Raquel Varela conversa com Roberto Leher sobre os fundos financeiros na educação em Portugal e no mundo, e como a digitalização representa a destruição da educação.
Tiago Lucas e Pedro Vilão do colectivo Ruptura conversam com Adriano Zilhão, do Maio, sobre a mobilização dos trabalhadores e da juventude, sobre revolução e contra-revolução, passado e futuro: como organizar e construir o combate por um futuro melhor, pelo socialismo.
Da situação real das escolas, dos cretinos digitais ao lugar da poesia e do professor intelectual Raquel Varela conversa com o professor poeta e ensaísta António Carlos Cortez
Podia-se chamar Tudo o que as televisões não lhe contaram da economia. Da inflação à causa do preço dos combustíveis , dos salários reais em Portugal aos grupos económicos. Raquel Varela conversa com Eugénio Rosa e Adriano Zilhão. Para onde caminhamos?
Caso único no mundo a política mais bem vista da Argentina é da esquerda revolucionária. Diz-se “moderada nunca”, dirige a cátedra de direito sobre o genocídio, defende a redução da jornada de trabalho sem redução salarial para 6 horas diárias, descanso ao fim de semana para todos. Milei chamou-lhe “mariquinhas trotskista “ ela respondeu que ele não era um leão de motoserra mas o “gatinho fofo do poder económico”. Trotskista reivindica a história da Oposição de Esquerda e a solidariedade internacional. É advogada de famílias cujos filhos e netos estão entre os 30 mil desaparecidos pela ditadura militar Argentina.
Bento Correia foi operário agrícola aos 14 anos. Tem 20 quando, depois do golpe dos capitães em 25 de Abril de 1974, começa a revolução portuguesa. Bento conta-nos a história real da reforma agrária e de como o povo trabalhador se organizou para mudar o país, formando comissões de trabalhadores, moradores, cooperativas, associações de todo o tipo. Como o povo começou a tomar o poder, no campo e nas cidades; e porque não conseguiu levar a revolução até ao fim.
Durante o mês de julho vamos repor no Tempo Contra o Tempo o podcast Mudam-se os Tempos: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades’ – já cantou o velho bardo. O curso da história move-se como as águas de um rio. Por vezes deixamo-nos levar por momentos de correntes rápidas, por outras, mansidão serena. Não é simples o seu movimento. Do ritmo que marca sempre passo, até à aceleração vertiginosa, avança-se nas conquistas sociais, mas as mesmas podem regredir em formas políticas avassaladoras. Ou vice-versa… Mas, ainda assim, ‘navegar é — sempre — preciso’. Estamos — todos e bem — embarcados. Este é o Podcast “Mudam-se os tempos”. Em cinco episódios com convidados especiais Roberto della Santa e Raquel Varela, historiadora, querem colocar sobre os próprios pés as principais ideias, imagens e conceitos que nos ajudam a saber e a fazer Portugal. De onde viemos? Para onde vamos? Toda a gente precisa interpretar a própria história para poder transformá-la. Em modo de conversa: como se formou Portugal ? Quais são os seus principais desafios e dilemas? A isso vamos – agora mesmo!
Durante o mês de julho vamos repor no Tempo Contra o Tempo o podcast Mudam-se os Tempos: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades’ – já cantou o velho bardo. O curso da história move-se como as águas de um rio. Por vezes deixamo-nos levar por momentos de correntes rápidas, por outras, mansidão serena. Não é simples o seu movimento. Do ritmo que marca sempre passo, até à aceleração vertiginosa, avança-se nas conquistas sociais, mas as mesmas podem regredir em formas políticas avassaladoras. Ou vice-versa… Mas, ainda assim, ‘navegar é — sempre — preciso’. Estamos — todos e bem — embarcados. Este é o Podcast “Mudam-se os tempos”. Em cinco episódios com convidados especiais Roberto della Santa e Raquel Varela, historiadora, querem colocar sobre os próprios pés as principais ideias, imagens e conceitos que nos ajudam a saber e a fazer Portugal. De onde viemos? Para onde vamos? Toda a gente precisa interpretar a própria história para poder transformá-la. Em modo de conversa: como se formou Portugal ? Quais são os seus principais desafios e dilemas? A isso vamos – agora mesmo!
