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Plataforma unitária de sindicatos contra o pacote laboral
categoria-voz dos sindicatos Sindicatos edicao-2026-01-15 (11)

Plataforma unitária de sindicatos contra o pacote laboral

Os sindicatos e associações abaixo-assinados constituíram uma plataforma contra o pacote laboral que apela a uma ação unitária de centrais sindicais, sindicatos, CTs e associações para prosseguir a luta contra o pacote laboral.

Jornal Maio
Eu não tinha nada de felino, tu sabias
categoria-um poema edicao-2026-01-15 (11)

Eu não tinha nada de felino, tu sabias

Eu não tinha nada de felino, tu sabias que eu não tinha nada de felino. Nenhum de nós se admirou quando medi mal a distância e falhei o salto. Enquanto ia no ar parecia que era um salto bom, porém houve qualquer coisa que correu mal e caí com estrondo

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Radical​
categoria-dicionário da novilíngua edicao-2026-01-15 (11)

Radical​

Segundo o dicionário da Academia das Ciências, nome ou adjetivo: 1. que é relativo à raiz; 2. que se considera essencial, fundamental, básico; 3. que é completo, decisivo, profundo; 4. (em política) que visa uma reorganização completa do Estado e da sociedade; que é partidário do radicalismo; ou 5. que

Jornal Maio
O Maio e as eleições de 18 de janeiro
categoria-editorial edicao-2026-01-15 (11)

O Maio e as eleições de 18 de janeiro

O Maio é construído por trabalhadores que têm diferentes opções políticas. Não endossamos qualquer candidatura presidencial, optando antes por dar voz a apoiantes de diversas opções eleitorais em sufrágio.

Jornal Maio
O deputado que viaja para o passado
categoria-opinião Chega Deputado edicao-2026-01-15 (11)

O deputado que viaja para o passado

Manuel Magno Alves foi eleito pelo círculo eleitoral Fora da Europa e é um senhor baixinho e parece que não mexe uma palha. De longe, parece um desses campónios que vieram com bosta nos sapatos para conquistar a cidade, mas trazem sempre com eles um cheiro a vacas leiteiras

Manuel da Silva Ramos
Educação ou mercado: a quem serve a literacia financeira nas escolas?
categoria-educação Ensino Finanças Matemática edicao-2026-01-15 (11)

Educação ou mercado: a quem serve a literacia financeira nas escolas?

O ensino da literacia financeira deve recusar a sua instrumentalização ao serviço da reprodução das desigualdades. Não basta saber calcular prestações de créditos ou taxas de juro, mas entender como a dívida se prolonga no tempo e como os juros não afetam todos igualmente.

Alice Faro e Santos
Plataforma unitária de sindicatos contra o pacote laboral
categoria-voz dos sindicatos Sindicatos edicao-2026-01-15 (11)

Plataforma unitária de sindicatos contra o pacote laboral

Os sindicatos e associações abaixo-assinados constituíram uma plataforma contra o pacote laboral que apela a uma ação unitária de centrais sindicais, sindicatos, CTs e associações para prosseguir a luta contra o pacote laboral.

Jornal Maio
Eu não tinha nada de felino, tu sabias
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Eu não tinha nada de felino, tu sabias

Eu não tinha nada de felino, tu sabias que eu não tinha nada de felino. Nenhum de nós se admirou quando medi mal a distância e falhei o salto. Enquanto ia no ar parecia que era um salto bom, porém houve qualquer coisa que correu mal e caí com estrondo

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Radical​
categoria-dicionário da novilíngua edicao-2026-01-15 (11)

Radical​

Segundo o dicionário da Academia das Ciências, nome ou adjetivo: 1. que é relativo à raiz; 2. que se considera essencial, fundamental, básico; 3. que é completo, decisivo, profundo; 4. (em política) que visa uma reorganização completa do Estado e da sociedade; que é partidário do radicalismo; ou 5. que

Jornal Maio
O Maio e as eleições de 18 de janeiro
categoria-editorial edicao-2026-01-15 (11)

O Maio e as eleições de 18 de janeiro

O Maio é construído por trabalhadores que têm diferentes opções políticas. Não endossamos qualquer candidatura presidencial, optando antes por dar voz a apoiantes de diversas opções eleitorais em sufrágio.

