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Jornal Maio

O Tempo contra o Tempo é um podcast apresentado por Raquel Varela, coautora, com o coletivo Kairós, deste podcast. Aqui queremos debater a sociedade e o mundo, com toda a calma, com contraditório, e a profundidade e liberdade que a urgência dos problemas exige.

 #62

MUDAM-SE OS TEMPOS
#5 Para onde vamos, com Marcela Uchôa e Jonas Van Vossole

Durante o mês de julho vamos repor no Tempo Contra o Tempo o podcast Mudam-se os Tempos: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades’ – já cantou o velho bardo. O curso da história move-se como as águas de um rio. Por vezes deixamo-nos levar por momentos de correntes rápidas, por outras, mansidão serena. Não é simples o seu movimento. Do ritmo que marca sempre passo, até à aceleração vertiginosa, avança-se nas conquistas sociais, mas as mesmas podem regredir em formas políticas avassaladoras. Ou vice-versa… Mas, ainda assim, ‘navegar é — sempre — preciso’. Estamos — todos e bem — embarcados. Este é o Podcast “Mudam-se os tempos”. Em cinco episódios com convidados especiais Roberto della Santa e Raquel Varela, historiadora, querem colocar sobre os próprios pés as principais ideias, imagens e conceitos que nos ajudam a saber e a fazer Portugal. De onde viemos? Para onde vamos? Toda a gente precisa interpretar a própria história para poder transformá-la. Em modo de conversa: como se formou Portugal? Quais são os seus principais desafios e dilemas? A isso vamos – agora mesmo!

 #61

MUDAM SE OS TEMPOS
#4 A revolução social, com Diogo Ferreira

Durante o mês de julho vamos repor no Tempo Contra o Tempo o podcast Mudam-se os Tempos: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades’ – já cantou o velho bardo. O curso da história move-se como as águas de um rio. Por vezes deixamo-nos levar por momentos de correntes rápidas, por outras, mansidão serena. Não é simples o seu movimento. Do ritmo que marca sempre passo, até à aceleração vertiginosa, avança-se nas conquistas sociais, mas as mesmas podem regredir em formas políticas avassaladoras. Ou vice-versa… Mas, ainda assim, ‘navegar é — sempre — preciso’. Estamos — todos e bem — embarcados. Este é o Podcast “Mudam-se os tempos”. Em cinco episódios com convidados especiais Roberto della Santa e Raquel Varela, historiadora, querem colocar sobre os próprios pés as principais ideias, imagens e conceitos que nos ajudam a saber e a fazer Portugal. De onde viemos? Para onde vamos? Toda a gente precisa interpretar a própria história para poder transformá-la. Em modo de conversa: como Portugal se formou? Quais são os seus principais desafios e dilemas? A isso vamos – agora mesmo!

 #60

MUDAM SE OS TEMPOS
#3 A ditadura fascista com Pedro Cardoso

Durante o mês de julho vamos repor no Tempo Contra o Tempo o podcast Mudam-se os Tempos: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades’ – já cantou o velho bardo. O curso da história move-se como as águas de um rio. Por vezes deixamo-nos levar por momentos de correntes rápidas, por outras, mansidão serena. Não é simples o seu movimento. Do ritmo que marca sempre passo, até à aceleração vertiginosa, avança-se nas conquistas sociais, mas as mesmas podem regredir em formas políticas avassaladoras. Ou vice-versa… Mas, ainda assim, ‘navegar é — sempre — preciso’. Estamos — todos e bem — embarcados. Este é o Podcast “Mudam-se os tempos”. Em cinco episódios com convidados especiais Roberto della Santa e Raquel Varela, historiadora, querem colocar sobre os próprios pés as principais ideias, imagens e conceitos que nos ajudam a saber e a fazer Portugal. De onde viemos? Para onde vamos? Toda a gente precisa interpretar a própria história para poder transformá-la. Em modo de conversa: como Portugal se formou? Quais são os seus principais desafios e dilemas? A isso vamos – agora mesmo!

