Jornal Maio

opinião

Manuel da Silva Ramos
Manuel Magno Alves foi eleito pelo círculo eleitoral Fora da Europa e é um senhor baixinho e parece que não mexe uma palha. De longe, parece um desses campónios que vieram com bosta nos sapatos para conquistar a cidade, mas trazem sempre com eles um cheiro a vacas leiteiras
Manuel da Silva Ramos
Candidato do Chega à União das Freguesias de Sé e São Lourenço em Portalegre, este alentejano acalorado mostrou-se uns dias antes das autárquicas muito despido, mostrando o rabo e simulando fazer sexo com outro homem.
António Carlos Cortez
Vivemos, argumenta o autor, “o momento mais sério e perigoso dos últimos 50 anos” porque “os Portugueses só obedecem a uma lei: ao seu individualismo, ao seu egoísmo primário”.
Rita Garcia Pereira
Ao aprovar a Proposta de Lei n.º 17/XVII/1.ª (GOV) está a conceder-se ao Governo a possibilidade de legislar, sozinho e sem vozes dissonantes, um aumento do tempo real de trabalho dos motoristas.
Padre José Luís Rodrigues
Uma comissão da Igreja Católica sobre a não abertura à ordenação de mulheres diaconisas suscitou irritação e desilusão entre muitos católicos e respetivas organizações, que não se reveem nas suas recomendações contrárias a uma maior igualdade entre homens e mulheres no seio da igreja.
Adriano Zilhão
Enquanto o país do trabalho entrava em greve geral, The Economist anunciava ter elegido a economia portuguesa a “melhor da OCDE”. Isto porque, em 2025, Portugal teria combinado um forte crescimento do PIB, inflação baixa e uma “bolsa esfuziante”.
Tiago Franco
Quando nos dizem que a flexibilização trará mais investimento externo, o que estão a dizer, no fundo, é que as multinacionais irão de bom grado para um país de brandos costumes e gente com formação que fala inglês sem se importar de receber amendoins a troco de trabalho. Do que podemos, de facto, vir a precisar, é de uma revolução.
Michael Roberts
A bolha da IA, porque é disso mesmo que se trata, apresenta surpreendentes semelhanças com a chamada ‘railway mania’ (que poderá traduzir-se por ‘ferromania’ ou ‘mania ferroviária’) na Grã-Bretanha na década de 1840 e, mais tarde, nos EUA na década de 1870.
António Marçal
O Governo prepara um pacote laboral que fragiliza direitos elementares, trata o trabalhador como variável descartável e entrega às empresas um poder quase absoluto sobre a vida de quem trabalha.
Alfredo Soares-Ferreira
Imaginar uma sociedade onde o poder não reside no trono dos reinos, nas presidências vazias ou nas secretarias cheias de burocratas pode ser uma tarefa interessante, caso seja acompanhada da necessária visão crítica.
Manuel da Silva Ramos
Manuel Magno Alves foi eleito pelo círculo eleitoral Fora da Europa e é um senhor baixinho e parece que não mexe uma palha. De longe, parece um desses campónios que vieram com bosta nos sapatos para conquistar a cidade, mas trazem sempre com eles um cheiro a vacas leiteiras
Manuel da Silva Ramos
Candidato do Chega à União das Freguesias de Sé e São Lourenço em Portalegre, este alentejano acalorado mostrou-se uns dias antes das autárquicas muito despido, mostrando o rabo e simulando fazer sexo com outro homem.
António Carlos Cortez
Vivemos, argumenta o autor, “o momento mais sério e perigoso dos últimos 50 anos” porque “os Portugueses só obedecem a uma lei: ao seu individualismo, ao seu egoísmo primário”.
Rita Garcia Pereira
Ao aprovar a Proposta de Lei n.º 17/XVII/1.ª (GOV) está a conceder-se ao Governo a possibilidade de legislar, sozinho e sem vozes dissonantes, um aumento do tempo real de trabalho dos motoristas.
Padre José Luís Rodrigues
Uma comissão da Igreja Católica sobre a não abertura à ordenação de mulheres diaconisas suscitou irritação e desilusão entre muitos católicos e respetivas organizações, que não se reveem nas suas recomendações contrárias a uma maior igualdade entre homens e mulheres no seio da igreja.
Adriano Zilhão
Enquanto o país do trabalho entrava em greve geral, The Economist anunciava ter elegido a economia portuguesa a “melhor da OCDE”. Isto porque, em 2025, Portugal teria combinado um forte crescimento do PIB, inflação baixa e uma “bolsa esfuziante”.
Tiago Franco
Quando nos dizem que a flexibilização trará mais investimento externo, o que estão a dizer, no fundo, é que as multinacionais irão de bom grado para um país de brandos costumes e gente com formação que fala inglês sem se importar de receber amendoins a troco de trabalho. Do que podemos, de facto, vir a precisar, é de uma revolução.
Michael Roberts
A bolha da IA, porque é disso mesmo que se trata, apresenta surpreendentes semelhanças com a chamada ‘railway mania’ (que poderá traduzir-se por ‘ferromania’ ou ‘mania ferroviária’) na Grã-Bretanha na década de 1840 e, mais tarde, nos EUA na década de 1870.
António Marçal
O Governo prepara um pacote laboral que fragiliza direitos elementares, trata o trabalhador como variável descartável e entrega às empresas um poder quase absoluto sobre a vida de quem trabalha.
Alfredo Soares-Ferreira
Imaginar uma sociedade onde o poder não reside no trono dos reinos, nas presidências vazias ou nas secretarias cheias de burocratas pode ser uma tarefa interessante, caso seja acompanhada da necessária visão crítica.