Jornal Maio

editorial

Jornal Maio
Depois do “comboio de tempestades” que espalhou destruição no país há uma imensa tarefa de reconstrução pela frente. Porém, houve e há outras questões com efeitos devastadores que têm de ser enfrentadas e resolvidas: anos de privatizações, com grandes empresas privatizadas, como a EDP, comunicações e transportes, a subcontratarem a manutenção das redes a pequenas empresas, ficando com cada vez menos trabalhadores qualificados. Com as barragens a serem geridas por privados, focados na obtenção de lucro, que acontecerá na bacia do Mondego, por exemplo?
Jornal Maio
António José Seguro venceu as eleições para Presidente da República com perto de 67% dos votos. Ventura obteve 33%, ainda assim, mais de 1,7 milhão de votos. Dois terços dos que votaram rejeitaram o candidato fascista. Ventura só conseguiu acrescentar cerca de 400 mil votos ao seu resultado da primeira volta, apesar de os três candidatos de direita derrotados (Cotrim, Gouveia e Melo e Marques Mendes) terem somado mais de 2,3 milhões.
Jornal Maio
A tempestade Katrin e o seu rasto de destruição deixaram à vista de todos um Estado falhado, desmantelado por décadas de neoliberalismo, e um Governo incapaz de responder à realidade.
Jornal Maio
Todas as classes dominantes da Europa estão a aplicar, sob a batuta centralizada da Comissão Europeia, um programa de desmantelamento dos “pilares do declínio”: a segurança do emprego e os direitos dos funcionários públicos, a segurança social e as pensões “sucedâneo de salário”, a indústria “obsoleta” … e o ensino público.
Jornal Maio
Na segunda volta das eleições presidenciais, António José Seguro enfrentará o candidato do partido fascista, André Ventura.
Jornal Maio
O Maio é construído por trabalhadores que têm diferentes opções políticas. Não endossamos qualquer candidatura presidencial, optando antes por dar voz a apoiantes de diversas opções eleitorais em sufrágio.
Jornal Maio
A agressão militar e captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos é um crime e um ato de guerra e deve ser repudiado e condenado como tal.
Jornal Maio
Há uma relação estreita entre a Operação Safra Justa, no Alentejo, a greve geral de 11 de dezembro e as eleições presidenciais de janeiro próximo. Este número do Maio inclui um dossiê sobre “trabalho forçado e destruição ecológica no Alentejo” que ilustra bem esta relação.
Jornal Maio
Ontem, quinta-feira 11 de Dezembro de 2025, a greve geral parou o país.
Jornal Maio
Os olivais e as estufas do Alentejo crescem apoiados no trabalho de imigrantes de outras paragens que cá vieram “buscar a sorte”
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Depois do “comboio de tempestades” que espalhou destruição no país há uma imensa tarefa de reconstrução pela frente. Porém, houve e há outras questões com efeitos devastadores que têm de ser enfrentadas e resolvidas: anos de privatizações, com grandes empresas privatizadas, como a EDP, comunicações e transportes, a subcontratarem a manutenção das redes a pequenas empresas, ficando com cada vez menos trabalhadores qualificados. Com as barragens a serem geridas por privados, focados na obtenção de lucro, que acontecerá na bacia do Mondego, por exemplo?
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António José Seguro venceu as eleições para Presidente da República com perto de 67% dos votos. Ventura obteve 33%, ainda assim, mais de 1,7 milhão de votos. Dois terços dos que votaram rejeitaram o candidato fascista. Ventura só conseguiu acrescentar cerca de 400 mil votos ao seu resultado da primeira volta, apesar de os três candidatos de direita derrotados (Cotrim, Gouveia e Melo e Marques Mendes) terem somado mais de 2,3 milhões.
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A tempestade Katrin e o seu rasto de destruição deixaram à vista de todos um Estado falhado, desmantelado por décadas de neoliberalismo, e um Governo incapaz de responder à realidade.
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Todas as classes dominantes da Europa estão a aplicar, sob a batuta centralizada da Comissão Europeia, um programa de desmantelamento dos “pilares do declínio”: a segurança do emprego e os direitos dos funcionários públicos, a segurança social e as pensões “sucedâneo de salário”, a indústria “obsoleta” … e o ensino público.
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Na segunda volta das eleições presidenciais, António José Seguro enfrentará o candidato do partido fascista, André Ventura.
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O Maio é construído por trabalhadores que têm diferentes opções políticas. Não endossamos qualquer candidatura presidencial, optando antes por dar voz a apoiantes de diversas opções eleitorais em sufrágio.
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A agressão militar e captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos é um crime e um ato de guerra e deve ser repudiado e condenado como tal.
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Há uma relação estreita entre a Operação Safra Justa, no Alentejo, a greve geral de 11 de dezembro e as eleições presidenciais de janeiro próximo. Este número do Maio inclui um dossiê sobre “trabalho forçado e destruição ecológica no Alentejo” que ilustra bem esta relação.
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Ontem, quinta-feira 11 de Dezembro de 2025, a greve geral parou o país.
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Os olivais e as estufas do Alentejo crescem apoiados no trabalho de imigrantes de outras paragens que cá vieram “buscar a sorte”