 #59

MUDAM-SE OS TEMPOS #2 – O anarcossindicalismo operário, com António Cortez.

Durante o mês de julho vamos repor no Tempo Contra o Tempo o podcast Mudam-se os Tempos: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades’ – já cantou o velho bardo. O curso da história move-se como as águas de um rio. Por vezes deixamo-nos levar por momentos de correntes rápidas, por outras, mansidão serena. Não é simples o seu movimento. Do ritmo que marca sempre passo, até à aceleração vertiginosa, avança-se nas conquistas sociais, mas as mesmas podem regredir em formas políticas avassaladoras. Ou vice-versa… Mas, ainda assim, ‘navegar é — sempre — preciso’. Estamos — todos e bem — embarcados. Este é o Podcast “Mudam-se os tempos”. Em cinco episódios com convidados especiais Roberto della Santa e Raquel Varela, historiadora, querem colocar sobre os próprios pés as principais ideias, imagens e conceitos que nos ajudam a saber e a fazer Portugal. De onde viemos? Para onde vamos? Toda a gente precisa interpretar a própria história para poder transformá-la. Em modo de conversa: como Portugal se formou? Quais são os seus principais desafios e dilemas? A isso vamos – agora mesmo!

 #58

MUDAM  SE OS TEMPOS #1  – A ideia moderna de Portugal com Rui Pereira

Durante o mês de julho vamos repor no Tempo Contra o Tempo o podcast Mudam-se os Tempos: Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades’ – já cantou o velho bardo. O curso da história move-se como as águas de um rio. Por vezes deixamo-nos levar por momentos de correntes rápidas, por outras, mansidão serena. Não é simples o seu movimento. Do ritmo que marca sempre passo, até à aceleração vertiginosa, avança-se nas conquistas sociais, mas as mesmas podem regredir em formas políticas avassaladoras. Ou vice-versa… Mas, ainda assim, ‘navegar é — sempre — preciso’. Estamos — todos e bem — embarcados. Este é o Podcast “Mudam-se os tempos”. Em cinco episódios com convidados especiais Roberto della Santa e Raquel Varela, historiadora, querem colocar sobre os próprios pés as principais ideias, imagens e conceitos que nos ajudam a saber e a fazer Portugal. De onde viemos? Para onde vamos? Toda a gente precisa interpretar a própria história para poder transformá-la. Em modo de conversa: como Portugal se formou? Quais são os seus principais desafios e dilemas? A isso vamos – agora mesmo!

 #57

Raquel Varela em entrevista por Joel Neto, na Lar Doce Livro

ESPECIAL MONTE BRASIL – FESTIVAL INTERNACIONAL DE LITERATURA E HISTÓRIA DE ANGRA DO HEROÍSMO. O crescimento eleitoral da extrema-direita, bem como a sua crescente normalização no espaço mediático e na intervenção pública dos partidos do arco democrático, levam muitos observadores a assumir como inevitável a sua chegada à chefia do Governo, com consequente alteração das regras do jogo democrático. Raquel Varela manifesta a sua profunda preocupação com o rumo dos acontecimentos, determina as verdadeiras procedências do momento em que vivemos, mas vê chegarem dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha inesperados sinais de esperança… Uma grande entrevista gravada ao vivo no espaço da LAR DOCE LIVRO – livraria, café & posta-restante, de Angra do Heroísmo

 #56

Pensar o mundo: arte e política

Pensar o mundo, uma conversa sobre arte e política, esfera pública com Raquel Varela, António Pinho Vargas e Ana Bacalhau, na abertura da Livros a Oeste, parceria com o Jornal Maio.

 #55

Goya em Lisboa

Escreveu Hoje, 3 de Maio (Caminho). Um romance fora do lugar, depois de o lermos não olharemos Goya com os mesmos olhos, obra inesperada que procura revolucionar a forma e o conteúdo, questionando a guerra, ontem, hoje, no futuro. Uma conversa com Patrícia Portela, escritora, autora, cenografista, dramaturga. Depois de lermos queremos ver este Hoje, 3 de Maio em placo.

