Jornal Maio

Ferrovia

Luís Bravo
A passagem da tempestade Kristin por Portugal, seguida de vários fenómenos meteorológicos adversos, provocou danos significativos nas infraestruturas ferroviárias e rodoviárias. No setor ferroviário, semanas depois, continuam sem avançar obras visíveis que permitam repor a circulação com urgência.
Bruno Oliveira, STMEFE
A CP pretendia impor aos trabalhadores da manutenção do Metro do Porto um regime de turnos rotativos composto assim: seis manhãs consecutivas seguidas de apenas dois dias de folga; seis tardes consecutivas seguidas de dois dias de folga; e, por fim, seis noites consecutivas – repetindo-se este ciclo de forma contínua. A resposta dos trabalhadores foi a greve iniciada a 8 de janeiro. Para o STMEFE, alcançou-se um meio termo: nenhuma alteração será feita sem prévia negociação com os sindicatos.
Ricardo
O Governo de Montenegro e a sua ministra do Trabalho mantêm intacta a proposta de alteração à lei laboral. Mas se o Governo pretende avançar para um braço de ferro, então que o faça. Que fique claro: os trabalhadores não vão recuar.
Bruno Oliveira, STMEFE
Os trabalhadores afetos a uma das frotas (CT) do Metro do Porto estão a ser transferidos das suas funções habituais para intervir em avarias de outra frota (ET), com características técnicas completamente distintas, um risco para a segurança.
Bruno Oliveira
Diz-se por aí que entregar a CP aos privados é a solução para todos os males. Que com a concessão virão comboios sem atrasos, trabalhadores sem greves e passageiros sem problemas.
Bruno Oliveira e Luís Pinto
 “Ora o acordo não podia ser cumprido porque o governo estava em gestão, ora o governo já podia cumprir o acordo, mas afinal só em julho...