto de 67% dos votos. Ventura obteve 33%, ainda assim, mais de 1,7 milhão de votos. Dois terços dos que votaram rejeitaram o candidato fascista. Ventura só conseguiu acrescentar cerca de 400 mil votos ao seu resultado da primeira volta, apesar de os três candidatos de direita derrotados (Cotrim, Gouveia e Melo e Marques Mendes) terem somado mais de 2,3 milhões.
Jornal Maio
A tempestade Katrin e o seu rasto de destruição deixaram à vista de todos um Estado falhado, desmantelado por décadas de neoliberalismo, e um Governo incapaz de responder à realidade.
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Os sindicatos são organizações de trabalhadores, independentes do patronato e do Estado. A sua missão é simples: lutar pelo melhoramento das condições de vida e de trabalho dos seus associados.
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Portugal tem uma política externa? Ou é apenas um repetidor de sinal da NATO/EUA e da UE?
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Apesar da derrota de Montenegro e de Ventura na greve geral e nas eleições presidenciais, a “concertação” em volta do pacote laboral recomeçou. E recomeçou porque Seguro veio em socorro do desacreditado Montenegro exortar centrais sindicais e patronato a regressarem à mesa das “conversações”. Se a resposta dos trabalhadores for fraca, Montenegro e Ventura negociarão umas modificações cosméticas para fazer de conta, e o pacote passará no Parlamento.
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Quando Donald Trump anunciou o aumento drástico das suas pautas aduaneiras, no “dia da Libertação”, anunciou-se a alvorada de uma nova época de proteccionismo. Porém, quando os índices na Wall Street começaram a cair, Donald Trump, negociou deals variados e, sobretudo, criou excepções e alçapões para os “Sete Magníficos”, os gigantes da “tech” que representam uma enorme parcela da variação do índice bolsista: Nvidia, Apple, Tesla, Meta, Alphabet, Amazon e Microsoft.
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“Vem por aqui”, dizem-me alguns com olhos doces, / Estendendo-me os braços, e seguros / De que seria bom que eu os ouvisse / Quando me dizem: “vem por aqui”! / Eu olho-os com olhos lassos, / (Há, nos meus olhos, ironias e cansaços) / E cruzo os braços (…)
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Depois do “comboio de tempestades” que espalhou destruição no país há uma imensa tarefa de reconstrução pela frente. Porém, houve e há outras questões com efeitos devastadores que têm de ser enfrentadas e resolvidas: anos de privatizações, com grandes empresas privatizadas, como a EDP, comunicações e transportes, a subcontratarem a manutenção das redes a pequenas empresas, ficando com cada vez menos trabalhadores qualificados. Com as barragens a serem geridas por privados, focados na obtenção de lucro, que acontecerá na bacia do Mondego, por exemplo?
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Depois do “comboio de tempestades” que espalhou destruição no país há uma imensa tarefa de reconstrução pela frente. Porém, houve e há outras questões com efeitos devastadores que têm de ser enfrentadas e resolvidas: anos de privatizações, com grandes empresas privatizadas, como a EDP, comunicações e transportes, a subcontratarem a manutenção das redes a pequenas empresas, ficando com cada vez menos trabalhadores qualificados. Com as barragens a serem geridas por privados, focados na obtenção de lucro, que acontecerá na bacia do Mondego, por exemplo?
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Depois do “comboio de tempestades” que espalhou destruição no país há uma imensa tarefa de reconstrução pela frente. Porém, houve e há outras questões com efeitos devastadores que têm de ser enfrentadas e resolvidas: anos de privatizações, com grandes empresas privatizadas, como a EDP, comunicações e transportes, a subcontratarem a manutenção das redes a pequenas empresas, ficando com cada vez menos trabalhadores qualificados. Com as barragens a serem geridas por privados, focados na obtenção de lucro, que acontecerá na bacia do Mondego, por exemplo?
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António José Seguro venceu as eleições para Presidente da República com perto de 67% dos votos. Ventura obteve 33%, ainda assim, mais de 1,7 milhão de votos. Dois terços dos que votaram rejeitaram o candidato fascista. Ventura só conseguiu acrescentar cerca de 400 mil votos ao seu resultado da primeira volta, apesar de os três candidatos de direita derrotados (Cotrim, Gouveia e Melo e Marques Mendes) terem somado mais de 2,3 milhões.
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A tempestade Katrin e o seu rasto de destruição deixaram à vista de todos um Estado falhado, desmantelado por décadas de neoliberalismo, e um Governo incapaz de responder à realidade.