Jornal Maio

Para que serve a educação?

Todas as classes dominantes da Europa estão a aplicar, sob a batuta centralizada da Comissão Europeia, um programa de desmantelamento dos “pilares do declínio”: a segurança do emprego e os direitos dos funcionários públicos, a segurança social e as pensões “sucedâneo de salário”, a indústria “obsoleta” … e o ensino público.

Até sempre, Mariano!

Na morte de António Mariano, que presidiu ao Sindicato dos Estivadores e à frente deste travou grandes lutas contra a precariedade, com vitórias e derrotas, Raquel Varela recorda o amigo e companheiro de algumas dessas batalhas.

O trabalho por turnos prejudica a saúde

O trabalho por turnos causa disrupção do ciclo circadiano, com alterações metabólicas e hormonais, que têm vindo a ser associadas a um aumento do risco de várias doenças.

Valorizar quem cuida

Sem trabalhadores dignificados, motivados e com condições adequadas, não haverá setor social capaz de responder às necessidades das populações mais vulneráveis.

Quietudes que inquietam: do desencanto na escola pública

Há uma quietude na atual escola pública portuguesa, mas persiste uma luz, pequenina, brilhante, bruxuleante. É possível sonhar e viver uma outra escola, transformadora, com os professores intelectuais de Giroux e os alunos insubmissos de Freire.

Professores: primeiro o silêncio, depois a contra-informação

A divulgação pelo Maio do golpe contra os professores que significa a aprovação de alterações legislativas para os passar da administração pública para o quadro geral (Código Laboral) (ver artigo “O ataque do Governo Montenegro à escola pública”) suscitou silêncio, incredulidade e desinformação. Neste novo artigo, António Garcia Pereira responde às interrogações e desinformação entretanto surgidas.