Não venho apelar ao voto em Manuel João Vieira. Aliás, nem ele quer nem precisa que o faça. Nem eu o faria, nem devo votar nele, mas confesso que o meu voto anda tremido. Vieira quer ser eleito à terceira volta e há que respeitar a sua vontade.
Quem conheça um pouco da história da moderna política revolucionária não ignora a fratura entre a participação ou não na chamada “frente institucional”.
Não venho apelar ao voto em Manuel João Vieira. Aliás, nem ele quer nem precisa que o faça. Nem eu o faria, nem devo votar nele, mas confesso que o meu voto anda tremido. Vieira quer ser eleito à terceira volta e há que respeitar a sua vontade.
Quem conheça um pouco da história da moderna política revolucionária não ignora a fratura entre a participação ou não na chamada “frente institucional”.