Manutenção da CP no Metro do Porto
voz dos sindicatos Entrevista: Manutenção da CP no Metro do Porto
Para que serve a educação?
Todas as classes dominantes da Europa estão a aplicar, sob a batuta centralizada da Comissão Europeia, um programa de desmantelamento dos “pilares do declínio”: a segurança do emprego e os direitos dos funcionários públicos, a segurança social e as pensões “sucedâneo de salário”, a indústria “obsoleta” … e o ensino público.
Até sempre, Mariano!

Na morte de António Mariano, que presidiu ao Sindicato dos Estivadores e à frente deste travou grandes lutas contra a precariedade, com vitórias e derrotas, Raquel Varela recorda o amigo e companheiro de algumas dessas batalhas.
Greve geral no Minnesota — e na América — pode ser precursora

Por todo o estado, lojas fechadas. Ninguém faz compras. Os trabalhadores ficaram em casa ou ligaram a meter baixa. Os sindicatos promovem paralisações. Os moradores ajudam-se uns aos outros.
O trabalho por turnos prejudica a saúde
O trabalho por turnos causa disrupção do ciclo circadiano, com alterações metabólicas e hormonais, que têm vindo a ser associadas a um aumento do risco de várias doenças.
Valorizar quem cuida
Sem trabalhadores dignificados, motivados e com condições adequadas, não haverá setor social capaz de responder às necessidades das populações mais vulneráveis.
Quietudes que inquietam: do desencanto na escola pública

Há uma quietude na atual escola pública portuguesa, mas persiste uma luz, pequenina, brilhante, bruxuleante. É possível sonhar e viver uma outra escola, transformadora, com os professores intelectuais de Giroux e os alunos insubmissos de Freire.
A evolução do sistema educativo português (1974–2025) e a expansão do ensino privado

Esta é uma reflexão sobre a evolução do sistema educativo português entre 1974 e 2025, relacionando-a com a expansão do setor privado e com alguns desafios emergentes na era da Inteligência Artificial, num contexto em que o modelo escolar tradicional se revela a cada dia mais obsoleto.
Professores: primeiro o silêncio, depois a contra-informação

A divulgação pelo Maio do golpe contra os professores que significa a aprovação de alterações legislativas para os passar da administração pública para o quadro geral (Código Laboral) (ver artigo “O ataque do Governo Montenegro à escola pública”) suscitou silêncio, incredulidade e desinformação. Neste novo artigo, António Garcia Pereira responde às interrogações e desinformação entretanto surgidas.