 #54

Queremos ter uma Visão Zero, zero mortos nas estradas, temos 600

Quais as medidas para nos aproximarmos da Visão Zero (zero mortes) nas estradas de Portugal? Raquel Varela conversa com Paulo Guerra Santos, que defende que é possível mudar as estradas e com elas mudar o comportamento de quem conduz.

 #53

“Jamais daria Ritalina a uma criança ou jovem”

A pediatra e professora universitária Maria Aparecida Moysés afirma categoricamente: “Jamais daria Ritalina a uma criança.” A possibilidade de morte súbita não explicada em jovens que tomam Ritalina, Concerta ou outra droga dessas, que a médica e investigadora não reconhece como medicação, é 14 vezes maior…

 #52

“Sou um emigrante sexual”

Escritor, romancista, diz que a literatura é uma vingança, vingou-se agora do Partido Fascista Chega criando um “Ventura” o Furão, vingou-se dos maus tratos dos patrões nas fábricas da lanifícios da Covilhã aos seus colegas de escola, ainda no Estado Novo; diz que a literatura está mal porque há uma crise geral de imaginação, não é capaz de viver sem rir, a sua mais poderosa arma, diz-se um emigrante sexual, que teve que ir para França para poder fazer amor livremente. Não percebe a falta de desejo que vê na cara hoje de jovens e não jovens, acha que as redes sociais ajudaram a matar o desejo. Quando, ainda na ditadura, um crítico literário disse mal de um livro dele mandou durante dois meses um carro funerário à sua porta.

 #51

Deus não é uma arma do colonialismo e da guerra

“A substância de Deus é a liberdade, fora deste valor Deus não existe. Matar, fazer guerra esse Deus não existe”. Raquel Varela conversa com o Padre José Luís Rodrigues.

 #50

A ferrovia que temos e a que podíamos ter

Raquel Varela recebe no Tempo contra o Tempo Luís Bravo, do SFRCI – Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante. Um debate sobre transportes públicos gratuitos ou não, em Lisboa e Porto, um olhar sobre a ferrovia, e ainda sobre o pacote laboral

 #49

Como é ser carteiro em Lisboa?

Raquel Varela conversa com o João Rodrigues, carteiro há 30 anos. Fala-se do partido fascista Chega, financiado por accionistas do CTT pelo menos até 2021, sobre a importância da greve geral e da adesão massiva a ela, das histórias dos carteiros e de histórias de Lisboa, dos percursos casa a casa.
 #48

O que se passa com o movimento associativo e cultural?

Raquel Varela conversa com Hugo Tiago, um diálogo com um dos homens mais envolvidos no movimento associativo numa ilha que é um exemplo nacional de empenho popular, cultural e democrático. Apoio Associação Dois Caminhos, Câmara António Araujo, Gravada no Lar Doce Livro
 #47

Ninguém cuida da ferrovia como os trabalhadores

Os gestores, nomeados pelos partidos do Estado, têm-na destruído, tem posto em causa a CP. Raquel Varela conversa com Luís Pinto e Bruno Oliveira, do STEMEF, sindicato independente da manutenção ferroviária. Uma conversa sobre o real do trabalho, sobre quem cuida de nós.
 #46

Tiago Franco, o cronista que veio do frio

Tiago Franco conversa com Raquel Varela em mais um Tempo Contra o Tempo. O engenheiro que veio do frio, partiu da Auto Europa há mais de 20 anos para a Suécia – onde tem uma empresa que divide os lucros com os trabalhadores; – e regressa a nossa casa com crónicas onde faz dançar a honestidade e crítica política com o sarcasmo e o humor. 
 #45

Teatro e comunidade

A Ana Brum e o Peter Cann da companhia de teatro da Terceira Cães do Mar falam com Raquel Varela sobre teatro e comunidade neste novo episódio do Tempo Contra o Tempo. 
 #44

“Para mim a consciência está acima da lei”

