Jornal Maio

O Maio e as eleições de 18 de janeiro

O Maio é construído por trabalhadores que têm diferentes opções políticas. Não endossamos qualquer candidatura presidencial, optando antes por dar voz a apoiantes de diversas opções eleitorais em sufrágio.

Os tachistas oportunistas – 4

Manuel Magno Alves foi eleito pelo círculo eleitoral Fora da Europa e é um senhor baixinho e parece que não mexe uma palha. De longe, parece um desses campónios que vieram com bosta nos sapatos para conquistar a cidade, mas trazem sempre com eles um cheiro a vacas leiteiras

Faz-te à vida e não votes em Manuel João Vieira

Não venho apelar ao voto em Manuel João Vieira. Aliás, nem ele quer nem precisa que o faça. Nem eu o faria, nem devo votar nele, mas confesso que o meu voto anda tremido. Vieira quer ser eleito à terceira volta e há que respeitar a sua vontade.

A Venezuela e o petróleo

A nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA deixa claro que a doutrina Monroe, da década de 1820, está de volta. Mas a tragédia da Venezuela e da América Latina é também que a desindustrialização do subcontinente desde a década de 1980 e a dependência crescente de exportações de matérias-primas sujeitam todas essas economias à volatilidade dos preços das matérias-primas (agrícolas, metais e petróleo), impossibilitando qualquer política económica independente.

Educação ou mercado: a quem serve a literacia financeira nas escolas?

O ensino da literacia financeira deve recusar a sua instrumentalização ao serviço da reprodução das desigualdades. Não basta saber calcular prestações de créditos ou taxas de juro, mas entender como a dívida se prolonga no tempo e como os juros não afetam todos igualmente.

Para quem é útil o voto útil?

Quem conheça um pouco da história da moderna política revolucionária não ignora a fratura entre a participação ou não na chamada “frente institucional”.

Porque voto em Jorge Pinto

O voto para a Presidência da República é, acima de tudo, um voto na pessoa que se apresenta ao país.

Pela República, voto Seguro

Estávamos a 30 de abril de 2009. O Parlamento aprovava a revisão da lei do financiamento dos partidos políticos e das campanhas eleitorais