Jornal Maio

dossier: Guerra e resistência

Anísio Homem
Durante a II Guerra Mundial, na França ocupada pelos nazis, militantes trotskistas no arsenal da Marinha alemã em Brest criaram uma célula comunista dentro do Exército Alemão para publicar um jornal clandestino chamado Arbeiter und Soldat (Operário e Soldado). Muitos pagaram com a vida o arrojo internacionalista.
Hans-Werner Schüster
Em 5 de dezembro, em mais de 90 cidades alemãs, jovens manifestaram-se contra a lei que pretende reintroduzir o serviço militar obrigatório.
Marcela Uchôa e Sérgio Tapia Argüello
Nos últimos dias de 2025, Trump afirmou “queremos o nosso petróleo de volta” e deu início a uma agressiva escalada de pressão económica que, menos de um mês depois, culminaria na invasão brutal e no sequestro relâmpago do chefe de Estado venezuelano.
Adriano Zilhão
Em Novembro de 2025, Trump anunciou a nova Estratégia de Segurança Nacional norte-americana. Modestamente, como é seu hábito proclamou: “Este documento é um roteiro para garantir que os Estados Unidos continuem a ser a nação mais grandiosa e bem-sucedida da história da humanidade e o berço da liberdade na Terra.”
Felipe Alegria
Não estamos perante uma guerra “por procuração”, uma guerra (inter)imperialista em que os EUA e a UE agiriam contra a Rússia através da Ucrânia, defende Felipe Alegria.
Rui Pereira
Quase nada de novo existe na agressão contra a Venezuela. O intervencionismo norte-americano na América Latina vem de longe.
Viriato Soromenho-Marques
A EU, em conivência com Zelenski, faz campanha não só para continuar a guerra, mas para a intensificar e alargar com a entrada direta dos países europeus, e, pelo menos parcialmente, da NATO.
Anísio Homem
Durante a II Guerra Mundial, na França ocupada pelos nazis, militantes trotskistas no arsenal da Marinha alemã em Brest criaram uma célula comunista dentro do Exército Alemão para publicar um jornal clandestino chamado Arbeiter und Soldat (Operário e Soldado). Muitos pagaram com a vida o arrojo internacionalista.
Hans-Werner Schüster
Em 5 de dezembro, em mais de 90 cidades alemãs, jovens manifestaram-se contra a lei que pretende reintroduzir o serviço militar obrigatório.
Marcela Uchôa e Sérgio Tapia Argüello
Nos últimos dias de 2025, Trump afirmou “queremos o nosso petróleo de volta” e deu início a uma agressiva escalada de pressão económica que, menos de um mês depois, culminaria na invasão brutal e no sequestro relâmpago do chefe de Estado venezuelano.
Adriano Zilhão
Em Novembro de 2025, Trump anunciou a nova Estratégia de Segurança Nacional norte-americana. Modestamente, como é seu hábito proclamou: “Este documento é um roteiro para garantir que os Estados Unidos continuem a ser a nação mais grandiosa e bem-sucedida da história da humanidade e o berço da liberdade na Terra.”
Felipe Alegria
Não estamos perante uma guerra “por procuração”, uma guerra (inter)imperialista em que os EUA e a UE agiriam contra a Rússia através da Ucrânia, defende Felipe Alegria.
Rui Pereira
Quase nada de novo existe na agressão contra a Venezuela. O intervencionismo norte-americano na América Latina vem de longe.
Viriato Soromenho-Marques
A EU, em conivência com Zelenski, faz campanha não só para continuar a guerra, mas para a intensificar e alargar com a entrada direta dos países europeus, e, pelo menos parcialmente, da NATO.