Raquel Varela conversa com o Padre José Júlio Rocha, que fez um mestrado em Dostoievsky e um doutoramento em Raul Brandão. Diz-se um moralista que reserva à liberdade da consciência a última palavra. Esta é uma série de edições gravadas na Lar Doce Livro, na Ilha Terceira.
 #43

“Tivemos uma multa de 2 mil euros por duas garrafas fora do lugar de reciclagem”

O inferno dos empresários familiares em Portugal, sujeitos aos cortes salariais do seu público, que cada vez consome menos, e a impostos, taxas e burocracia do Estado. Raquel Varela conversa com Joel Neto, um dos criadores da Livraria Lar Doce Livro
 #42

Afinal, porque os trabalhadores são cúmplices com medidas que os fazem sofrer?

Qual é a diferença entre o comportamento de grupo, por exemplo na denúncia de assédio, e o comportamento de coletivo, no ataque às causas do assédio? O que é a servidão voluntária? Raquel Varela conversa com Duarte Rolo, psicanalista, psicólogo e investigador.
 #41

As cidades do capitalismo são violentas, planas, sem conflito, sem o outro

Raquel Varela conversa com o arquitecto e professor Rui Pinto sobre cidades, património, passado e futuro. Sobre como as cidades produtivas tentam eliminar o encontro com o desconhecido, a imperfeição, o conflito social. E se tornam por isso também violentas.
 #40

Raquel Varela conversa com
a enfermeira Gorete Pimentel

Gorete Pimentel, do SITEU, recorda a força dos trabalhadores. E critica, também, a cumplicidade de muitos trabalhadores com o poder. Fala sobre ser enfermeira obstetra, sente “vergonha” de ver mulheres a parir em ambulâncias, conversámos sobre a posição dos sindicatos dos enfermeiros nos EUA pela expulsão do ICE, sobre o estado da saúde no país, sobre como a preocupa a privatização na educação (igual à que foi feita na saúde em 2009). Gorete Pimentel, enfermeira, sindicalista, já foi operária têxtil e feirante.
 #39

Há uma efectiva privatização dos profissionais de educação

Raquel Varela e António Garcia Pereira conversam sobre a notícia, tornada pública pelo Maio, de extinção do Ministério da Educação e da abertura à contratação privada de profissionais, bem como das radicais alterações de condições de trabalho doas que se mantêm na carreira pública.
 #38

Está tanto por dizer, e por cantar

Os Cara de Espelho conversam sobre o novo disco, “B”, que se estreia em Fevereiro no Teatro Louletano. Pedro da Silva Martins e Maria Antónia Mendes conversam com Raquel Varela sobre as personagens que habitam este novo álbum, porque habitam o país. Ainda está tanto por dizer e por cantar. 

#37

As condições de trabalho dos médicos

Raquel Varela conversa com Joana Bordalo e Sá presidente da Federação de Médicos do Norte e oncologista

#36

Governo AD decide que professores deixarão de ser funcionários públicos

Governo AD decide que professores deixarão de ser funcionários públicos, o Ministério da Educação auto extingue-se para dar lugar a um empresa de prestadores privados de “educação “. Tudo isto é aprovado no querido mês de Agosto em troca do silêncio dos docentes e estruturas sindicais – que não colocaram esta questão no centro da sua luta, mas a progressão na carreira, quando na verdade a AD extingue assim a carreira docente . Raquel Varela conversa com a professora Antónia Marques sobre este que -sem qualquer dúvida – é o maior ataque feito à escola e à educação de todo o país; e como podemos transformar a escola e fazer dela um lugar apaixonante.

#35

A esperança dá saúde

A mortalidade caiu na revolução por causa da esperança, os outros factores não tiveram tempo de actuar, como o saneamento básico. Foi a esperança de um futuro que nos fez ficar com mais saúde na revolução – o PREC – em 1974 e 1975. A tristeza e o isolamento dão cabo da saúde. Raquel Varela conversa com o médico de saúde pública Mário Durval, que foi responsável pela saúde pública na Região de Lisboa e Vale do Tejo durante o Covid e foi contra, assim que se conheceu a forma de transmissão do vírus, o confinamento. Durval recorda nesta conversa que os banqueiros, os padres, os directores gerais vivem mais não só porque comem ou vivem melhor, mas porque têm autonomia, têm capacidade de decidir a sua vida, ao contrário dos trabalhadores, que vivem com medo.

