Jornal Maio

internacional

Erik Helgeson e Artem Tidva
Na Suécia, os trabalhadores boicotaram navios russos em resposta à invasão da Ucrânia e, posteriormente, fizeram o mesmo em relação ao comércio de armas de Israel. A sua ação demonstra o poder da solidariedade da classe trabalhadora contra o militarismo.
Jornal Maio
Erik Helgeson, vice-presidente do Sindicato dos Estivadores despedido alegadamente por ter dirigido o bloqueio imposto pelo sindicato ao manuseamento de armas com destino a e provenientes de Israel durante o ataque a Gaza está de novo a trabalhar nas docas. Os estivadores angariaram fundos para o apoiar e demonstraram a existência de um plano patronal de ataque a ele e a outros dirigentes sindicais para os pôr numa lista negra e impedi-los de se candidatar a eleições sindicais.
Peter Cole
Em Nova Iorque, a cidade com o custo de vida mais elevado dos Estados Unidos, os professores da maior universidade privada do país, com 60 000 estudantes, organizaram-se, criaram um sindicato e obtiveram uma vitória histórica.
Pierre Broué
No quadragésimo aniversário da morte do matemático e revolucionário Jean van Heijenoort, publicamos um artigo do historiador Pierre Broué em sua homenagem.
Michael Roberts
Fez em 9 de Março 250 anos que Adam Smith publicou An Inquiry Into the Nature and Causes of the Wealth of Nations (Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações), assim inventando a economia. Composto por cinco ‘livros’, com mais de 1000 páginas, pode dizer-se que A Riqueza das Nações é o “Antigo Testamento” da economia política clássica, sendo os Principles of Economics (Princípios de Economia), de David Ricardo, escritos em 1819, o respectivo “Novo Testamento”.
Suzi Weissman
Algo mexeu nos Estados Unidos. Assembleias de trabalhadores em Minneapolis, novos órgãos democráticos que juntam trabalhadores sindicalizados e não sindicalizados, grupos de moradores e organizações comunitárias para tomarem decisões colectivas sobre os passos seguintes, que não são a mesma coisa que as comissões permanentes do movimento sindical existente. São algo novo: formas de auto-organização em democracia directa, que visam preservar a força gerada no balanço da greve geral.
Michael Roberts
Quatro anos de guerra enfraqueceram drasticamente Ucrânia e Rússia. Do lado ucraniano e ocidental, sustenta-se que morreram mais de 1 milhão de russos, mas menos de cem mil ucranianos. A Rússia sustenta o inverso, cerca de 300 mil ucranianos mortos ou feridos só em 2025. A população da Ucrânia diminuiu 37% desde o colapso da União Soviética e 20% desde o início da guerra. O PIB real caiu 37% em relação ao valor de 1991 e 21% desde o início da guerra.
Adriano Zilhão
“O capitalismo carrega no ventre a guerra como a nuvem a tempestade.” A famosa frase de Jean Jaurès, socialista francês assassinado nas vésperas da Primeira Guerra Mundial, são mais actuais do que nunca. O capital financeiro americano e a sua administração Trump, com o genocida Netanyahu como torcionário-chefe, generalizam a guerra ao mundo. Bombardeiam o Irão, depois de mergulharem o Afeganistão, a Síria e o Iraque no caos e na guerra e de perpetrarem um genocídio em Gaza. Do outro lado, jovens soldados e estudantes liceais condenados a sê-lo recusam a restauração do serviço militar obrigatório (Alemanha), recusam o alistamento e desertam (Ucrânia, Rússia), organizam-se e resistem (Minnesota, EUA).
Tradução de Adriano Zilhão
De “algures na Rússia” chega-nos uma denúncia da guerra entre a Rússia e a Ucrânia e das consequências diametralmente opostas que tem para o povo e para os oligarcas.
Adriano Zilhão
“A grande imprensa chama a tudo isto ‘o caso Epstein’. Porém, quando quem está envolvido são capitalistas de primeira linha, dois presidentes da principal potência imperialista e altos dirigentes, a rubrica jornalística certa já não é a crónica social.”
