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(sem Título)
categoria-um poema edicao-2026-03-05 (18)

(sem Título)

Uma vez quiseram-me louca, a arder e eu ardi com a discrição de um fogo posto porque a cura vai na mesma direcção que a nossa febre Ateei-me como um relâmpago inesperado à luz do dia Eu parecia uma basílica em chamas de altar por estrear, a arder

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CEO​
categoria-dicionário da novilíngua edicao-2026-03-05 (18)

CEO​

Segundo o dicionário Priberam, nome de dois géneros e de dois números que significa indivíduo que ocupa o cargo mais alto na hierarquia de uma empresa e que tem como responsabilidade executar as diretrizes do conselho de administração. Origem: palavra inglesa, abreviatura de chief executive officer, diretor-executivo EM NOVILÍNGUA:

Jornal Maio
Equipa de limpeza
categoria-uma série edicao-2026-03-05 (18)

Equipa de limpeza

Equipa de Limpeza (Frotter-frotter) é uma série francesa de quatro episódios estreada quinta-feira 26 de fevereiro, às 22 horas, na RTP2 e que pode ser vista também na RTP Play.

António Simões do Paço
"Submete-te, ou morre"
categoria-editorial edicao-2026-03-05 (18)

"Submete-te, ou morre"

O assassinato do chefe político e religioso da teocracia iraniana, Khamenei, poucas semanas após o rapto do presidente Maduro da Venezuela, é um sinal novo, decalcado dos métodos das Mafias

Jornal Maio
Há 40 anos, Portugal na Cêiéié
categoria-política edicao-2026-03-05 (18)

Há 40 anos, Portugal na Cêiéié

Nos indicadores fundamentais em que houve inegável progresso, como o grau de escolarização e a saúde e longevidade da população, a grande mudança nada teve que ver com a CEE. Foi fruto directo da revolução portuguesa, da gestão democrática de escolas e hospitais.

Adriano Zilhão
O racismo é incompatível com os valores cristãos
categoria-opinião Igreja Racismo Valores cristãos edicao-2026-03-05 (18)

O racismo é incompatível com os valores cristãos

Todos os seres humanos devem humanizar-se cada vez mais, mas o cristão está desafiado pela fonte onde bebe o seu crer a ainda mais se humanizar e lutar pela dignificação de qualquer pessoa, em qualquer lado.

Pe. José Luís Rodrigues
Os modernos “missionários da cultura urbana”
categoria-opinião Agricultura super-intensiva Alqueva Desertificação edicao-2026-03-05 (18)

Os modernos “missionários da cultura urbana”

Prometeram-nos que as águas de Alqueva iam tornar o Alentejo num paraíso verde. Porém, todas as marcas de ordenamento do território que o homem construiu ao longo de milhares de anos estão desaparecendo. Para além da natureza, serão as pessoas e a cultura que desaparece.

Jorge Sanches da Cruz
Engels, pensador da guerra, pensador da revolução. Parte 3
categoria-história Engels Guerra edicao-2026-03-05 (18)

Engels, pensador da guerra, pensador da revolução. Parte 3

Este estudo foi redigido para um colóquio organizado por Georges Labica na Universidade de Nanterre, em 1995, por ocasião do centenário da morte de Friedrich Engels. Pela sua extensão, apresentamo-lo aqui em três partes. Nesta terceira e última parte, Engels reforça a sua convicção de que o destino

Gilbert Achcar
Aprender a pescar com web
categoria-política Burocracia Mau tempo Pesca edicao-2026-03-05 (18)

Aprender a pescar com web

Em resposta às reivindicações dos pescadores e das associações que os representam, o Governo lançou no dia 17 de fevereiro um aviso de concurso destinado a “Compensar as perdas de rendimento durante a cessação temporária da atividade da pesca, causada pelas intempéries”

Francisco Silva
Populações sem comboio: abandono que tem responsáveis
categoria-voz dos sindicatos Abandono Ferrovia edicao-2026-03-05 (18)

Populações sem comboio: abandono que tem responsáveis

A passagem da tempestade Kristin por Portugal, seguida de vários fenómenos meteorológicos adversos, provocou danos significativos nas infraestruturas ferroviárias e rodoviárias. No setor ferroviário, semanas depois, continuam sem avançar obras visíveis que permitam repor a circulação com urgência.

