Jornal Maio

Afonso Maia Silva

Afonso Maia Silva e Diogo Ferreira
Segunda e última parte da entrevista de Afonso Maia Silva, do Maio, ao historiador Diogo Ferreira, que estuda a história local da cidade do Sado, sobre os fuzilamentos de Setúbal de 1911 e investiga o que se passou com duas vítimas; os operários António Mendes e Mariana Torres. Aqui focada na violência protagonizada pela GNR e PSP, que muitas vezes rivalizou com a da PIDE.
Afonso Maia Silva e Diogo Ferreira
Primeira parte da entrevista de Afonso Maia Silva, do Maio, ao historiador Diogo Ferreira, que estuda a história local da cidade do Sado, sobre os fuzilamentos de Setúbal de 1911 e investiga o que se passou com duas vítimas; os operários António Mendes e Mariana Torres.
Afonso Maia Silva
A 13 de março de 1838 dar-se-á a rutura decisiva entre liberais burgueses e a sua base popular, com o confronto adiado entre as forças do Exército e parte das Guardas Nacionais (em grande medida operários arsenalistas), em plena Praça do Rossio, em Lisboa, após uma emboscada perpetrada por Costa Cabral. O resultado foi trágico: mais de cem mortos e centenas de feridos, numa estimativa conservadora, vitimando sobretudo os elementos da milícia cívica.
Afonso Maia Silva
Desastres provocados pela incúria e subfinanciamento de infraestruturas públicas levaram a grandes mobilizações em alguns países da Europa do Sul, como Grécia, Sérvia e Macedónia do Norte – embora não em Portugal no seguimento do colapso dos cabos de tração do Elevador da Glória.