Jornal Maio

STOP

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O S.TO.P. na Conferência “Valorização da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário”.
STOP
O S.TO.P., em conjunto com outros sindicatos, foi ouvido no parlamento pelo Grupo de Trabalho dos deputados da 8ª Comissão da Educação e Ciência para acompanhamento da Revisão do Estatuto da Carreira Docente. Nesta segunda parte, referimos passos imediatos que os deputados podem tomar e outros que não vislumbramos que o governo e o Ministério da Educação possam vir a tomar. Por fim, o S.TO.P. continuará a participar ativamente, juntamente com os profissionais da educação e as suas lutas, na vida democrática do país para defender a escola pública e a democracia.
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Reproduzimos aqui a primeira parte da intervenção do dirigente do S.TO.P Daniel Martins na Audição na Assembleia da República sobre o Estatuto da Carreira Docente. Daniel Martins, citando a secretária de Estado da Administração Pública, que tem estado de forma permanente nas negociações e disse que “quem manda nas reuniões não é o Ministério da Educação, mas o Ministério das Finanças”, passou a demonstrar com números o ataque a que a escola pública está neste momento sujeita.
Daniel Martins
No dia 2 de março de 2026, diante de uma concentração em frente do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), decidida num plenário de sócios e não sócios do S.TO.P. com seis centenas de profissionais de educação, o MECI, por intermédio do secretário de Estado Alexandre Homem Cristo, comunicou à delegação representante do STOP que não lhes seria permitido participar na reunião de negociação da revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), para a qual tinha sido convocada, caso se mantivesse o protesto com palavras de ordem no exterior do MECI, porque se sentiam condicionados e pressionados.