Ao longo de dois dias, 9 e 10 de Maio, o jornal Maio fez o seu primeiro congresso. Decorreu na Escola Secundária Camões, em Lisboa, com a presença dos sindicatos e ORTs que constroem o Maio e outros, que se juntaram aos debates, que tiveram a participação de entre 140 e 160 pessoas distribuídas por várias salas ou reunidas no ginásio da escola ou no anfiteatro. Debatemos comunicação e estratégias para os trabalhadores e a esquerda; como construir a solidariedade entre trabalhadores; o direito à habitação, intimidade e vida privada; trabalho, tempo, família e amor; a IA na educação; o que se passa com a saúde mental, com apresentações do psiquiatra João Cabral Fernandes e do psicólogo Duarte Rolo, e a guerra e como a combater, debate introduzido por Mário Tomé. Tudo isto intercalado com cultura, com os músicos Fernando Costa, Aníbal Zola, Carla Passinhas, o ator e comediante Pedro Cardoso, o poeta Felipe Castro… Sete meses e 27 números depois, recompusemos forças e ouvimos alguma da gente que acompanha o Maio. Para prosseguirmos mais fortes. Neste vídeo, um olhar em “voo de pássaro” sobre a trajetória já percorrida.