Jornal Maio

António Garcia Pereira

António Garcia Pereira
É imperioso derrotar o Anteprojecto de Reforma das Leis do Trabalho apresentado pelo Governo, que constitui um serviço encomendado pelas centrais patronais e um violento ataque aos trabalhadores. Mas é preciso ir mais longe e não só denunciar e rejeitar o que o Executivo e o patronato pretendem como também apresentar e defender o que de essencial deve ser alterado no actual Código do Trabalho e demais leis laborais.
António Garcia Pereira
O Maio publica o direito de resposta de António Garcia Pereira em relação ao artigo “Raquel Varela volta a perder acção contra PÚBLICO sobre erros no currículo académico” (Público, 13/03/26). Uma sentença estranhíssima em que o tribunal dá por provado que Raquel Varela não é responsável por adulterar o seu CV, mas que ainda assim a condena por não ter respondido ao jornalista do Público, mesmo quando as suas perguntas se baseavam apenas em insinuações e fontes anónimas.
António Garcia Pereira, Raquel Varela, Alice Faro Santos e Sandra Duarte
Conferência Escola Secundária Camões , 1 de março de 2026. Com António Garcia Pereira, Raquel Varela, Alice Faro Santos e Sandra Duarte
Raquel Varela e António Garcia Pereira
Raquel Varela e António Garcia Pereira conversam sobre a notícia, tornada pública pelo Maio, de extinção do Ministério da Educação e da abertura à contratação privada de profissionais, bem como das alterações radicais de condições de trabalho dos que se mantêm na carreira pública.
António Garcia Pereira
A divulgação pelo Maio do golpe contra os professores que significa a aprovação de alterações legislativas para os passar da administração pública para o quadro geral (Código Laboral) (ver artigo “O ataque do Governo Montenegro à escola pública”) suscitou silêncio, incredulidade e desinformação. Neste novo artigo, António Garcia Pereira responde às interrogações e desinformação entretanto surgidas.
António Garcia Pereira
Pela calada, em pleno mês de Agosto, o Governo Montenegro deliberou, através de uma Resolução do Conselho de Ministros, uma “reorganização” do Ministério da Educação. Deste modo, mudanças de local de trabalho, alterações de horário, bancos de horas, contratos a termo, despedimentos colectivos, descida de categoria e diminuição de salários, bem como a ausência de uma carreira estruturada, passam a ser plenamente aplicáveis aos professores assim contratados.
António Garcia Pereira
O objectivo é, claramente, o de inutilizar e destruir o direito à greve, mas sempre declarando demagogicamente respeitá-lo