Jornal Maio

António Simões do Paço

António Simões do Paço
Pouco depois do 25 de Abril, diz o texto de contracapa deste romance de Carlos Campaniço, “os trabalhadores rurais do Sul ocupam a terra dos latifundiários para quem trabalharam como escravos ao longo de décadas”. Em Aldeia Velha, que poderia ser a Safara natal do autor, no concelho de Moura, ou alguma outra aldeia do Alentejo, onde decorre a ação deste romance, “a sociedade depara-se de repente com as mudanças criadas pela Reforma Agrária, mas também com as consequências do fim da guerra colonial e as novas liberdades trazidas pela revolução”.
António Simões do Paço
Esta é uma resposta ao texto “O desventura”, publicado por Jorge Costa (BE) no esquerda.net em que, na parte final (aquela que fica na retina do espectador) pega num alfinete para atacar uma suposta opção do Maio pelo apelo à abstenção na segunda volta das presidenciais.