Ferroviarios

SFRCI convoca greve na CP para 30 de outubro
categoria-voz dos sindicatos edicao-2026-10-22 (46) CP Greve Ferroviarios Ferrovia

SFRCI convoca greve na CP para 30 de outubro

Trabalhadores exigem recuperação do poder de compra, valorização das carreiras e defesa de uma CP pública

SFRCI
Guifões: o futuro chega de comboio. Os trabalhadores, já não
categoria-voz dos sindicatos Ferrovia Ferroviarios Guifões edicao-2026-09-10 (40)

Guifões: o futuro chega de comboio. Os trabalhadores, já não

Guifões apareceu ainda há poucas semanas nas notícias com abundância de palavreado e políticos a posar para as fotografias: lá iria nascer a futura fábrica de comboios. Acabado o foguetório, chega a primeira medida prática: retirar o comboio que leva os ferroviários ao trabalho.

Bruno Oliveira
Greve da Manutenção da CP no Metro do Porto
categoria-voz dos sindicatos Ferroviarios Privatização edicao-2026-01-08 (10)

Greve da Manutenção da CP no Metro do Porto

Entre 8 e 22 de janeiro, o STMEFE – Sindicato dos Trabalhadores do Metro e Ferroviários decretou nova greve parcial por turnos.

Bruno Oliveira
Testemunho de um ferroviário
categoria-voz dos sindicatos Ferroviarios Greve edicao-2025-12-05 (07)

Testemunho de um ferroviário

Falo em meu nome e em nome e de todos os meus colegas da manutenção ferroviária em Portugal.

Jornal Maio
Alterações à Lei da Greve: um retrocesso nos direitos fundamentais
categoria-voz dos sindicatos Ferroviarios Greve Pacote Laboral edicao-2025-12-05 (07)

Alterações à Lei da Greve: um retrocesso nos direitos fundamentais

O Governo apresentou recentemente o anteprojecto de alteração ao Código do Trabalho — o chamado Pacote Laboral — que, entre várias matérias, propõe uma mudança profunda no regime da greve, particularmente na definição e fixação dos serviços mínimos.

Luís Bravo
categoria-voz dos sindicatos edicao-2026-10-22 (46) CP Greve Ferroviarios Ferrovia

SFRCI convoca greve na CP para 30 de outubro

O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI) informa que os trabalhadores abrangidos pela greve de 24 horas a realizar dia 30 de outubro de 2026 lutam pela recuperação do poder de compra, pela valorização profissional e pela melhoria das condições de trabalho.

O agravamento do custo de vida, com aumentos nos combustíveis, na alimentação, na eletricidade, no gás e no crédito à habitação, tem reduzido o rendimento disponível das famílias ferroviárias. A situação é particularmente penalizadora para os trabalhadores que, devido aos horários praticados, são obrigados a utilizar viatura própria para se deslocarem para o trabalho, suportando ainda, em alguns locais, custos de estacionamento.

O SFRCI considera insuficientes as valorizações salariais alcançadas e exige respostas concretas da Administração da CP e do Governo.

PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES

Os trabalhadores exigem, com carácter prioritário:

  • Valorização do subsídio de deslocação/transporte, ainda em 2026, com efeitos retroativos a julho;
  • Conclusão das negociações sobre o trabalho prestado em dias de descanso não compensado;
  • Publicação imediata, em Boletim do Trabalho e Emprego (BTE), dos aumentos salariais de 2025 e 2026 e dos restantes acordos em vigor;
  • Revisão do Acordo de Empresa e do Regulamento de Carreiras, corrigindo desigualdades e valorizando as carreiras de ORV, OVC/OC, Chefias Diretas e outras categorias profissionais;
  • Melhoria das condições remuneratórias e fiscais do trabalho suplementar, designadamente em dias de descanso e feriados;
  • Reforço do efetivo de trabalhadores nas bilheteiras, na revisão e na preparação de material circulante;
  • Reforço da segurança ferroviária, com medidas concretas de prevenção das agressões a trabalhadores e criação de brigadas regulares de fiscalização;
  • Respeito pelos horários de trabalho, pela compensação dos descansos trabalhados e pelas normas de segurança ferroviária;
  • Melhoria das instalações e das condições de trabalho nas bilheteiras e restantes locais de serviço;
  • Adequação dos horários dos comboios às condições reais da infraestrutura, evitando que os trabalhadores sejam injustamente responsabilizados pelos atrasos e problemas que afetam o serviço ferroviário.

