Durante a II Guerra Mundial, na França ocupada pelos nazis, militantes trotskistas no arsenal da Marinha alemã em Brest criaram uma célula comunista dentro do Exército Alemão para publicar um jornal clandestino chamado Arbeiter und Soldat (Operário e Soldado). Muitos pagaram com a vida o arrojo internacionalista.
Nos últimos dias de 2025, Trump afirmou “queremos o nosso petróleo de volta” e deu início a uma agressiva escalada de pressão económica que, menos de um mês depois, culminaria na invasão brutal e no sequestro relâmpago do chefe de Estado venezuelano.
Em Novembro de 2025, Trump anunciou a nova Estratégia de Segurança Nacional norte-americana. Modestamente, como é seu hábito proclamou: “Este documento é um roteiro para garantir que os Estados Unidos continuem a ser a nação mais grandiosa e bem-sucedida da história da humanidade e o berço da liberdade na Terra.”
Não estamos perante uma guerra “por procuração”, uma guerra (inter)imperialista em que os EUA e a UE agiriam contra a Rússia através da Ucrânia, defende Felipe Alegria.
A EU, em conivência com Zelenski, faz campanha não só para continuar a guerra, mas para a intensificar e alargar com a entrada direta dos países europeus, e, pelo menos parcialmente, da NATO.
Durante a II Guerra Mundial, na França ocupada pelos nazis, militantes trotskistas no arsenal da Marinha alemã em Brest criaram uma célula comunista dentro do Exército Alemão para publicar um jornal clandestino chamado Arbeiter und Soldat (Operário e Soldado). Muitos pagaram com a vida o arrojo internacionalista.
Nos últimos dias de 2025, Trump afirmou “queremos o nosso petróleo de volta” e deu início a uma agressiva escalada de pressão económica que, menos de um mês depois, culminaria na invasão brutal e no sequestro relâmpago do chefe de Estado venezuelano.
Em Novembro de 2025, Trump anunciou a nova Estratégia de Segurança Nacional norte-americana. Modestamente, como é seu hábito proclamou: “Este documento é um roteiro para garantir que os Estados Unidos continuem a ser a nação mais grandiosa e bem-sucedida da história da humanidade e o berço da liberdade na Terra.”
Não estamos perante uma guerra “por procuração”, uma guerra (inter)imperialista em que os EUA e a UE agiriam contra a Rússia através da Ucrânia, defende Felipe Alegria.
A EU, em conivência com Zelenski, faz campanha não só para continuar a guerra, mas para a intensificar e alargar com a entrada direta dos países europeus, e, pelo menos parcialmente, da NATO.