Há uma quietude na atual escola pública portuguesa, mas persiste uma luz, pequenina, brilhante, bruxuleante. É possível sonhar e viver uma outra escola, transformadora, com os professores intelectuais de Giroux e os alunos insubmissos de Freire.
Imaginar uma sociedade onde o poder não reside no trono dos reinos, nas presidências vazias ou nas secretarias cheias de burocratas pode ser uma tarefa interessante, caso seja acompanhada da necessária visão crítica.