PELA DEFESA DE UMA CP PÚBLICA

O SFRCI reafirma a sua oposição à subconcessão dos serviços urbanos da CP, defendendo uma empresa pública, integrada e dotada dos recursos humanos, técnicos e financeiros necessários para assegurar um serviço de qualidade às populações.

A greve de 30 de outubro é um último recurso perante a insuficiência das respostas obtidas. Os trabalhadores exigem respeito, salários dignos, carreiras valorizadas, segurança no exercício das suas funções e condições de trabalho compatíveis com as responsabilidades que diariamente assumem.

Valorizar os trabalhadores é defender o caminho de ferro público.

Antecipadamente gratos pela divulgação.

Ao dispor,

A Direção do SFRCI
Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante
Luís Bravo (Lisboa), António Lemos (Porto)


categoria-voz dos sindicatos Ferrovia Ferroviarios Guifões edicao-2026-09-10 (40)

Guifões: o futuro chega de comboio. Os trabalhadores, já não

ilustração: Rita Comedida

Há poucas semanas, Guifões voltava às notícias. Discursos, anúncios, fotografias e palavras grandes sobre o futuro. Falava-se do início de uma nova etapa para a indústria ferroviária portuguesa e da futura fábrica de comboios que deverá nascer em Guifões.

O futuro parecia promissor.

Durou pouco.

Passadas poucas semanas, os trabalhadores que já hoje dão vida a Guifões recebem uma mensagem bastante diferente: o comboio operário acabou.

É difícil imaginar melhor retrato da distância que tantas vezes existe entre os grandes anúncios e a realidade de quem trabalha.

Para o País anunciam-se comboios novos. Para os trabalhadores retira-se o comboio que os leva ao trabalho.

O comboio operário assegurava a ligação entre Ermesinde e as Oficinas de Guifões, nos dois sentidos. A sua supressão afeta cerca de 80 trabalhadores, aproximadamente 30% do efetivo da oficina, incluindo trabalhadores provenientes dos distritos do Porto, Braga e Aveiro.

Não estamos, portanto, perante uma pequena comodidade concedida a meia dúzia de pessoas.

Estamos perante uma condição concreta da vida de dezenas de trabalhadores.

O seu desaparecimento significa alternativas de transporte menos compatíveis com os horários das oficinas, deslocações mais penosas, menos descanso e menos tempo para a vida pessoal e familiar. Tudo isto imposto a trabalhadores que exercem funções tecnicamente exigentes, onde concentração, responsabilidade e segurança fazem parte do trabalho diário.

Talvez numa folha de cálculo tudo isto seja difícil de contabilizar.

O tempo que um trabalhador deixa de passar com os filhos não aparece nas contas.

O despertador que toca mais cedo também não.

O tempo adicional perdido no regresso a casa não aparece.

O cansaço acumulado não tem uma coluna própria no Excel.

Mas existe.

Não se pode, numa semana, apresentar Guifões como símbolo do renascimento da indústria ferroviária portuguesa e, poucas semanas depois, retirar uma condição de transporte aos trabalhadores que já hoje mantêm Guifões vivo.

E é aqui que esta decisão deixa de ser apenas incompreensível para se tornar profundamente desrespeitosa para com os trabalhadores da CP.

Porque não se pode, numa semana, apresentar Guifões como símbolo do renascimento da indústria ferroviária portuguesa e, poucas semanas depois, retirar uma condição de transporte aos trabalhadores que já hoje mantêm Guifões vivo.

Não se pode querer a fotografia do futuro e desprezar quem garante o presente.

Mais: fala-se constantemente da dificuldade em contratar trabalhadores especializados para a ferrovia. Em Guifões, esse desafio será ainda maior se a anunciada fábrica de comboios se concretizar.

