Jornal Maio

ciência

Sylvia Debossan Moretzsohn
Os vencedores agora podem reescrever a história através da IA generativa. Mas qual o sentido de recorrer a uma tecnologia que falseia e deturpa?
Roberto Leher
A Inteligência Artificial Generativa é um artefacto para a expropriação intelectual dos professores e dos estudantes e corresponde a uma estratégia política das big tech para a precarização total da força de trabalho mundial.
André Carmo
O sonho molhado de pós-humanistas, tecnofascistas e multimilionários seria substituir toda a força de trabalho humana por IA. Só que esta hipótese gera um resultado coletivo absolutamente irracional, mesmo na óptica do capital. Afinal de contas, sem trabalhadores humanos, quem vai consumir aquilo que se produz?
André Carmo
De uma penada, aqueles que procuram colocar questões, problematizar aquilo que lhes é apresentado como inevitabilidade ou facto consumado, rejeitando o discurso hegemónico sobre IA que se vai instalando são rotulados de tecnofóbicos e olhados com sobranceira repugnância. Seriam os novos luditas que, assim reza esta versão da história, teriam sido contra o desenvolvimento tecnológico, a inovação e o futuro.
Rui Pereira
Que humano é um humano que generalizadamente delegou na máquina o pensamento, ao ponto de poder renunciar ao exercício consciente e consciencioso da sua própria faculdade de pensar?
Sylvia Debossan Moretzsohn
Os vencedores agora podem reescrever a história através da IA generativa. Mas qual o sentido de recorrer a uma tecnologia que falseia e deturpa?
Roberto Leher
A Inteligência Artificial Generativa é um artefacto para a expropriação intelectual dos professores e dos estudantes e corresponde a uma estratégia política das big tech para a precarização total da força de trabalho mundial.
André Carmo
O sonho molhado de pós-humanistas, tecnofascistas e multimilionários seria substituir toda a força de trabalho humana por IA. Só que esta hipótese gera um resultado coletivo absolutamente irracional, mesmo na óptica do capital. Afinal de contas, sem trabalhadores humanos, quem vai consumir aquilo que se produz?
André Carmo
De uma penada, aqueles que procuram colocar questões, problematizar aquilo que lhes é apresentado como inevitabilidade ou facto consumado, rejeitando o discurso hegemónico sobre IA que se vai instalando são rotulados de tecnofóbicos e olhados com sobranceira repugnância. Seriam os novos luditas que, assim reza esta versão da história, teriam sido contra o desenvolvimento tecnológico, a inovação e o futuro.
Rui Pereira
Que humano é um humano que generalizadamente delegou na máquina o pensamento, ao ponto de poder renunciar ao exercício consciente e consciencioso da sua própria faculdade de pensar?