Jornal Maio
O deputado que viaja para o passado
categoria-opinião Chega Deputado edicao-2026-01-15 (11)

O deputado que viaja para o passado

Manuel Magno Alves foi eleito pelo círculo eleitoral Fora da Europa e é um senhor baixinho e parece que não mexe uma palha. De longe, parece um desses campónios que vieram com bosta nos sapatos para conquistar a cidade, mas trazem sempre com eles um cheiro a vacas leiteiras

Manuel da Silva Ramos
Educação ou mercado: a quem serve a literacia financeira nas escolas?
categoria-educação Ensino Finanças Matemática edicao-2026-01-15 (11)

Educação ou mercado: a quem serve a literacia financeira nas escolas?

O ensino da literacia financeira deve recusar a sua instrumentalização ao serviço da reprodução das desigualdades. Não basta saber calcular prestações de créditos ou taxas de juro, mas entender como a dívida se prolonga no tempo e como os juros não afetam todos igualmente.

Alice Faro e Santos
Eleições Presidenciais: Porque vou votar em...
categoria-dossier edicao-2026-01-15 (11)

Eleições Presidenciais: Porque vou votar em...

O dossiê desta edição do Maio é dedicado às eleições presidenciais de 18 de janeiro próximo.

Jornal Maio
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Plataforma unitária de sindicatos contra o pacote laboral

Os sindicatos e associações abaixo-assinados constituíram uma plataforma contra o pacote laboral que apela a uma ação unitária de centrais sindicais, sindicatos, CTs e associações para prosseguir a luta contra o pacote laboral.

Passados dois meses da histórica greve geral de 11 de dezembro de 2025, a ameaça de um retrocesso profundo nos direitos dos trabalhadores, inscrita no pacote laboral, continua presente.

A força de dezembro nasceu da unidade: as centrais sindicais, os sindicatos independentes, os movimentos sociais e a juventude marcharam juntos, sem barreiras nem sectarismos. No entanto, o Governo e a ministra do Trabalho mantêm a intenção de impor este pacote, seja via concertação social, seja por via parlamentar.

Enquanto a UGT apresentou recentemente propostas de alteração, o Governo reafirma as suas "traves-mestras" como inegociáveis. Por outro lado, a resolução da CGTP de 22 de janeiro, embora reafirme a vontade de derrotar o projeto, é omissa quanto à continuidade da unidade sindical e ao recurso a uma nova greve geral. Paralelamente, os candidatos à Presidência da República não deram garantias de travar estas medidas.

As direções sindicais e comissões de trabalhadores signatárias deste apelo afirmam: a prioridade absoluta é a retirada do pacote laboral. Só então haverá algo que negociar.

Para o conseguir, propomos:

  • Mobilização nos locais de trabalho: Realização de plenários conjuntos para aprovar resoluções de rejeição e exigir uma nova greve geral unitária caso o Governo não recue.
  • Unidade total: Exigir que as centrais sindicais e os sindicatos independentes se empenhem incondicionalmente na unidade de todos os trabalhadores — sindicalizados ou não — e na convocação de uma nova greve geral, ainda mais incisiva, se necessário.

Pela unidade e pelos direitos de quem trabalha!

9 de fevereiro de 2026

Os sindicatos e associações abaixo-assinados:

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Eu não tinha nada de felino, tu sabias

Eu não tinha nada de felino, tu sabias
que eu não tinha nada de felino.
Nenhum de nós se admirou quando
medi mal a distância e falhei o salto.
Enquanto ia no ar parecia que era
um salto bom, porém houve qualquer
coisa que correu mal e caí com estrondo
no chão. Ninguém riu. Não era caso
para rir. Grande ilusão ir pelo ar a pensar
que o salto podia ser bom, sem eu ter
nada de felino, sem nunca ter treinado,
sem fazer sequer aquecimento, sem
olho para medir distâncias. Saber medir
distâncias é uma coisa muito importante,
pode falhar-se a vida por milímetros.