#34

Há muitos direitos que não estão na lei

Há muito mais direito e direitos fora da Constituição, que têm de ser respeitados. Raquel Varela conversa com Rita Garcia Pereira sobre direitos, o sequestro de Maduro por Trump, o pacote laboral, o horário de trabalho dos camionistas e muito mais.

#33

É preciso acabar com a legitimidade da guerra.

Mário Tomé é o convidado de Raquel Varela. Falámos do “interesse nacional”, da “pátria” como justificação para a guerra. E a guerra tem que ser derrotada, tem de se acabar com a legitimidade da guerra. A revolução actualmente é a movimentação política e social de movimentações de trabalhadores, não são insurreições armadas, acredita o capitão de Abril. A questão dos exércitos não se coloca, a força militar da burguesia é gigantesca. Os trabalhadores têm muita força, têm os meios todos, “neste momento os trabalhadores dispõem de tudo”. Vê-se quando param – a sociedade é deles. E agora mais, com a globalização toda a produção está interligada. 

#32

História das Greves em Portugal

As primeiras greves em Portugal; a diferença entre a greve (direito do trabalhador) e o direito de greve (regulação pelo Estado), o nascimento do primeiro partido de trabalhadores, a revolta da Janeirinha, a Fraternidade Operária e a Comuna de Paris, os jornais operários, as greves gerais, a resistência. 

#31

IA e Educação

Porque a IA não deve ser permitida no ensino básico, secundário ou superior. Porque não é nem nunca será “inteligente”. O que está em causa, que recursos, quem ganha, como estudantes e professores perdem tudo se aceitarem que “é apenas mais um instrumento”. Raquel Varela conversa com Roberto Leher, especialista em educação, estudioso sobre o papel dos fundos financeiros a fagocitar o orçamento público. Leher foi Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior no Brasil
 

#30

Música 

Uma viagem absolutamente encantadora pela música e a cultura dos trabalhadores desde o século XIX, com direito até a ouvir cantar, aqui no Tempo Contra o Tempo. Com o músico e professor universitário Rafael Rosa, a sua tese de doutoramento foi sobre a música na revolução espanhola.
 

#29

Jornalismo 

O que os media fazem e o que o jornalismo devia ser. Porque hoje, na comunicação, muito do que se faz não é jornalismo. Que se passa neste mundo bizarro? Recebemos os jornalistas Mário Crespo e Jorge van Krieken para uma conversa cheia de histórias fascinantes. No Tempo Contra o Tempo, com Raquel Varela
 

#28

E se ficasse a saber que na greve cirúrgica, quando diziam que os enfermeiros estavam a matar pessoas, as listas de espera oncológicas acabaram durante a greve? O que significa para a segurança de todos nós colocar o pessoal de voo e cabine avaliados pelas vendas a bordo, com painéis de humilhação públicos? E afinal o que fazem estas profissões de cuidado, segurança e atenção? Raquel Varela conversa com Sónia Viegas, enfermeira do SITEU e uma das organizadoras da greve cirúrgica e com a Ana Dias, comissária de bordo do SNPVAC.

#27

Como funciona um fundo imobiliário e porquê os 2300 euros “moderados” são um subsídio público à banca? Por que não há forma alguma de resolver a crise de habitação dos trabalhadores sem a municipalização dos solos e porquê os subsídios às rendas não resolvem o problema? Como a crise da habitação (não há crise para os investidores, há lucros astronómicos) têm efeito nos trabalhadores da AutoEuropa? O que se passa com a contrarreforma laboral? Raquel Varela, historiadora, comenta a semana. E desta vez tem dois convidados, Adriano Zilhão, economista, e João Reis, trabalhador da AutoEuropa e dirigente sindical.