Então expliquem-nos a estratégia.

Queremos trazer mais trabalhadores para Guifões, mas começamos por dificultar a vida aos que já lá estão?

Queremos tornar Guifões num grande polo ferroviário, mas acabamos com uma ligação ferroviária utilizada pelos próprios ferroviários?

Queremos construir comboios em Guifões, mas não conseguimos manter o comboio que leva os trabalhadores a Guifões?

Há ironias que se escrevem sozinhas.

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E há ainda uma parte desta história que torna tudo isto mais difícil de aceitar.

Guifões tem memória.

Em 2011, o processo que culminou no encerramento da oficina foi também acompanhado pelo desaparecimento do comboio operário e pela sua substituição por transporte rodoviário. Muitos dos trabalhadores que hoje assistem a esta decisão viveram esse período.

Não afirmamos que Guifões vai voltar a fechar.

Mas recusamo-nos a ter memória curta.

O comboio operário desapareceu uma vez.

Depois desapareceu Guifões.

Custou anos, luta e investimento recuperar aquilo que se perdeu.

Por isso, quando vemos novamente desaparecer o primeiro, temos todo o direito de perguntar para onde nos querem levar desta vez.

E talvez seja isto que mais revolta: enquanto se fazem anúncios sobre aquilo que Guifões poderá ser amanhã, parece existir cada vez menos consideração por aqueles que fazem Guifões funcionar hoje.

Os direitos e as condições de trabalho raramente desaparecem todos de uma vez.

Primeiro perde-se um transporte. Depois altera-se um horário. Depois desaparece outra condição.

Cada decisão é apresentada isoladamente como pequena, racional ou inevitável. Até ao dia em que olhamos para trás e percebemos tudo aquilo que ficou pelo caminho.

A Comissão de Trabalhadores, o STMEFE e o SNTSF exigiram à Administração da CP a reposição do comboio operário.

Não estamos a pedir um privilégio. Estamos a exigir respeito. Respeito por cerca de 80 trabalhadores. Respeito por quem manteve Guifões vivo quando era muito mais fácil desistir dele. Respeito por quem todos os dias garante que há material circulante em condições de prestar serviço. E respeito pela própria história ferroviária de Guifões.

Podem anunciar milhões. Podem lançar primeiras pedras. Podem fazer discursos sobre o futuro da indústria ferroviária portuguesa. Mas nenhuma fábrica, oficina ou ferrovia existe sem trabalhadores.

E antes de prometerem o futuro de Guifões, talvez fosse boa ideia começarem por respeitar aqueles que já lá estão.

categoria-voz dos sindicatos Ferroviarios Privatização edicao-2026-01-08 (10)

Greve da Manutenção da CP no Metro do Porto

Entre 8 e 22 de janeiro, o STMEFE – Sindicato dos Trabalhadores do Metro e Ferroviários decretou nova greve parcial por turnos.

Nós, os trabalhadores da Manutenção da CP afetos ao Metro do Porto, dizemos basta à degradação das condições de trabalho.

Desde 24 de dezembro, fazemos greve ao trabalho suplementar, às horas extraordinárias e ao trabalho aos feriados. Querem impor-nos novas escalas, mais horas de trabalho, mais desgaste e menos direito ao gozo da nossa vida pessoal. Tudo isto sem diálogo e sem respeito por quem garante todos os dias a segurança do Metro do Porto.

Entre 8 e 22 de janeiro, fazemos nova greve parcial por turnos.

Não defendemos apenas os direitos dos trabalhadores da ferrovia, mas também a segurança de todos os utentes que, diariamente, utilizam o Metro do Porto.

O STMEFE – Sindicato dos Trabalhadores do Metro e Ferroviários exige o fim da tentativa de alteração unilateral das escalas, o respeito pelas atuais horas semanais de trabalho e o início de um verdadeiro diálogo sobre as condições de trabalho.

Desta vez, não defendemos apenas os direitos dos trabalhadores da ferrovia, mas também a segurança de todos os utentes que, diariamente, utilizam o Metro do Porto. Agora o problema é de todos.

