Osteopolitik​

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“Osteopolitik” é um termo inovador introduzido recentemente no nosso vocabulário por um desses generais que pontificam nas televisões dia sim, dia sim, quase sempre a defender a bondade das políticas da NATO, a justificar os 5% do PIB para a “defesa”, perante a nova versão do “perigo vermelho”, agora combinado com o “perigo amarelo”, ainda que Rússia e China há muito se tenham rendido ao capitalismo. Parece ser um caso curioso de formação de uma palavra por composição, neste caso por aglutinação, de osteopatia com política. É também possível que o dito general estivesse a confundir com Ostpolitik, a “política para Leste”, encetada pelo ex-chanceler alemão Willy Brandt, mas nunca se sabe.

EM NOVILÍNGUA:

Um influenciador ou influenciadora seria “antigamente” uma figura pública (ator, cantor, modelo, celebridade do futebol, do cinema ou da TV (por exemplo, o ex-guarda-redes do Sporting Vítor Damas que promovia o creme de barbear Palmolive, ou as atrizes de cinema que gabavam um sabonete: “nove de cada dez estrelas usam Lux”) que utilizavam a sua imagem para promover marcas. Ou as e os colunistas “sociais”, que “faziam” opinião sobre estilo de vida ou moda nas colunas dos jornais. Vendedores, portanto. ASP

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