Jornal Maio

Bruno Oliveira

Bruno Oliveira, STMEFE
Volta a ganhar força a ideia das subconcessões na CP. Mais uma vez surgem discursos sobre “modernização”, “eficiência”, “competitividade” e “melhoria do serviço”. A narrativa repete-se com entusiasmo. O problema é que a experiência europeia também se repete. E raramente confirma as promessas feitas no início destes processos.
Bruno Oliveira, STMEFE
A CP pretendia impor aos trabalhadores da manutenção do Metro do Porto um regime de turnos rotativos composto assim: seis manhãs consecutivas seguidas de apenas dois dias de folga; seis tardes consecutivas seguidas de dois dias de folga; e, por fim, seis noites consecutivas – repetindo-se este ciclo de forma contínua. A resposta dos trabalhadores foi a greve iniciada a 8 de janeiro. Para o STMEFE, alcançou-se um meio termo: nenhuma alteração será feita sem prévia negociação com os sindicatos.
Bruno Oliveira, STMEFE
Os trabalhadores afetos a uma das frotas (CT) do Metro do Porto estão a ser transferidos das suas funções habituais para intervir em avarias de outra frota (ET), com características técnicas completamente distintas, um risco para a segurança.
STMEFE – Sindicato dos Trabalhadores do Metro e Ferroviários
Entre 8 e 22 de janeiro, o STMEFE – Sindicato dos Trabalhadores do Metro e Ferroviários decretou nova greve parcial por turnos.
Bruno Oliveira
Diz-se por aí que entregar a CP aos privados é a solução para todos os males. Que com a concessão virão comboios sem atrasos, trabalhadores sem greves e passageiros sem problemas.