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ESPECIAL MONTE BRASIL – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LITERATURA E HISTÓRIA DE ANGRA DO HEROÍSMO. O crescimento eleitoral da extrema-direita, bem como a sua crescente normalização no espaço mediático e na intervenção pública dos partidos do arco democrático, levam muitos observadores a assumir como inevitável a sua chegada à chefia do Governo, com consequente alteração das regras do jogo democrático. Raquel Varela manifesta a sua profunda preocupação com o rumo dos acontecimentos, determina as verdadeiras procedências do momento em que vivemos, mas vê chegarem dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha inesperados sinais de esperança… Uma grande entrevista gravada ao vivo no espaço da LAR DOCE LIVRO – livraria, café & posta-restante, de Angra do Heroísmo
Raquel Varela conversa com Roberto Leher sobre os fundos financeiros na educação em Portugal e no mundo, e como a digitalização representa a destruição da educação.
Tiago Lucas e Pedro Vilão do colectivo Ruptura conversam com Adriano Zilhão, do Maio, sobre a mobilização dos trabalhadores e da juventude, sobre revolução e contra-revolução, passado e futuro: como organizar e construir o combate por um futuro melhor, pelo socialismo.
Da situação real das escolas, dos cretinos digitais ao lugar da poesia e do professor intelectual Raquel Varela conversa com o professor poeta e ensaísta António Carlos Cortez
Podia-se chamar Tudo o que as televisões não lhe contaram da economia. Da inflação à causa do preço dos combustíveis , dos salários reais em Portugal aos grupos económicos. Raquel Varela conversa com Eugénio Rosa e Adriano Zilhão. Para onde caminhamos?
Caso único no mundo a política mais bem vista da Argentina é da esquerda revolucionária. Diz-se “moderada nunca”, dirige a cátedra de direito sobre o genocídio, defende a redução da jornada de trabalho sem redução salarial para 6 horas diárias, descanso ao fim de semana para todos. Milei chamou-lhe “mariquinhas trotskista “ ela respondeu que ele não era um leão de motoserra mas o “gatinho fofo do poder económico”. Trotskista reivindica a história da Oposição de Esquerda e a solidariedade internacional. É advogada de famílias cujos filhos e netos estão entre os 30 mil desaparecidos pela ditadura militar Argentina.
Bento Correia foi operário agrícola aos 14 anos. Tem 20 quando, depois do golpe dos capitães em 25 de Abril de 1974, começa a revolução portuguesa. Bento conta-nos a história real da reforma agrária e de como o povo trabalhador se organizou para mudar o país, formando comissões de trabalhadores, moradores, cooperativas, associações de todo o tipo. Como o povo começou a tomar o poder, no campo e nas cidades; e porque não conseguiu levar a revolução até ao fim.
A história do povo contada pelo povo.
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Raquel Varela conversa com Roberto Leher sobre os fundos financeiros na educação em Portugal e no mundo, e como a digitalização representa a destruição da educação.
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Podia-se chamar Tudo o que as televisões não lhe contaram da economia. Da inflação à causa do preço dos combustíveis , dos salários reais em Portugal aos grupos económicos. Raquel Varela conversa com Eugénio Rosa e Adriano Zilhão. Para onde caminhamos?
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Bento Correia foi operário agrícola aos 14 anos. Tem 20 quando, depois do golpe dos capitães em 25 de Abril de 1974, começa a revolução portuguesa. Bento conta-nos a história real da reforma agrária e de como o povo trabalhador se organizou para mudar o país, formando comissões de trabalhadores, moradores, cooperativas, associações de todo o tipo. Como o povo começou a tomar o poder, no campo e nas cidades; e porque não conseguiu levar a revolução até ao fim.
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