Helder Moura Pereira
Telhados de Vidro n. 20, Setembro de 2015

categoria-dicionário da novilíngua edicao-2026-01-15 (11)

Radical​

Segundo o dicionário da Academia das Ciências, nome ou adjetivo: 1. que é relativo à raiz; 2. que se considera essencial, fundamental, básico; 3. que é completo, decisivo, profundo; 4. (em política) que visa uma reorganização completa do Estado e da sociedade; que é partidário do radicalismo; ou 5. que defende posições extremistas.

EM NOVILÍNGUA:

Em tempo de eleições, e não só, apenas o significado que acabou por ser atribuído no nosso país ao termo é usado.  “Radical” é atirado à cara dos adversários quase como um insulto, sinónimo de extremista, por oposição a “moderado”. Porém, radical como relativo à raiz (das coisas, dos problemas), ao essencial, fundamental ou básico, não tem como antónimo moderado, mas conformista, imobilista, superficial. ASP

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O Maio e as eleições de 18 de janeiro

O Maio é construído por trabalhadores que têm diferentes opções políticas. Não endossamos qualquer candidatura presidencial, optando antes por dar voz a apoiantes de diversas opções eleitorais em sufrágio. Opção que não nos impede de traçar “linhas vermelhas”. O Maio não é o espaço de candidaturas que representem a burguesia na sua ofensiva contra os direitos dos trabalhadores, exemplificada com o “pacote laboral” do Governo da AD, que tenham como objetivo dividir os trabalhadores portugueses com base na sua etnia, cor, país de origem, género ou orientação sexual e que apoiem ou se calem perante o genocídio do povo palestiniano levado a cabo por Israel e as agressões e ameaças em curso contra outros Estados. O apelo que o Maio faz nestas eleições aos trabalhadores que nos leem é que não lhes falhe o instinto que, no seu dia a dia de vida e de trabalho, os ajuda a distinguir o trigo do joio, entre aqueles que estão do nosso lado e os outros, aqueles que têm muitos recursos para se mascararem de “amigos do povo” no baile de máscaras eleitoral, mas apenas representam a continuidade deste regime de exploração ou mudá-lo para ainda pior.

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O deputado que viaja para o passado

Os tachistas oportunistas #4

Manuel Magno Alves foi eleito pelo círculo eleitoral Fora da Europa e é um senhor baixinho e parece que não mexe uma palha. De longe, parece um desses campónios que vieram com bosta nos sapatos para conquistar a cidade, mas trazem sempre com eles um cheiro a vacas leiteiras. Emigrou para o Brasil aos cinco anos e hoje é contra os imigrantes que vivem em Portugal. Pois este advogado, que pensa muito na sua carteira, pediu o reembolso de viagens à Assembleia da República fora de prazo e nas mesmas datas em que alegou doença para se ausentar do Parlamento. Passados alguns dias, vendo que tinha obtido vitória financeira, pediu outra vez, e fora de prazo, reembolso das suas deslocações ao Brasil. Porém, desta vez o presidente da AR Aguiar Branco não foi na fita e recusou.

Esta negativa constitui um problema, pois o viajante compulsivo e deputado do Chega já tinha realizado antes várias viagens à Alemanha e tencionava fazer-se reembolsar. Tinha viajado para o passado e assistira em 1934 ao 4º Congresso do Reich em Nuremberga, intitulado “Congresso do Poder”, e onde, do meio da multidão, batera palmas ao Führer. Em 1936, assistira no dia 1 de Agosto à abertura dos Jogos Olímpicos de Berlim e ficara contente, pois não encontrara nenhum cigano na cidade, já que os 800 que ali viviam tinham sido presos e confinados num campo especial num bairro periférico. Em 1939, em Colónia assistira à espectacular e monumental parada nazi na Praça Adolf Hitler e depois fora comer uma chucrute a uma cervejaria famosa.

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Educação ou mercado: a quem serve a literacia financeira nas escolas?

O ensino da literacia financeira deve recusar a sua instrumentalização ao serviço da reprodução das desigualdades. Não basta saber calcular prestações de créditos ou taxas de juro, mas entender como a dívida se prolonga no tempo e como os juros não afetam todos igualmente.

