Nas horas de ponta de 17 a 24 janeiro, das 7 às 10h, motoristas desligam Uber (seg/qua/sex) e Bolt (ter/qui/sáb).
Greve TVDE
JAN.17
JAN.17
Nas horas de ponta de 17 a 24 janeiro, das 7 às 10h, motoristas desligam Uber (seg/qua/sex) e Bolt (ter/qui/sáb).
Segundo o dicionário da Academia das Ciências, nome ou adjetivo: 1. que é relativo à raiz; 2. que se considera essencial, fundamental, básico; 3. que é completo, decisivo, profundo; 4. (em política) que visa uma reorganização completa do Estado e da sociedade; que é partidário do radicalismo; ou 5. que
Segundo o dicionário da Academia das Ciências, nome ou adjetivo: 1. que é relativo à raiz; 2. que se considera essencial, fundamental, básico; 3. que é completo, decisivo, profundo; 4. (em política) que visa uma reorganização completa do Estado e da sociedade; que é partidário do radicalismo; ou 5. que defende posições extremistas.
EM NOVILÍNGUA:
Em tempo de eleições, e não só, apenas o significado que acabou por ser atribuído no nosso país ao termo é usado. “Radical” é atirado à cara dos adversários quase como um insulto, sinónimo de extremista, por oposição a “moderado”. Porém, radical como relativo à raiz (das coisas, dos problemas), ao essencial, fundamental ou básico, não tem como antónimo moderado, mas conformista, imobilista, superficial. ASP
O Maio é construído por trabalhadores que têm diferentes opções políticas. Não endossamos qualquer candidatura presidencial, optando antes por dar voz a apoiantes de diversas opções eleitorais em sufrágio.
O Maio é construído por trabalhadores que têm diferentes opções políticas. Não endossamos qualquer candidatura presidencial, optando antes por dar voz a apoiantes de diversas opções eleitorais em sufrágio. Opção que não nos impede de traçar “linhas vermelhas”. O Maio não é o espaço de candidaturas que representem a burguesia na sua ofensiva contra os direitos dos trabalhadores, exemplificada com o “pacote laboral” do Governo da AD, que tenham como objetivo dividir os trabalhadores portugueses com base na sua etnia, cor, país de origem, género ou orientação sexual e que apoiem ou se calem perante o genocídio do povo palestiniano levado a cabo por Israel e as agressões e ameaças em curso contra outros Estados. O apelo que o Maio faz nestas eleições aos trabalhadores que nos leem é que não lhes falhe o instinto que, no seu dia a dia de vida e de trabalho, os ajuda a distinguir o trigo do joio, entre aqueles que estão do nosso lado e os outros, aqueles que têm muitos recursos para se mascararem de “amigos do povo” no baile de máscaras eleitoral, mas apenas representam a continuidade deste regime de exploração ou mudá-lo para ainda pior.
JAN.13
O dossiê desta edição do Maio é dedicado às eleições presidenciais de 18 de janeiro próximo.

Na Redação discutimos como abordar este tema e acabámos por decidir (em vez de, por exemplo, entrevistar candidatos) convidar apoiantes de diversos candidatos que correspondem a opções dos nossos membros a explicarem sucintamente as razões que os levam a votar nessas pessoas. Mais fácil é perceber as razões para não haver aqui quem defenda outros candidatos: nem fascistas, nem “facilitadores de negócios”, nem defensores de “pacotes laborais” para piorar as condições de vida dos trabalhadores têm aqui tribuna.
Jornal MaioAntónio Simões do Paço
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioPaulo de Morais
Jornal MaioAntónio Pinho Vargas
Jornal MaioGorete Pimentel
Jornal MaioBernardo Maria Albuquerque Queirós da Fonseca
Segundo o dicionário da Porto Editora, eis as principais correspondências deste nome feminino: 1. ato ou efeito de extrair, de tirar; 2. Arrancamento; 3. operação cirúrgica para remoção de um órgão ou de um objeto estranho que se tenha alojado no corpo; 4. Sorteio. Em termos militares também se vulgarizou
Segundo o dicionário da Porto Editora, eis as principais correspondências deste nome feminino: 1. ato ou efeito de extrair, de tirar; 2. Arrancamento; 3. operação cirúrgica para remoção de um órgão ou de um objeto estranho que se tenha alojado no corpo; 4. Sorteio. Em termos militares também se vulgarizou para designar a saída planeada ou forçada de militares de uma área de operações.