Erik Helgeson e Artem Tidva
Na Suécia, os trabalhadores boicotaram navios russos em resposta à invasão da Ucrânia e, posteriormente, fizeram o mesmo em relação ao comércio de armas de Israel. A sua ação demonstra o poder da solidariedade da classe trabalhadora contra o militarismo.
Jornal Maio
Erik Helgeson, vice-presidente do Sindicato dos Estivadores despedido alegadamente por ter dirigido o bloqueio imposto pelo sindicato ao manuseamento de armas com destino a e provenientes de Israel durante o ataque a Gaza está de novo a trabalhar nas docas. Os estivadores angariaram fundos para o apoiar e demonstraram a existência de um plano patronal de ataque a ele e a outros dirigentes sindicais para os pôr numa lista negra e impedi-los de se candidatar a eleições sindicais.
Peter Cole
Em Nova Iorque, a cidade com o custo de vida mais elevado dos Estados Unidos, os professores da maior universidade privada do país, com 60 000 estudantes, organizaram-se, criaram um sindicato e obtiveram uma vitória histórica.
Pierre Broué
No quadragésimo aniversário da morte do matemático e revolucionário Jean van Heijenoort, publicamos um artigo do historiador Pierre Broué em sua homenagem.
Michael Roberts
Fez em 9 de Março 250 anos que Adam Smith publicou An Inquiry Into the Nature and Causes of the Wealth of Nations (Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações), assim inventando a economia. Composto por cinco ‘livros’, com mais de 1000 páginas, pode dizer-se que A Riqueza das Nações é o “Antigo Testamento” da economia política clássica, sendo os Principles of Economics (Princípios de Economia), de David Ricardo, escritos em 1819, o respectivo “Novo Testamento”.
Suzi Weissman
Algo mexeu nos Estados Unidos. Assembleias de trabalhadores em Minneapolis, novos órgãos democráticos que juntam trabalhadores sindicalizados e não sindicalizados, grupos de moradores e organizações comunitárias para tomarem decisões colectivas sobre os passos seguintes, que não são a mesma coisa que as comissões permanentes do movimento sindical existente. São algo novo: formas de auto-organização em democracia directa, que visam preservar a força gerada no balanço da greve geral.
Michael Roberts
Quatro anos de guerra enfraqueceram drasticamente Ucrânia e Rússia. Do lado ucraniano e ocidental, sustenta-se que morreram mais de 1 milhão de russos, mas menos de cem mil ucranianos. A Rússia sustenta o inverso, cerca de 300 mil ucranianos mortos ou feridos só em 2025. A população da Ucrânia diminuiu 37% desde o colapso da União Soviética e 20% desde o início da guerra. O PIB real caiu 37% em relação ao valor de 1991 e 21% desde o início da guerra.
Adriano Zilhão
“O capitalismo carrega no ventre a guerra como a nuvem a tempestade.” A famosa frase de Jean Jaurès, socialista francês assassinado nas vésperas da Primeira Guerra Mundial, são mais actuais do que nunca. O capital financeiro americano e a sua administração Trump, com o genocida Netanyahu como torcionário-chefe, generalizam a guerra ao mundo. Bombardeiam o Irão, depois de mergulharem o Afeganistão, a Síria e o Iraque no caos e na guerra e de perpetrarem um genocídio em Gaza. Do outro lado, jovens soldados e estudantes liceais condenados a sê-lo recusam a restauração do serviço militar obrigatório (Alemanha), recusam o alistamento e desertam (Ucrânia, Rússia), organizam-se e resistem (Minnesota, EUA).
Tradução de Adriano Zilhão
De “algures na Rússia” chega-nos uma denúncia da guerra entre a Rússia e a Ucrânia e das consequências diametralmente opostas que tem para o povo e para os oligarcas.
Adriano Zilhão
“A grande imprensa chama a tudo isto ‘o caso Epstein’. Porém, quando quem está envolvido são capitalistas de primeira linha, dois presidentes da principal potência imperialista e altos dirigentes, a rubrica jornalística certa já não é a crónica social.”