Jornal Maio

Adriano Alcântara

Adriano Alcântara
Aquele “Bjinho onde quiseres” mexia-lhe até na honestidade. Confirmou os lençóis mudados, os pauzinhos de incenso, o champanhe. Na terça, logo pela manhã, sentou-se no sofá, junto do telefone e com o telemóvel ao lado..
Adriano Alcântara
Eram na Casa do Povo ou nos Bombeiros ou no Jardim do Cerco, se Verão fosse e houvesse uma festa qualquer. Recordo melhor os que aconteciam nos dois primeiros espaços, por serem mais frequentes: ora por necessidade de recolha de fundos, ora por ser Carnaval, ora por se ter chegado a meio da Quaresma e ser altura da Pinha, sei lá.