É urgente inverter o caminho de desinvestimento, da pressão e do desgaste. As constantes saídas de novos trabalhadores, grande parte ao fim de meros três meses, demonstram que o modelo de exploração chegou ao seu limite.

Sem trabalho digno, não há serviço público seguro. O Metro seguro faz-se assim: de pessoas para pessoas, em dignidade, respeito e responsabilidade recíproca.

categoria-voz dos sindicatos Ferroviarios Greve edicao-2025-12-05 (07)

Testemunho de um ferroviário

Ricardo, trabalhador ferroviário

O meu nome é Ricardo. Sou ferroviário há 10 anos na área da manutenção. Gostaria de deixar aqui o meu testemunho:

Falo em meu nome e em nome e de todos os meus colegas da manutenção ferroviária em Portugal. Somos muitos, espalhados pelo país, e todos partilhamos as mesmas preocupações, os mesmos desafios e, infelizmente, a mesma falta de reconhecimento. Vivemos tempos que não são felizes, de instabilidade, insatisfação e incerteza.


“Somos nós que garantimos que os comboios circulam em segurança, que as linhas estão em condições e que tudo funciona como deve funcionar.”

O trabalho na manutenção ferroviária é exigente e, muitas vezes, ingrato. É um trabalho física e mentalmente pesado, que requer competências muito específicas e uma enorme responsabilidade. Somos nós que garantimos que os comboios circulam em segurança, que as linhas estão em condições e que tudo funciona como deve funcionar. Mas este esforço raramente é reconhecido. Continuamos a ser uma classe esquecida e desvalorizada, mesmo sendo uma das mais importantes para o funcionamento da ferrovia. Recebemos alguns pequenos subsídios complementares, mas de valor tão baixo que mal compensam o desgaste, o risco e a dedicação que o trabalho exige.

Tudo isto tem um custo humano enorme. O cansaço acumula-se, o corpo ressente-se, a mente esgota-se. E, por vezes, a vida pessoal e familiar acaba por ficar para segundo plano. É uma luta constante entre o dever e o equilíbrio, entre o amor ao trabalho e a falta de reconhecimento por ele.

Como se tudo isto não bastasse, paira agora sobre nós uma sombra aterradora de uma possível alteração à lei laboral por parte do governo, com propostas que nos deixaram incrédulos.

As entidades patronais, empregadoras e chefias, não só na ferrovia, mas também no geral, precisam de compreender que na vida, tal como na matemática, “mais com menos é igual a menos”. Apenas mais com mais é igual a mais. Mais respeito, mais justiça, mais equilíbrio entre vida profissional, familiar e social e mais reconhecimento trazem trabalhadores mais motivados, mais responsáveis mais competentes e mais produtivos. Trabalhadores que sentem orgulho no que fazem e que dão o melhor de si, não por obrigação, mas por gratidão e sentido de valor. Porque, no fim, cuidar de quem mantém a ferrovia em funcionamento é cuidar da própria ferrovia, da sua segurança, da sua qualidade e do seu futuro.

categoria-voz dos sindicatos Ferroviarios Greve Pacote Laboral edicao-2025-12-05 (07)

Alterações à Lei da Greve: um retrocesso nos direitos fundamentais

O Governo apresentou recentemente o anteprojecto de alteração ao Código do Trabalho — o chamado Pacote Laboral — que, entre várias matérias, propõe uma mudança profunda no regime da greve, particularmente na definição e fixação dos serviços mínimos.

O arranque de 2026 está a ser marcado por um clima de tensão no mercado de trabalho. Apesar de Portugal ter fechado o ano anterior com o prestigiado título de “Economia do Ano” pela revista The Economist — um reconhecimento assente, em grande parte, no dinamismo do emprego —, o Governo insiste numa revisão profunda da legislação laboral que poucos parecem apoiar.

Um timing incompreensível

Para muitos especialistas, a proposta peca, desde logo, pela oportunidade. Figuras políticas, empresários questionam a lógica de alterar profundamente as regras do jogo num momento em que o sistema tem demonstrado resultados positivos. A tese é clara: porquê arriscar o desequilíbrio de um mercado que tem sido o motor do crescimento nacional?

