Jornal Maio

Emigração

Adriano Zilhão
Eliminado Orbán, a UE desbloqueou o empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia e confirmou as sanções à Rússia. Em troca, Zelensky teve de aceitar o restabelecimento do oleoduto Drujbá, que, com o seu “ramo” ucraniano, transporta petróleo russo para a Hungria e a Eslováquia. No meio disto, uma Bulgária “pró-russa” poderia constituir um grão de areia na engrenagem no decurso de uma daquelas guerras que Trump declarava ir encerrar num piscar de olhos.
Raquel Varela e Pietro Basso
Se a união faz a força, o que faz a desunião? Enfraquece-nos. Emigrantes e imigrantes são hoje uma parte substancial da classe trabalhadora, em Portugal como na Europa ou nos Estados Unidos. A direita, extrema ou “democrática”, promove a desunião entre trabalhadores “nacionais” e “estrangeiros”. À classe trabalhadora compete, no seu próprio interesse, lutar contra essa desunião promovida pelo capital e seus agentes. Eis o que defende Pietro Basso nesta entrevista ao Maio.
Raquel Varela e Pietro Basso
Se a união faz a força, o que faz a desunião? Enfraquece-nos. Emigrantes e imigrantes são hoje uma parte substancial da classe trabalhadora, em Portugal como na Europa ou nos Estados Unidos. A direita, extrema ou “democrática”, promove a desunião entre trabalhadores “nacionais” e “estrangeiros”. À classe trabalhadora compete, no seu próprio interesse, lutar contra essa desunião promovida pelo capital e seus agentes. Eis o que defende Pietro Basso nesta entrevista ao Maio.
Raquel Varela e Pietro Basso
Se a união faz a força, o que faz a desunião? Enfraquece-nos. Emigrantes e imigrantes são hoje uma parte substancial da classe trabalhadora, em Portugal como na Europa ou nos Estados Unidos. A direita, extrema ou “democrática”, promove a desunião entre trabalhadores “nacionais” e “estrangeiros”. À classe trabalhadora compete, no seu próprio interesse, lutar contra essa desunião promovida pelo capital e seus agentes. Eis o que defende Pietro Basso nesta entrevista ao Maio.
Tiago Franco
Quando cheguei à Suécia, como qualquer emigrante que se preze, tinha como objectivo ficar apenas dois anos. Tudo era novidade. Jogging na neve? Por que não? Férias em sítios frios? Claro que sim. Salmão com batatas? Que iguaria.