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Jornal Maio

opinião

Manuel Carlos Silva
A pobreza energética é, em regra, produto da situação de pobreza e enquadra-se no problema central da habitação degradada, insalubre e de baixa qualidade energética.
Pe. José Luís Rodrigues
Na sua verborreia de ameaças, Trump atacou o Vaticano e o Papa, porque Leão XIV “não está a fazer um bom trabalho. Acho que ele gosta de criminalidade”. Daí que deva ser necessário libertar o Vaticano deste “aiatola” do estreito da Basílica de São Pedro para deixar passar os petroleiros da instrumentalização da fé.
Duarte d’Araújo Mata
Enquanto promove a ideia de uma “muralha verde” entre Oeiras e a Amadora, Isaltino Morais permitiu em Miraflores uma barreira de prédios recentemente construídos (1135 fogos em mais de 32.000 m2 de implantação) que são uma verdadeira floresta de betão.
Luís Farinha
O Museu do Aljube, resultado de um forte movimento social de resgate da memória, surgido em cima da crise do capitalismo mundial de 2008, correspondeu em Portugal à emergência do primeiro grande movimento social de descontentamento com os resultados da democracia instaurada em 1975-1976: não era democracia social, como anunciavam os novos detentores do poder, quanto mais fase primeva de um país rumo ao socialismo, como apregoava a Constituição.
António Carlos Cortez
Pejadas de jogos didácticos e de infantilidades avaliativas, verdadeiros espaços onde grassa a indisciplina e a ditadura digital, Saramago passa a ser opcional porque, em bom rigor, a cultura na escola é opcional também. E o mesmo se diga na formação de professores, viveiro de tanto absurdo.
António Galopim de Carvalho
Para o regime do Estado Novo, a pintura devia ser um instrumento de estabilidade social e não um espaço de contestação, pelo que devia assentar nos valores do nacionalismo tradicional, do ruralismo, da família bem estruturada e do catolicismo.
Sylvia Debossan Moretzsohn
“Agentes de IA não ‘querem’ nada. Eles apenas executam comportamentos compatíveis com aquilo que foram treinados ou programados para fazer.” O problema está na definição do que devem fazer, que é uma decisão humana e pode ser muito perversa.
José Paulo Santos
A boa literatura nasce das entranhas e entrega-nos não apenas histórias, mas instrumentos de compreensão do mundo. O bom jornalismo, quando existe, cumpre função semelhante: ilumina, contextualiza, desmonta ilusões e recorda-nos que a verdade não é um reflexo espontâneo, mas uma construção rigorosa. Porém, na Europa – e muito particularmente em Portugal –, a perda de hábitos de leitura e o declínio do interesse e da confiança informativa estão a abrir brechas por onde entram a desinformação, o revisionismo e as narrativas simplificadoras que sustentam movimentos políticos radicais.
Duarte Peseiro Figueiredo
Paulo Rangel fala de “cumprimento das nossas obrigações atlânticas”, esperando que tanto o povo como a oposição aceitem esta afirmação de covardia e cinismo como resignação “sensata” ao poderio dos norte-americanos.
Cristina Semblano
Contrariando a tendência prevalecente desde 1946 a 2011, desde então até 2024, a taxa de mortalidade infantil em França tem vindo a aumentar.
Manuel Carlos Silva
A pobreza energética é, em regra, produto da situação de pobreza e enquadra-se no problema central da habitação degradada, insalubre e de baixa qualidade energética.
Pe. José Luís Rodrigues
Na sua verborreia de ameaças, Trump atacou o Vaticano e o Papa, porque Leão XIV “não está a fazer um bom trabalho. Acho que ele gosta de criminalidade”. Daí que deva ser necessário libertar o Vaticano deste “aiatola” do estreito da Basílica de São Pedro para deixar passar os petroleiros da instrumentalização da fé.
Duarte d’Araújo Mata
Enquanto promove a ideia de uma “muralha verde” entre Oeiras e a Amadora, Isaltino Morais permitiu em Miraflores uma barreira de prédios recentemente construídos (1135 fogos em mais de 32.000 m2 de implantação) que são uma verdadeira floresta de betão.
Luís Farinha
O Museu do Aljube, resultado de um forte movimento social de resgate da memória, surgido em cima da crise do capitalismo mundial de 2008, correspondeu em Portugal à emergência do primeiro grande movimento social de descontentamento com os resultados da democracia instaurada em 1975-1976: não era democracia social, como anunciavam os novos detentores do poder, quanto mais fase primeva de um país rumo ao socialismo, como apregoava a Constituição.
António Carlos Cortez
Pejadas de jogos didácticos e de infantilidades avaliativas, verdadeiros espaços onde grassa a indisciplina e a ditadura digital, Saramago passa a ser opcional porque, em bom rigor, a cultura na escola é opcional também. E o mesmo se diga na formação de professores, viveiro de tanto absurdo.
António Galopim de Carvalho
Para o regime do Estado Novo, a pintura devia ser um instrumento de estabilidade social e não um espaço de contestação, pelo que devia assentar nos valores do nacionalismo tradicional, do ruralismo, da família bem estruturada e do catolicismo.
Sylvia Debossan Moretzsohn
“Agentes de IA não ‘querem’ nada. Eles apenas executam comportamentos compatíveis com aquilo que foram treinados ou programados para fazer.” O problema está na definição do que devem fazer, que é uma decisão humana e pode ser muito perversa.
José Paulo Santos
A boa literatura nasce das entranhas e entrega-nos não apenas histórias, mas instrumentos de compreensão do mundo. O bom jornalismo, quando existe, cumpre função semelhante: ilumina, contextualiza, desmonta ilusões e recorda-nos que a verdade não é um reflexo espontâneo, mas uma construção rigorosa. Porém, na Europa – e muito particularmente em Portugal –, a perda de hábitos de leitura e o declínio do interesse e da confiança informativa estão a abrir brechas por onde entram a desinformação, o revisionismo e as narrativas simplificadoras que sustentam movimentos políticos radicais.
Duarte Peseiro Figueiredo
Paulo Rangel fala de “cumprimento das nossas obrigações atlânticas”, esperando que tanto o povo como a oposição aceitem esta afirmação de covardia e cinismo como resignação “sensata” ao poderio dos norte-americanos.
Cristina Semblano
Contrariando a tendência prevalecente desde 1946 a 2011, desde então até 2024, a taxa de mortalidade infantil em França tem vindo a aumentar.