Jornal Maio

Mário Tomé

Mário Tomé
A pátria não passa de uma entidade abstrata que, explorando os mais fundos sentimentos populares de ligação à terra, à pequena propriedade, à cultura, à tradição, ao modus vivendi, à própria história, obriga o povo trabalhador a servir, com dedicação e alegria, os interesse rapaces e desumanos da classe dirigente. Até à morte.
Mario Tomé
No 1.º Congresso do Maio, Mário Tomé apresentou o tema “A guerra nos dias de hoje”. Dessa intervenção selecionámos alguns dos momentos mais significativos a apresentamo-los aqui.
Mário Tomé
Hoje, estão esgotados todos os argumentos morais e legalistas: a guerra como arma genérica do imperialismo é somente terrorismo, ilegal e ilegítimo, e cobarde, de quem não arrisca, os democráticos fascistas donos das big techs, e equivalentes, integrados no 1% do grande crime terrorista, organizado estatalmente.
Mário Tomé
A Proteção Civil nunca estará apta a cumprir o que dela se exige enquanto não se tornar axial, um imperativo categórico, na sociedade portuguesa.
Mário Tomé
O povo trabalhador, o proletariado moderno do nosso país, tem de exigir, contra os heróis com o sangue dos outros, travar a despesa armamentista ...