EM NOVILÍNGUA:
O rapto do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos EUA começou por ser designado por este termo neutro, extração. Também foram usados termos como captura, ou, em inglês, seizing. Terá havido indicações de certos meios de comunicação para usar captura, ou seizing, mas nunca rapto ou sequestro. Também assim se molda a “opinião pública”. ASP
O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório

O dossiê deste número do Maio é dedicado à guerra e à resistência a ela pelos povos, com textos - de debate e com divergências - sobre a Ucrânia e a Venezuela, sobre a nova “Estratégia de Segurança Nacional” norte-americana, a falência da União Europeia, a resistência da juventude alemã à reintrodução do serviço militar obrigatório e um exemplo histórico de resistência em condições extremas: um jornal clandestino produzido e difundido entre as tropas alemãs durante a ocupação nazi de França que recordava aos soldados da Wehrmacht que por debaixo da farda que envergavam havia um trabalhador. Porque “mesmo na noite mais triste, em tempo de servidão, há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não”.
Jornal MaioViriato Soromenho-Marques
Jornal MaioAdriano Zilhão
Jornal MaioHans-Werner Schüster
Jornal MaioAnísio G. Homem
Jornal MaioRui Pereira
Jornal MaioFilipe Alegria
Jornal MaioMarcela Uchôa
JAN.01
Segundo o dicionário da Porto Editora, corresponde a: 1) forma de liderança que se baseia no mérito pessoal, em vez de se basear em riqueza ou estatuto social; 2) sistema social que se baseia nessa forma de liderança. EM NOVILÍNGUA: Segundo artigo de Sergio C. Fanjul no El País: “Soa
Segundo o dicionário da Porto Editora, corresponde a: 1) forma de liderança que se baseia no mérito pessoal, em vez de se basear em riqueza ou estatuto social; 2) sistema social que se baseia nessa forma de liderança.
EM NOVILÍNGUA:
Segundo artigo de Sergio C. Fanjul no El País: “Soa bem, e dizem-nos muitas vezes que vivemos numa meritocracia”. “Mas vários especialistas consultados alertam: a meritocracia não existe nas nossas sociedades e não está claro que a sua existência nos traga virtude. Nas últimas décadas o fosso entre vencedores e perdedores aumentou, gerando sociedades mais polarizadas e desiguais em rendimentos e riqueza.” A conceptualização do sucesso também mudou: “Os que chegaram ao topo acreditam que o seu sucesso é obra sua, evidência do seu mérito superior, e que os que ficam para trás merecem o seu destino”, diz o filósofo da Universidade de Harvard Michael Sandel, autor do livro A Tirania do Mérito (Presença, 2022). ASP
Dezenas ou centenas de milhares de trabalhadores, na esmagadora maioria imigrantes, trabalham de sol a sol nos campos portugueses, em condições indignas do século XIX, quanto mais do século XXI.
Já não os empregam tanto os velhos latifundiários de antes da revolução. Com a União Europeia e o comércio livre, entrou no país, principalmente nos campos do Alentejo, uma nova espécie invasora: os grandes investidores e fundos especializados em extorquir o máximo de fundos, o máximo de trabalho e o máximo de azeite e de frutos da terra do mínimo de investimento, de terra e de trabalhadores.
Alguns comandam e servem máfias que organizam um tráfico de seres humanos digno dos tempos da escravatura. Sugam a água e os recursos naturais, esgotam e destroem os solos, expulsam as populações e a cultura popular e escravizam quem os traficantes lhes trazem.
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioMaria Carolina Varela
Jornal MaioCristina Morais
Jornal MaioAna Barbosa
Jornal MaioJorge Sanches da Cruz
Jornal MaioAntónio Garcia Pereira
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