A integração da literacia financeira nas escolas, formalizada pelo Referencial de Educação Financeira (REF) de 2013 e inscrita, mais recentemente, como dimensão obrigatória da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, desde o pré-escolar ao ensino secundário, não pode ser compreendida como uma simples atualização curricular. Embora tenha a aceitação de grande parte da comunidade escolar, que vê esta inclusão como um sinal de esperança, trata-se, se pensarmos um pouco mais, de um dispositivo ideológico que subordina a escola às exigências do sistema produtivo contemporâneo e cria a figura do aluno como consumidor financeiro.

O REF prescreve que as decisões financeiras são hoje mais difíceis devido à complexidade dos produtos financeiros. Apresenta-o como um dado e esvaziando-o da sua natureza estrutural, constituindo, assim, um processo de hegemonização que se materializa de forma particularmente clara no percurso proposto. Desde o 1.º ciclo, quando as crianças são ensinadas a distinguir necessidades de desejos e a valorizar a poupança, começa a ser construída uma gramática moral, na qual o consumo é encarado como problema de decisão individual. Nos 2.º e 3.º ciclos, a introdução de orçamentos, planeamento financeiro, investimento e gestão de risco aprofunda essa lógica, deslocando para a esfera da conduta pessoal a responsabilidade por fenómenos como o sobre-endividamento. Mesmo quando, no ensino secundário, surgem referências à ética financeira, à responsabilidade social das organizações ou a modelos de negócio sustentáveis, estas permanecem inscritas numa racionalidade empreendedora que não questiona as estruturas do sistema económico, mas procura torná-las mais eficientes e aceitáveis. Traduz-se, como diria Freire, numa pedagogia de domesticação, que não visa formar sujeitos críticos, mas adaptativos às exigências de um mercado apresentado como inevitável.

Sob a égide da transversalidade curricular, a literacia financeira reclama a sua integração em áreas como a Matemática e esta, sedenta de aproximação com a realidade, permite a sua captação. Este cenário de apropriação mútua não é inocente. A matemática, vista como linguagem da racionalidade, oferece à literacia financeira a legitimidade científica de que necessita; a literacia financeira, por sua vez, fornece ao ensino da matemática uma narrativa de aplicabilidade social, que o salva da acusação de abstracionismo.

O que se apresenta como inovação pedagógica pode, na verdade, ser, uma vez mais, a subjugação da matemática à suposta neutralidade neoliberal.

Quando, em 2024, surge na disciplina de Matemática, transversal a todos os percursos formativos de 10.º ano, o tema modelos matemáticos para a cidadania, incluindo explicitamente modelos matemáticos em finanças – matemática nos salários e matemática na poupança e no crédito –, o que se apresenta como inovação pedagógica pode, na verdade, ser, uma vez mais, a subjugação da matemática à suposta neutralidade neoliberal. Modelar juros compostos, créditos à habitação, aplicações de poupança ou capital de investimento sem problematizar as relações de poder que lhes dão origem é, como alertaram Althusser ou Foucault, encarar a matemática como mais um produto da máquina institucional de controle.

Contudo, uma outra visão é possível. A este ensino da matemática adaptativo propõe-se uma educação matemática crítica. Nas palavras de Skovsmose, a matemacia não se limita à capacidade de usar a matemática, implica a capacidade de ler, interpretar e questionar criticamente o mundo através da matemática, tornando-a uma linguagem de desconstrução social. Uma matemática crítica não se limita a ensinar a gerir orçamentos familiares, questiona as condições que tornam esses orçamentos insuficientes. Ao analisar dados sobre salários, precariedade laboral ou número de horas de trabalho evidencia que a escassez não decorre apenas de escolhas individuais, mas de relações de distribuições desiguais. Do mesmo modo, não se limita a calcular prestações de créditos ou taxas de juro, revela como a dívida se prolonga no tempo, de forma praticamente permanente, e como os juros não afetam todos igualmente. Quando aborda investimentos, interroga quem tem acesso a esses mecanismos, quem deles beneficia e quem deles fica excluído.

Recusar a literacia financeira tal como hoje é imposta não é recusar o conhecimento matemático ou económico, é recusar a sua instrumentalização ao serviço da reprodução das desigualdades. É reivindicar uma escola que, em nome da cidadania, não forme apenas consumidores financeiros competentes, mas sujeitos capazes de compreender – e transformar – as estruturas de poder que produzem a escassez que lhes pedem para gerir.

