A última do bandoleiro fascista Trump foi inventar um videojogo sobre deportação de imigrantes. Neste jogo os imigrantes são caçados e o jogador deve conhecer a maior parte das pessoas que atravessaram o Rio Grande, a fronteira com o México, e deportá-las. O intuito de Trump é divertir as pessoas com a miséria alheia e na Casa Branca este jogo está a ter muito sucesso. O jogo já chegou às hostes republicanas e, claro, ao movimento MAGA; depois de churrascos monumentais, as pessoas divertem-se caçando o pobre do imigrante. Toda a gente já viu que o propósito de Trump é fazer de cada americano um polícia do ICE. Por outro lado, onde não existe esta força policial gestapiana são os próprios cidadãos que executarão as deportações. Aos olhos do ditador Trump os imigrantes são menos que merda, contrariamente aos imigrantes brancos da África do Sul, a quem Trump dá logo, à entrada na América, o pecúlio bem jeitoso de quase cinco mil dólares. Tudo isto faz lembrar a política de Adolf Hitler, que pôs em campos de concentração raças ditas inferiores. Um dia veremos, depois da morte política do Criminoso da Casa Branca, que as diferenças entre aquele e este não são assim tão grandes como isso. Para já o respeito pela pessoa humana desapareceu. Em Portugal, mas em menor escala que nos USA, os imigrantes também são maltratados. Esta cena passou-se este verão num restaurante da Costa da Caparica onde entraram quatro simpatizantes do Chega. Uma vez sentados, foram abordados por uma funcionária estrangeira. Um dos recém-chegados chamou de imediato “puta refugiada” à funcionária e esta foi queixar-se rapidamente ao patrão que expulsou o quarteto recalcitrante, invocando insultos racistas contra a funcionária.
Os quatro cheguistas mereciam uma refeição completa no restaurante do meu amigo Salvador.
Mas o caso não acabou aqui. O sempre baboseiro André Ventura mais o ex-empresário de Castelo Branco e deputado do Chega Rui Paulo Sousa, colocaram um vídeo na Internet falsificando os acontecimentos e dizendo que os seus adeptos foram expulsos porque exigiram um atendimento em português da funcionária estrangeira. Os quatro cheguistas mereciam uma refeição completa no restaurante do meu amigo Salvador. Este meu amigo, quando vê que os seus clientes exprimem propósitos racistas contra imigrantes, aproxima-se deles e depois de ter a certeza disso ou de que são do Chega, vai à cozinha e confecciona um petisco-surpresa para os xenófobos e depois leva-o à mesa deles. Nesse mesmo dia os discriminadores desfar-se-ão em merda. É uma vingança fria.