categoria-o tempo contra o tempo

#53 “Jamais daria Ritalina a uma criança ou jovem”
categoria-o tempo contra o tempo edicao-2026-05-28 (29)

#53 “Jamais daria Ritalina a uma criança ou jovem”

A pediatra e professora universitária Maria Aparecida Moysés afirma categoricamente: “Jamais daria Ritalina a uma criança.” A possibilidade de morte súbita não explicada em jovens que tomam Ritalina, Concerta ou outra droga dessas, que a médica e investigadora não reconhece como medicação, é 14 vezes maior. As crianças ficam obedientes,

Jornal Maio
#52 “Sou um emigrante sexual”
categoria-o tempo contra o tempo edicao-2026-05-21 (28)

#52 “Sou um emigrante sexual”

Escritor, romancista, diz que a literatura é uma vingança, vingou-se agora do Partido Fascista Chega criando um “Ventura” o Furão, vingou-se dos maus tratos dos patrões nas fábricas da lanifícios da Covilhã aos seus colegas de escola, ainda no Estado Novo; diz que a literatura está mal porque

Jornal Maio
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#53 “Jamais daria Ritalina a uma criança ou jovem”

A pediatra e professora universitária Maria Aparecida Moysés afirma categoricamente: “Jamais daria Ritalina a uma criança.” A possibilidade de morte súbita não explicada em jovens que tomam Ritalina, Concerta ou outra droga dessas, que a médica e investigadora não reconhece como medicação, é 14 vezes maior. As crianças ficam obedientes, mas não aprendem mais. Não é medicamento, são substâncias psicoativas, usadas para drogar crianças. Quem toma estas drogas perde a capacidade de resistir, mas não de sentir, recorda a médica: “muitos jovens fingem tomar porque se sentem muito mal.” A conversa entre Raquel Varela e Maria Aparecida prolongou-se para o tema do sobrediagnóstico de doenças ditas mentais – para a médica há muitos jovens doentes sem apoio, porque os apoios se dividem por uma quantidade enorme de aumento de diagnósticos, como o do “espectro” do autismo; sobre a pressão da indústria farmacêutica, e sobre a falta de rigor de muitos estudos científicos. Uma conversa sobre o mundo de hoje e o papel da escola, professores, médicos e pais.

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#52 “Sou um emigrante sexual”

Escritor, romancista, diz que a literatura é uma vingança, vingou-se agora do Partido Fascista Chega criando um “Ventura” o Furão, vingou-se dos maus tratos dos patrões nas fábricas da lanifícios da Covilhã aos seus colegas de escola, ainda no Estado Novo; diz que a literatura está mal porque há uma crise geral de imaginação, não é capaz de viver sem rir, a sua mais poderosa arma, diz-se um emigrante sexual, que teve que ir para França para poder fazer amor livremente. Não percebe a falta de desejo que vê na cara hoje de jovens e não jovens, acha que as redes sociais ajudaram a matar o desejo. Quando, ainda na ditadura, um crítico literário disse mal de um livro dele mandou durante dois meses um carro funerário à sua porta.

#54 Queremos ter uma Visão Zero, zero mortos nas estradas, temos 600
#53 “Jamais daria Ritalina a uma criança ou jovem”
#52 “Sou um emigrante sexual”
#51 Deus não é uma arma do colonialismo e da guerra
#50 A ferrovia que temos e a que podíamos ter
#49 Como é ser carteiro em Lisboa?
#48 O que se passa com o movimento associativo e cultural?
#47 Ninguém cuida da ferrovia como os trabalhadores
#46  Tiago Franco, o cronista que veio do frio
#45  Teatro é comunidade
#44 “Para mim a consciência está acima da lei”
#43 “Tivemos uma multa de 2 mil euros por duas garrafas fora do lugar de reciclagem”
#53 “Jamais daria Ritalina a uma criança ou jovem”
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#53 “Jamais daria Ritalina a uma criança ou jovem”

A pediatra e professora universitária Maria Aparecida Moysés afirma categoricamente: “Jamais daria Ritalina a uma criança.” A possibilidade de morte súbita não explicada em jovens que tomam Ritalina, Concerta ou outra droga dessas, que a médica e investigadora não reconhece como medicação, é 14 vezes maior. As crianças ficam obedientes,

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#52 “Sou um emigrante sexual”
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#52 “Sou um emigrante sexual”

Escritor, romancista, diz que a literatura é uma vingança, vingou-se agora do Partido Fascista Chega criando um “Ventura” o Furão, vingou-se dos maus tratos dos patrões nas fábricas da lanifícios da Covilhã aos seus colegas de escola, ainda no Estado Novo; diz que a literatura está mal porque

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