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Eleições Presidenciais: Porque vou votar em...

ilustração: Pedro Brito

Na Redação discutimos como abordar este tema e acabámos por decidir (em vez de, por exemplo, entrevistar candidatos) convidar apoiantes de diversos candidatos que correspondem a opções dos nossos membros a explicarem sucintamente as razões que os levam a votar nessas pessoas. Mais fácil é perceber as razões para não haver aqui quem defenda outros candidatos: nem fascistas, nem “facilitadores de negócios”, nem defensores de “pacotes laborais” para piorar as condições de vida dos trabalhadores têm aqui tribuna.

Por que votarei em André Pestana para PR
O mundo enfrenta já hoje e nos anos mais próximos o espectro da guerra. Não adianta olhar nem assobiar para o lado:
Para quem é útil o voto útil?
Quem conheça um pouco da história da moderna política revolucionária não ignora a fratura entre a participação ou não na chamada “frente institucional”.
Pela República, voto Seguro
Estávamos a 30 de abril de 2009. O Parlamento aprovava a revisão da lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais
Das razões da aceitação do convite de Catarina Martins
Vivemos um período em que a esquerda em geral está a ser alvo de um conjunto de ataques, de críticas e uma espécie de bullying mediático inaceitável.
Porque voto em Jorge Pinto
O voto para a Presidência da República é, acima de tudo, um voto na pessoa que se apresenta ao país.
Faz-te à vida e não votes em Manuel João Vieira
Não venho apelar ao voto em Manuel João Vieira. Aliás, nem ele quer nem precisa que o faça. Nem eu o faria, nem devo votar nele, mas confesso que o meu voto anda tremido. Vieira quer ser eleito à terceira volta e há que respeitar a sua vontade.
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O Formigueiro #4
O Maio e as eleições de 18 de janeiro
O deputado que viaja para o passado
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Plataforma unitária de sindicatos contra o pacote laboral

Os sindicatos e associações abaixo-assinados constituíram uma plataforma contra o pacote laboral que apela a uma ação unitária de centrais sindicais, sindicatos, CTs e associações para prosseguir a luta contra o pacote laboral.

Jornal Maio
Eu não tinha nada de felino, tu sabias
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Eu não tinha nada de felino, tu sabias

Eu não tinha nada de felino, tu sabias que eu não tinha nada de felino. Nenhum de nós se admirou quando medi mal a distância e falhei o salto. Enquanto ia no ar parecia que era um salto bom, porém houve qualquer coisa que correu mal e caí com estrondo

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Radical​
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Radical​

Segundo o dicionário da Academia das Ciências, nome ou adjetivo: 1. que é relativo à raiz; 2. que se considera essencial, fundamental, básico; 3. que é completo, decisivo, profundo; 4. (em política) que visa uma reorganização completa do Estado e da sociedade; que é partidário do radicalismo; ou 5. que

Jornal Maio
O Maio e as eleições de 18 de janeiro
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O Maio e as eleições de 18 de janeiro

O Maio é construído por trabalhadores que têm diferentes opções políticas. Não endossamos qualquer candidatura presidencial, optando antes por dar voz a apoiantes de diversas opções eleitorais em sufrágio.

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O deputado que viaja para o passado
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O deputado que viaja para o passado

Manuel Magno Alves foi eleito pelo círculo eleitoral Fora da Europa e é um senhor baixinho e parece que não mexe uma palha. De longe, parece um desses campónios que vieram com bosta nos sapatos para conquistar a cidade, mas trazem sempre com eles um cheiro a vacas leiteiras

Manuel da Silva Ramos
Educação ou mercado: a quem serve a literacia financeira nas escolas?
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Educação ou mercado: a quem serve a literacia financeira nas escolas?

O ensino da literacia financeira deve recusar a sua instrumentalização ao serviço da reprodução das desigualdades. Não basta saber calcular prestações de créditos ou taxas de juro, mas entender como a dívida se prolonga no tempo e como os juros não afetam todos igualmente.

Alice Faro e Santos
Eleições Presidenciais: Porque vou votar em...
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O dossiê desta edição do Maio é dedicado às eleições presidenciais de 18 de janeiro próximo.

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