Esta visão é partilhada por antigos obreiros da paz social em Portugal. Numa rara convergência, ex-ministros do Trabalho como Silva Peneda e Vieira da Silva manifestaram o seu ceticismo, sublinhando que as mudanças propostas pelo Executivo não apresentam benefícios claros que justifiquem a instabilidade social e a contestação que já se faz sentir nas ruas.

Os riscos: produtividade e inteligência artificial

As críticas não se limitam à forma, mas estendem-se ao conteúdo. Os detratores do projeto argumentam que a reforma falha em responder aos verdadeiros desafios estruturais:

  • Disrupção tecnológica: Numa era dominada pela inteligência artificial, as novas normas não preparam o país para a transição digital, focando-se, em vez disso, em pontos que podem fragilizar a proteção do trabalhador.

Impacto social: precarização e crise habitacional

Para a oposição e diversos setores da sociedade civil, estamos perante um “retrocesso civilizacional”. O alerta é particularmente grave no que toca à precariedade juvenil. Com uma inflação prevista de 2,1% para 2026, a perda de garantias laborais poderá dificultar ainda mais o acesso dos jovens a rendimentos estáveis, criando um efeito dominó que agrava a já severa crise na habitação. Sem estabilidade contratual, o acesso ao crédito e ao arrendamento torna-se uma miragem para as novas gerações.

Conclusão: uma precarização que serve a quem?

No balanço final, a insistência do Governo numa “modernização” desprovida de evidência científica deixa uma pergunta incómoda no ar: quem beneficia realmente com a fragilização dos direitos laborais? Na ausência de estudos técnicos que comprovem ganhos reais para a economia, a desconfiança instala-se. O consenso entre académicos e antigos decisores é claro: Portugal está a desperdiçar capital político em batalhas ideológicas obsoletas. Enquanto se ignoram reformas estruturais urgentes e inadiáveis, o país arrisca-se a trocar a paz social e o progresso de 2025 por um ciclo de precariedade, greves e contestação permanente.

SFRCI convoca greve na CP para 30 de outubro
Guifões: o futuro chega de comboio. Os trabalhadores, já não
Greve da Manutenção da CP no Metro do Porto
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Alterações à Lei da Greve: um retrocesso nos direitos fundamentais
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SFRCI convoca greve na CP para 30 de outubro

Trabalhadores exigem recuperação do poder de compra, valorização das carreiras e defesa de uma CP pública

SFRCI
Guifões: o futuro chega de comboio. Os trabalhadores, já não
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Guifões: o futuro chega de comboio. Os trabalhadores, já não

Guifões apareceu ainda há poucas semanas nas notícias com abundância de palavreado e políticos a posar para as fotografias: lá iria nascer a futura fábrica de comboios. Acabado o foguetório, chega a primeira medida prática: retirar o comboio que leva os ferroviários ao trabalho.

Bruno Oliveira
Greve da Manutenção da CP no Metro do Porto
categoria-voz dos sindicatos Ferroviarios Privatização edicao-2026-01-08 (10)

Greve da Manutenção da CP no Metro do Porto

Entre 8 e 22 de janeiro, o STMEFE – Sindicato dos Trabalhadores do Metro e Ferroviários decretou nova greve parcial por turnos.

Bruno Oliveira
Testemunho de um ferroviário
categoria-voz dos sindicatos Ferroviarios Greve edicao-2025-12-05 (07)

Testemunho de um ferroviário

Falo em meu nome e em nome e de todos os meus colegas da manutenção ferroviária em Portugal.

Jornal Maio
Alterações à Lei da Greve: um retrocesso nos direitos fundamentais
categoria-voz dos sindicatos Ferroviarios Greve Pacote Laboral edicao-2025-12-05 (07)

Alterações à Lei da Greve: um retrocesso nos direitos fundamentais

O Governo apresentou recentemente o anteprojecto de alteração ao Código do Trabalho — o chamado Pacote Laboral — que, entre várias matérias, propõe uma mudança profunda no regime da greve, particularmente na definição e fixação dos serviços mínimos.

Luís Bravo

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