Luís Bravo
Populações sem comboio: abandono que tem responsáveis
categoria-voz dos sindicatos Abandono Ferrovia edicao-2026-03-05 (18)

Populações sem comboio: abandono que tem responsáveis

A passagem da tempestade Kristin por Portugal, seguida de vários fenómenos meteorológicos adversos, provocou danos significativos nas infraestruturas ferroviárias e rodoviárias. No setor ferroviário, semanas depois, continuam sem avançar obras visíveis que permitam repor a circulação com urgência.

Luís Bravo
categoria-voz dos sindicatos Abandono Ferrovia edicao-2026-03-05 (18)

Populações sem comboio: abandono que tem responsáveis

A passagem da tempestade Kristin por Portugal, seguida de vários fenómenos meteorológicos adversos, provocou danos significativos nas infraestruturas ferroviárias e rodoviárias. No setor ferroviário, semanas depois, continuam sem avançar obras visíveis que permitam repor a circulação com urgência.

Presidente do SFRCI

No passado dia 28 de janeiro de 2026, a passagem da tempestade Kristin por Portugal, seguida de vários fenómenos meteorológicos adversos, provocou danos significativos nas infraestruturas ferroviárias e rodoviárias sob gestão da Infraestruturas de Portugal.

As consequências foram imediatas: interrupções prolongadas da circulação ferroviária em várias linhas da rede nacional. Em muitos casos, essas interrupções mantêm-se até hoje, com especial impacto na Linha do Oeste, na Linha da Beira Baixa e na Linha do Douro.

Mas o mais grave não é apenas o dano causado pela tempestade, é a resposta, ou falta dela.

Por todo o país, autarcas denunciam a ausência de intervenção nas estradas nacionais afetadas. No setor ferroviário, a situação é ainda mais preocupante: semanas depois, continuam sem avançar obras visíveis que permitam repor a circulação com urgência.

O próprio Governo já admitiu que a Linha do Oeste, entre Meleças e Caldas da Rainha, poderá estar encerrada durante cerca de nove meses. Nove meses! Um prazo inaceitável para populações que dependem diariamente do comboio para trabalhar, estudar e aceder a serviços essenciais.

A Linha do Oeste, entre Meleças e Caldas da Rainha, poderá estar encerrada durante cerca de nove meses.

Importa recordar que estas mesmas populações vinham já de um longo período de sacrifício. Durante dois anos, suportaram o encerramento da linha, com a promessa de modernização e eletrificação. Hoje, voltam a ficar sem comboio — e, desta vez, sem sequer transportes alternativos.

Na Linha do Douro, entre a Régua e o Pocinho, o cenário repete-se: populações isoladas, trabalhadores sem soluções de mobilidade, territórios empurrados ainda mais para a marginalização.

Não se trata apenas de um problema de transporte. Trata-se de um ataque direto ao direito à mobilidade, ao trabalho e à coesão territorial.

Quase um mês depois do impacto das tempestades, o que se vê no terreno é ausência: não há obras visíveis, não há meios mobilizados com a urgência que a situação exige, não há respostas claras para quem foi deixado sem alternativa.

Entretanto, a comunicação política continua seletiva. Quando se trata de grandes obras rodoviárias concessionadas a privados, a presença pública do Ministério das Infraestruturas é constante. Já quando estão em causa serviços públicos essenciais e populações inteiras dependentes do transporte ferroviário, instala-se o silêncio.

Este abandono não é inevitável. É uma opção.

Num país que fala de transição climática e de mobilidade sustentável, deixar linhas ferroviárias paradas durante meses, sem alternativas, é caminhar no sentido oposto. Penaliza trabalhadores, fragiliza economias locais e aprofunda desigualdades regionais.

As populações não podem continuar à espera. É urgente repor a circulação ferroviária, garantir transportes alternativos imediatos e assumir responsabilidades políticas claras.

Porque o comboio não é um luxo, é um direito.

Populações sem comboio: abandono que tem responsáveis
SEM-COMBOIOS
Populações sem comboio: abandono que tem responsáveis
categoria-voz dos sindicatos Abandono Ferrovia edicao-2026-03-05 (18)

Populações sem comboio: abandono que tem responsáveis

A passagem da tempestade Kristin por Portugal, seguida de vários fenómenos meteorológicos adversos, provocou danos significativos nas infraestruturas ferroviárias e rodoviárias. No setor ferroviário, semanas depois, continuam sem avançar obras visíveis que permitam repor a circulação com urgência.

Luís Bravo

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